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Aula sobre A escravidão no Brasil

Metodologia ativa — Gamificação (EF)

Por que usar essa metodologia?

A Gamificação pode ser utilizada como importante ferramenta para incentivar o interesse dos alunos. Sabemos que o engajamento e motivação deles são cruciais no processo de ensino-aprendizagem.

Esta metodologia se aproxima da realidade dos alunos tornando o aprendizado algo desafiador, dinâmico e prazeroso.

Ao trabalhar esta metodologia é possível desenvolver habilidades como aprendizagem lúdica, capacidade de simulação, definição de estratégias, colaboração, observação, resolução de problemas, investigação e proatividade.

Você sabia?

É possível utilizar a gamificação em parceria com outras metodologias, como a cultura maker, por exemplo. Você pode construir a própria dinâmica de jogos, sendo eles analógicos ou digitais.


A escravidão no Brasil foi um dos períodos mais sombrios da nossa história, com impactos que reverberam até os dias atuais. Este tema é crucial para que os alunos compreendam as desigualdades sociais e raciais presentes na sociedade brasileira contemporânea. Através da Gamificação, os alunos poderão explorar a história da escravidão de maneira interativa e envolvente, criando seus próprios jogos que abordem diferentes aspectos desse tema. Por exemplo, eles podem investigar a vida dos escravizados, as revoltas, a abolição e as consequências sociais e econômicas da escravidão. A metodologia ativa Gamificação permitirá que os alunos se tornem protagonistas do aprendizado, desenvolvendo habilidades críticas e criativas.

Material de apoio 1 — A escravidão no Brasil

  1. Etapa 1Introdução ao Tema

    O professor inicia a aula apresentando um panorama sobre a escravidão no Brasil, destacando suas origens, principais características e consequências. Utilizando recursos orais e visuais, ele contextualiza a importância do tema na formação da sociedade brasileira. Em seguida, o professor introduz a metodologia de Gamificação, explicando que os alunos irão criar seus próprios jogos sobre a escravidão.


  2. Etapa 2Formação de Grupos

    Os alunos são divididos em grupos de 4 a 5 integrantes. O professor orienta que cada grupo deve escolher um aspecto específico da escravidão para abordar em seu jogo, como a vida dos escravizados, as revoltas, a abolição ou a resistência. Os grupos devem discutir e decidir qual será o foco do jogo e como irão abordá-lo.


  3. Etapa 3Pesquisa e Coleta de Informações

    Os alunos realizam pesquisas sobre o tema escolhido, utilizando livros, artigos e outras fontes disponíveis. O professor circula entre os grupos, oferecendo suporte e orientações sobre como encontrar informações relevantes. Os alunos devem anotar dados importantes e reflexões que serão utilizadas na elaboração do jogo.


  4. Etapa 4Elaboração do Mapa do Jogo

    Com as informações coletadas, os grupos começam a preencher o mapa do jogo, que deve conter os campos Nome do Jogo, Objetivo do Jogo, Desafios do Jogo, Níveis, Esquema de Recompensas, Informações para o consumidor final e a justificativa de engajamento do seu jogo. O professor auxilia na estruturação e organização das ideias.


  5. Etapa 5Apresentação dos Jogos

    Cada grupo apresenta seu jogo para a turma, explicando as escolhas feitas e como o jogo aborda o tema da escravidão. Os alunos devem estar preparados para responder perguntas e receber feedback dos colegas e do professor. Essa etapa é fundamental para o desenvolvimento da habilidade de argumentação e comunicação.


  6. Etapa 6Reflexão e Debate

    Após as apresentações, o professor conduz um debate sobre as diferentes abordagens apresentadas nos jogos. Os alunos são incentivados a refletir sobre o que aprenderam com a atividade e como a escravidão ainda impacta a sociedade atual. O professor pode fazer perguntas que estimulem a análise crítica e a comparação das narrativas.


  7. Etapa 7Avaliação e Feedback

    O professor avalia os jogos criados com base nos critérios estabelecidos anteriormente. Ele fornece feedback individual e coletivo, destacando os pontos fortes e as áreas de melhoria. Além disso, os alunos são encorajados a refletir sobre o processo de criação e o que aprenderam sobre a escravidão e suas consequências.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a capacidade dos alunos de identificar e analisar diferentes narrativas sobre a escravidão.

  • Estimular o pensamento crítico ao comparar fontes históricas e suas interpretações.

  • Fomentar a criatividade dos alunos ao criar jogos que abordem a temática da escravidão.

  • Promover o trabalho em equipe e a colaboração entre os alunos.

  • Incentivar a reflexão sobre as consequências da escravidão na sociedade atual.

Critérios de avaliação

  • Qualidade e profundidade da pesquisa realizada sobre o tema.

  • Participação ativa na criação do jogo.

  • Criatividade e originalidade na elaboração do jogo.

  • Clareza e coerência nas informações apresentadas no mapa do jogo.

  • Capacidade de argumentação e defesa das escolhas feitas no jogo.

Ações do professor

  • Orientar os alunos na pesquisa sobre a escravidão e suas diversas narrativas.

  • Facilitar discussões em grupo sobre as informações coletadas.

  • Apoiar os alunos na estruturação do mapa do jogo.

  • Promover um ambiente de colaboração e troca de ideias entre os grupos.

  • Avaliar os jogos criados e fornecer feedback construtivo.

Ações do aluno

  • Realizar pesquisas sobre a escravidão no Brasil e suas implicações.

  • Trabalhar em grupo para preencher o mapa do jogo.

  • Apresentar o jogo para a turma, explicando suas escolhas e objetivos.

  • Participar ativamente das discussões e debates em sala.

  • Refletir sobre o impacto da escravidão na sociedade atual.