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Aula sobre As transformações geométricas e os fractais

Metodologia ativa — Design Thinking

Por que usar essa metodologia?

O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.

Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.

As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.

Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.

Você sabia?

É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.


As transformações geométricas são movimentos ou alterações que podemos aplicar em figuras no plano, como translação, reflexão, rotação e homotetia. Elas estão presentes em diversas situações do cotidiano, como na arquitetura, nas artes visuais e na natureza. Os fractais são estruturas geométricas que se repetem em diferentes escalas, presentes em elementos naturais como folhas, nuvens e costas marítimas, além de serem usados em produções humanas, como obras de arte e construções civis. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa Design Thinking para que os alunos criem um mapa de empatia que os ajude a compreender e relacionar as transformações geométricas e os fractais com suas percepções, experiências e observações, tornando o aprendizado mais significativo e conectado com o cotidiano.

Material de apoio 1 — As transformações geométricas e os fractais

  1. Etapa 11. Introdução e Contextualização

    O professor inicia a aula apresentando o conceito de transformações geométricas (translação, reflexão, rotação e homotetia) e fractais, utilizando exemplos visuais simples, como imagens de folhas, obras de arte e construções civis. Explica a importância desses conceitos e como eles aparecem no cotidiano, despertando o interesse dos alunos para o tema.


  2. Etapa 22. Apresentação do Mapa de Empatia

    O professor apresenta o mapa de empatia, explicando cada um dos campos: 'O que ele pensa e sente?', 'O que ele escuta?', 'O que ele fala e faz?', 'O que ele vê?', 'Dores' e 'Ganhos'. Explica que o objetivo é que os alunos se coloquem no lugar de uma figura geométrica ou de um fractal para entender suas características e relações.


  3. Etapa 33. Formação dos Grupos e Definição do Personagem

    Os alunos são divididos em grupos e escolhem um tipo de transformação geométrica ou um fractal para trabalhar. Cada grupo deve imaginar como seria a experiência dessa figura ou transformação, considerando os campos do mapa de empatia para construir uma narrativa.


  4. Etapa 44. Construção do Mapa de Empatia

    Os grupos discutem e preenchem o mapa de empatia, registrando as percepções e características da figura ou transformação escolhida. O professor circula entre os grupos, auxiliando e incentivando a reflexão crítica e a conexão com os conceitos matemáticos.


  5. Etapa 55. Apresentação e Compartilhamento

    Cada grupo apresenta seu mapa de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas e as relações estabelecidas entre os campos do mapa e os conceitos de transformações geométricas e fractais. Os demais alunos podem fazer perguntas e contribuir com comentários.


  6. Etapa 66. Reflexão e Sistematização

    O professor conduz uma discussão para consolidar o aprendizado, destacando como as transformações geométricas e os fractais estão presentes na natureza e nas produções humanas, e como o mapa de empatia ajudou a compreender esses conceitos de forma mais profunda e empática.


  7. Etapa 77. Avaliação e Feedback

    O professor avalia a participação dos alunos, a qualidade dos mapas de empatia e as apresentações, utilizando os critérios estabelecidos. Oferece feedback construtivo para cada grupo e sugere possíveis aprofundamentos ou aplicações futuras do tema.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a compreensão das transformações geométricas isométricas e homotéticas.

  • Relacionar as transformações geométricas com exemplos práticos da natureza e produções humanas, como os fractais.

  • Estimular o pensamento crítico e a empatia por meio da criação de mapas de empatia para explorar o tema.

  • Promover a colaboração e a criatividade dos alunos na construção do conhecimento.

  • Aplicar a metodologia Design Thinking para tornar a aprendizagem ativa e contextualizada.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa na construção do mapa de empatia.

  • Capacidade de relacionar conceitos matemáticos com exemplos práticos e do cotidiano.

  • Clareza e organização das ideias apresentadas no mapa de empatia.

  • Demonstração de compreensão das transformações geométricas e dos fractais.

  • Colaboração e trabalho em grupo durante as etapas da atividade.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar as transformações geométricas e os fractais com exemplos visuais e cotidianos.

  • Disponibilizar o mapa de empatia impresso ou projetado para que os alunos possam utilizá-lo como guia.

  • Orientar os alunos na criação do mapa de empatia, explicando cada campo e incentivando a reflexão.

  • Medir o andamento das discussões em grupo, promovendo intervenções que estimulem o pensamento crítico e a conexão dos conceitos.

  • Organizar a apresentação dos mapas de empatia pelos grupos para troca de ideias e aprofundamento do tema.

  • Avaliar a participação e o entendimento dos alunos com base nos critérios estabelecidos.

Ações do aluno

  • Observar e refletir sobre as transformações geométricas e os fractais apresentados pelo professor.

  • Participar ativamente da construção do mapa de empatia em grupo, discutindo e registrando as ideias nos campos indicados.

  • Relacionar suas percepções pessoais e observações com os conceitos matemáticos estudados.

  • Colaborar com os colegas para organizar e apresentar o mapa de empatia.

  • Compartilhar dúvidas, descobertas e exemplos durante as discussões em sala.