Aula sobre Colonialismo na África e a Conferência de Berlim
Metodologia ativa — Aprendizagem Baseada em Projetos
Por que usar essa metodologia?
Através desta metodologia, é possível incentivar o protagonismo do aluno e desenvolver habilidades que serão importantes na sua vida dentro e fora do ambiente escolar, como: colaboração, raciocínio lógico, pensamento crítico, proatividade e a percepção que é possível realizar a mesma tarefa de formas distintas.
Com essa metodologia os alunos em grupo se aprofundam na temática proposta para desenvolver um projeto que apresenta ligação com o seu cotidiano. Na busca por possíveis soluções, a aprendizagem por pares favorece a tomada de decisão, o desenvolvimento da escuta ativa e uma aprendizagem mais significativa.
Você sabia?
A aprendizagem baseada em projetos é uma forte aliada da interdisciplinaridade. É possível propor essa metodologia em parceria com outras disciplinas e potencializar ainda mais o processo ensino aprendizagem.
O colonialismo na África foi um período em que as potências europeias exploraram e dominaram o continente africano, levando à divisão arbitrária de territórios e à exploração de recursos naturais. A Conferência de Berlim, em 1884, foi um evento que marcou o início do processo de divisão do continente africano entre as potências europeias. Nesta aula, os alunos irão aprender sobre as dinâmicas do colonialismo na África e a Conferência de Berlim, bem como as lógicas de resistência das populações locais diante das questões internacionais. A metodologia utilizada será a Aprendizagem Baseada em Projetos, na qual os alunos criarão um template de avaliação por pares para avaliar o desempenho de seus colegas.

Etapa 1 — Introdução
Apresente o tema da aula e contextualize o colonialismo na África e a Conferência de Berlim. Os alunos serão divididos em grupos e cada grupo irá escolher um país africano que foi colonizado e pesquisar sobre sua história.
Etapa 2 — Pesquisa em grupo
Os alunos terão tempo para pesquisar sobre a história do país escolhido pelo grupo e identificar como o colonialismo afetou o país em questão. Eles devem coletar informações sobre a exploração de recursos naturais, a divisão territorial e as consequências sociais e políticas do colonialismo.
Etapa 3 — Criação do template de avaliação por pares
Os grupos irão criar um template de avaliação por pares com os critérios de avaliação organização do grupo, construção dos argumentos, apresentação e comunicação, desempenho geral.
Etapa 4 — Apresentação dos resultados
Cada grupo irá apresentar suas descobertas e o template de avaliação por pares para a classe. Os alunos irão avaliar o desempenho dos outros grupos utilizando o template criado.
Etapa 5 — Discussão em grupo
Os alunos irão discutir em grupo como o colonialismo afetou a África e as lógicas de resistência das populações locais diante das questões internacionais.
Etapa 6 — Conclusão
Conclua a aula, resumindo os principais pontos discutidos e destaque a importância de compreender o colonialismo na África e suas consequências.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a capacidade dos alunos de pesquisar e coletar informações sobre um tema específico.
Estimular a colaboração e o trabalho em equipe.
Promover a capacidade dos alunos de avaliar e dar feedback construtivo aos colegas.
Critérios de avaliação
Organização do grupo.
Construção dos argumentos.
Apresentação e comunicação.
Desempenho geral.
Ações do professor
Apresentar o tema e contextualizar o colonialismo na África e a Conferência de Berlim.
Orientar os alunos na pesquisa em grupo.
Auxiliar os alunos na criação do template de avaliação por pares.
Avaliar o desempenho dos alunos utilizando o template criado pelos grupos.
Concluir a aula e resumir os principais pontos discutidos.
Ações do aluno
Pesquisar sobre a história de um país africano colonizado.
Trabalhar em grupo para coletar informações e criar um template de avaliação por pares.
Apresentar suas descobertas para a classe e avaliar o desempenho dos outros grupos.
Discutir em grupo como o colonialismo afetou a África e as lógicas de resistência das populações locais diante das questões internacionais.
Participar ativamente das atividades propostas pelo professor.