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Aula sobre A luta por direitos civis nos EUA

Metodologia ativa — Cultura Maker

Por que usar essa metodologia?

A Cultura Maker favorece a relação entre a teoria e a prática. Através dela conseguimos responder perguntas como: “Professor(a), onde vou usar isso? Por que devo aprender isso?”.

A Cultura Maker não é um passo a passo, ou seja, não é uma receita de bolo que os alunos apenas replicam. Só é considerado cultura maker se houver espaços para criação, autonomia e dinamismo.

Essa metodologia enriquece o processo criativo, a aprendizagem por pares e as habilidades socioemocionais. Propicia caminhos para as atividades interdisciplinares, permitindo que o aprendizado seja mais realista e significativo, perpassando entre as diferentes áreas, competências e habilidades.

Você sabia?

A cultura maker foi expandida após o movimento DIY sigla em inglês para “do it yourself”, que significa “faça você mesmo”. Essa cultura inspira as pessoas a construírem coisas incríveis.


A luta por direitos civis nos EUA é um tema fundamental para compreender as dinâmicas de desigualdade e discriminação que ainda persistem na sociedade contemporânea. A partir da década de 1950, movimentos liderados por figuras como Martin Luther King Jr. e Rosa Parks buscaram combater a segregação racial e garantir direitos iguais para todos os cidadãos, independentemente da cor da pele. Essa luta é visível em várias esferas da vida cotidiana, como nas discussões sobre racismo, igualdade de gênero e direitos LGBTQIA+. Ao trabalhar com a metodologia ativa Cultura Maker, os alunos terão a oportunidade de expressar suas reflexões e aprendizados por meio da criação de uma fanzine, um formato que permite criatividade e colaboração, além de ser uma forma acessível de produção de conteúdo.

Material de apoio 1 — A luta por direitos civis nos EUA

  1. Etapa 1Introdução ao Tema

    O professor inicia a aula apresentando um breve histórico sobre a luta por direitos civis nos EUA, destacando figuras importantes como Martin Luther King Jr. e Rosa Parks. Utiliza vídeos curtos ou trechos de discursos para ilustrar a importância do movimento. O objetivo é despertar o interesse dos alunos e contextualizar a discussão.


  2. Etapa 2Discussão em Grupo

    Os alunos são divididos em grupos pequenos para discutir o que sabem sobre o tema. O professor circula entre os grupos, fazendo perguntas que estimulem a reflexão, como: "Quais são as desigualdades que vocês percebem na sociedade atual?". Essa etapa ajuda a conectar o tema histórico com a realidade dos alunos.


  3. Etapa 3Pesquisa e Coleta de Informações

    Os alunos, ainda em grupos, realizam uma pesquisa sobre diferentes aspectos da luta pelos direitos civis, como a segregação racial, a luta das mulheres e os direitos LGBTQIA+. O professor orienta os grupos a buscarem informações em fontes confiáveis, como livros e sites educacionais, e a organizarem os dados coletados.


  4. Etapa 4Planejamento da Fanzine

    Com as informações coletadas, os alunos começam a planejar a fanzine, dividindo as 8 partes do papel A4 entre os temas que pesquisaram. O professor auxilia na organização das ideias e na definição de como cada grupo irá contribuir para a fanzine, incentivando a criatividade e a expressão pessoal.


  5. Etapa 5Criação da Fanzine

    Os alunos trabalham juntos para criar a fanzine, utilizando desenhos, colagens e textos. O professor oferece suporte técnico, ajudando com a diagramação e incentivando a inclusão de elementos visuais que tornem a fanzine atraente e informativa. Essa etapa é crucial para o desenvolvimento da criatividade.


  6. Etapa 6Apresentação das Fanzines

    Cada grupo apresenta sua parte da fanzine para a turma, explicando suas escolhas e o que aprenderam sobre a luta pelos direitos civis. O professor promove um debate após cada apresentação, incentivando perguntas e comentários, o que ajuda a consolidar o aprendizado coletivo.


  7. Etapa 7Reflexão Final

    Para encerrar, o professor propõe uma reflexão sobre o que os alunos aprenderam e como podem aplicar esses conhecimentos em suas vidas. Os alunos são convidados a escrever uma breve mensagem sobre a importância dos direitos civis e como podem contribuir para um mundo mais justo.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a capacidade crítica dos alunos em relação às desigualdades sociais.

  • Fomentar a empatia e a solidariedade ao discutir temas de direitos humanos.

  • Estimular a criatividade e a expressão artística dos alunos por meio da produção de uma fanzine.

  • Promover o trabalho em grupo e a colaboração entre os alunos.

  • Conectar o conteúdo histórico com a realidade atual dos alunos.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa na discussão e nas atividades em grupo.

  • Qualidade e criatividade na produção da fanzine.

  • Capacidade de relacionar os temas abordados com situações do cotidiano.

  • Clareza e coerência na apresentação dos conteúdos na fanzine.

  • Reflexão crítica sobre os direitos civis e suas implicações atuais.

Ações do professor

  • Apresentar o tema da luta por direitos civis de forma contextualizada e envolvente.

  • Facilitar discussões em grupo, incentivando a troca de ideias e experiências.

  • Orientar os alunos na criação da fanzine, oferecendo suporte técnico e criativo.

  • Estimular a pesquisa e a busca por informações relevantes sobre o tema.

  • Avaliar as produções dos alunos, fornecendo feedback construtivo.

Ações do aluno

  • Participar ativamente das discussões e compartilhar suas opiniões.

  • Realizar pesquisas sobre figuras e eventos importantes da luta pelos direitos civis.

  • Colaborar com os colegas na criação da fanzine, dividindo tarefas e ideias.

  • Refletir sobre como a luta por direitos civis se relaciona com suas próprias vidas.

  • Apresentar a fanzine para a turma, explicando suas escolhas e aprendizados.