Aula sobre A luta pela independência de Guiné-Bissau
Metodologia ativa — Sala de Aula Invertida
Por que usar essa metodologia?
A sala de aula invertida permite que o professor aproveite melhor o tempo em sala de aula. É possível enviar previamente o material para que o aluno se aproprie antes da aula e utilize o tempo com o professor para tirar dúvidas e se aprofundar no conteúdo.
Os alunos aprendem em diferentes ritmos e de formas distintas, já que o material enviado previamente pode ser diverso, como: podcast; texto; vídeo; filme; slides e outros.
É possível personalizar a aprendizagem respeitando as individualidades de cada um e tornando a aula mais eficiente e atrativa.
Você sabia?
A sala de aula invertida pode ser utilizada em parceria com muitas outras metodologias ativas. Esse método, auxilia o professor na personalização do ensino e contribui de para uma aprendizagem ativa.
A luta pela independência de Guiné-Bissau foi um movimento de resistência contra o domínio colonial português que ocorreu entre os anos de 1963 e 1974. O movimento foi liderado pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e teve como objetivo a libertação do país do domínio colonial português. A luta pela independência de Guiné-Bissau é um tema importante para a compreensão dos processos de descolonização na África e na Ásia.

Etapa 1 — Preparação
Selecione materiais que possam ser utilizados, como livros, revistas, jornais, mapas, entre outros. Além disso, prepare um roteiro para a atividade e disponibilize aos alunos.
Etapa 2 — Introdução
Apresente o tema e contextualize a luta pela independência de Guiné-Bissau. Em seguida, explique a metodologia ativa Sala de Aula Invertida e como ela será aplicada.
Etapa 3 — Atividade prévia
Os alunos deverão realizar uma pesquisa prévia sobre o tema, utilizando os materiais disponibilizados. A pesquisa deverá ser registrada em um caderno ou folha de papel.
Etapa 4 — Criação do mapa conceitual
Os alunos deverão criar um mapa conceitual sobre a luta pela independência de Guiné-Bissau. O mapa deverá conter uma ideia central e 8 sub-ideias, com 2 níveis de profundidade para desenvolver o tema e seus subtópicos. Oriente os alunos na criação do mapa e esclarecer dúvidas.
Etapa 5 — Discussão em grupo
Os alunos deverão se reunir em grupos para discutir e aprimorar seus mapas conceituais. Acompanhe as discussões e oriente os alunos na elaboração dos mapas.
Etapa 6 — Apresentação dos mapas
Cada grupo deverá apresentar seu mapa conceitual para a turma. Avalie a qualidade dos mapas e esclareça dúvidas.
Etapa 7 — Conclusão
Faça uma síntese da aula e reforce a importância da luta pela independência de Guiné-Bissau para a compreensão dos processos de descolonização na África e na Ásia.
Intencionalidades pedagógicas
Descrever e avaliar os processos de descolonização na África e na Ásia.
Estimular a criatividade e o pensamento crítico dos alunos.
Promover a interação e a colaboração entre os alunos.
Critérios de avaliação
Qualidade do mapa conceitual.
Participação e colaboração dos alunos na atividade.
Compreensão do tema e dos processos de descolonização na África e na Ásia.
Ações do professor
Selecionar materiais para os alunos.
Orientar os alunos na criação do mapa conceitual.
Avaliar a qualidade dos mapas conceituais.
Ações do aluno
Realizar pesquisa prévia sobre o tema da aula.
Criar um mapa conceitual sobre a luta pela independência de Guiné-Bissau.
Participar das discussões em grupo e aprimorar o mapa conceitual.