Logo do Aprendizap

Aula sobre Características dos seres vivos: níveis de organização

Metodologia ativa — Design Thinking

Por que usar essa metodologia?

O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.

Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.

As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.

Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.

Você sabia?

É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.


Nesta aula, os estudantes irão explorar as características dos seres vivos e seus níveis de organização, desde as células até os organismos completos, compreendendo como a vida se manifesta em diferentes escalas. O tema será trabalhado a partir da metodologia ativa Design Thinking, que estimula a empatia e o pensamento crítico.

Para isso, os alunos irão usar um mapa de empatia focado em um ser vivo específico, investigando suas percepções, comportamentos e desafios. Essa abordagem permitirá que os estudantes se coloquem no lugar dos seres vivos, entendendo suas necessidades e interações com o ambiente, tornando o aprendizado mais significativo e conectado ao cotidiano.

Material de apoio 1 — Características dos seres vivos: níveis de organização

  1. Etapa 1Introdução ao tema e contextualização

    Inicie a aula apresentando o tema "Características dos seres vivos: níveis de organização", explicando sua importância para entender a diversidade da vida. Exemplos práticos são dados, como a organização do corpo humano, plantas e animais, destacando as células, tecidos, órgãos e sistemas. Explique que a aula será desenvolvida com a metodologia Design Thinking, utilizando um mapa de empatia para aprofundar o conhecimento de forma colaborativa e criativa.


  2. Etapa 2Apresentação do mapa de empatia

    Apresente o mapa de empatia, explicando cada campo: "O que ele pensa e sente?", "O que ele escuta?", "O que ele fala e faz?", "O que ele vê?", "Dores" e "Ganhos". Utilizando o material de apoio disponível em PDF ou imagem, mostre exemplos de preenchimento para que os alunos compreendam como aplicar o conceito ao ser vivo escolhido.


  3. Etapa 3Formação de grupos e escolha do ser vivo

    Os alunos são organizados em pequenos grupos e orientados a escolher um ser vivo para desenvolver o mapa de empatia. Incentive a escolha de seres vivos variados, como plantas, animais ou microrganismos, para ampliar a diversidade de análises. Os grupos começam a discutir suas primeiras ideias sobre o ser vivo escolhido, pensando em suas características e ambiente.


  4. Etapa 4Pesquisa e construção do mapa de empatia

    Os grupos pesquisam, discutem e preenchem o mapa de empatia, refletindo sobre os diferentes aspectos do ser vivo: o que ele pensa e sente, o que escuta, fala e faz, o que vê, suas dores e ganhos. Circule entre os grupos, auxiliando, provocando perguntas e estimulando a reflexão crítica e a empatia.


  5. Etapa 5Socialização dos mapas de empatia

    Cada grupo apresenta seu mapa de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas e as informações levantadas. Promova um debate, incentivando os alunos a relacionarem as características do ser vivo com seus níveis de organização e o ambiente em que vivem, destacando as condições favoráveis e os fatores limitantes.


  6. Etapa 6Reflexão e síntese

    Conduza uma reflexão coletiva sobre o que foi aprendido, destacando a importância de compreender os níveis de organização dos seres vivos e como eles se relacionam com o ambiente. Os alunos são convidados a sintetizar as principais ideias e a pensar em como o conhecimento pode ser aplicado em situações do cotidiano.


  7. Etapa 7Avaliação e feedback

    Avalie a participação dos alunos, a qualidade dos mapas de empatia e a colaboração nos grupos. Também promova um momento de feedback, onde os alunos podem expressar suas impressões sobre a atividade e sugerir melhorias para futuras aulas.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a compreensão dos níveis de organização dos seres vivos, desde a célula até o organismo completo.

  • Estimular a empatia e o pensamento crítico por meio da construção de mapas de empatia aplicados a seres vivos.

  • Promover a análise das condições ambientais favoráveis e dos fatores limitantes à vida em diferentes níveis de organização.

  • Incentivar a colaboração e a comunicação entre os estudantes durante o processo de criação e discussão dos mapas de empatia.

  • Desenvolver habilidades de observação, análise e síntese de informações relacionadas à biologia dos seres vivos.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa na construção do mapa de empatia e nas discussões em grupo.

  • Capacidade de relacionar as características dos seres vivos com seus níveis de organização.

  • Clareza e coerência na apresentação das informações no mapa de empatia.

  • Demonstração de compreensão das condições ambientais que influenciam os seres vivos.

  • Trabalho colaborativo e respeito às ideias dos colegas.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar a importância dos níveis de organização dos seres vivos.

  • Explicar o conceito e a estrutura do mapa de empatia, mostrando o material de apoio com os campos a serem preenchidos.

  • Organizar os alunos em grupos e orientar a escolha de um ser vivo para o desenvolvimento do mapa de empatia.

  • Acompanhar e mediar as discussões nos grupos, estimulando a reflexão e o aprofundamento do tema.

  • Promover a socialização dos mapas de empatia, incentivando a apresentação e o debate entre os grupos.

  • Avaliar a participação, o conteúdo e a colaboração dos alunos durante a atividade.

Ações do aluno

  • Participar da discussão inicial sobre as características dos seres vivos e seus níveis de organização.

  • Formar grupos e escolher um ser vivo para desenvolver o mapa de empatia.

  • Pesquisar e refletir sobre o ser vivo escolhido, preenchendo os campos do mapa de empatia: o que ele pensa e sente, escuta, fala e faz, vê, suas dores e ganhos.

  • Colaborar com os colegas para construir um mapa de empatia coerente e completo.

  • Apresentar o mapa de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas e as informações levantadas.

  • Ouvir e respeitar as apresentações dos colegas, participando dos debates e questionamentos.