Aula sobre Conectores indicadores de condição
Metodologia ativa — Cultura Maker
Por que usar essa metodologia?
A Cultura Maker favorece a relação entre a teoria e a prática. Através dela conseguimos responder perguntas como: “Professor(a), onde vou usar isso? Por que devo aprender isso?”.
A Cultura Maker não é um passo a passo, ou seja, não é uma receita de bolo que os alunos apenas replicam. Só é considerado cultura maker se houver espaços para criação, autonomia e dinamismo.
Essa metodologia enriquece o processo criativo, a aprendizagem por pares e as habilidades socioemocionais. Propicia caminhos para as atividades interdisciplinares, permitindo que o aprendizado seja mais realista e significativo, perpassando entre as diferentes áreas, competências e habilidades.
Você sabia?
A cultura maker foi expandida após o movimento DIY sigla em inglês para “do it yourself”, que significa “faça você mesmo”. Essa cultura inspira as pessoas a construírem coisas incríveis.
Antes de iniciar a atividade, é importante contextualizar o assunto para os alunos. Explique que conectores são palavras ou expressões que procuram unir duas ou mais ideias em um texto, e que os conectores de condição indicam uma relação de causa e efeito.
Dê exemplos de conectores indicadores de condição: se, caso, desde que, contanto que, entre outras.

Etapa 1 — Apresentação do problema
Professor, apresente um problema para os alunos, preferencialmente que seja real e relevante para os alunos. Por exemplo:
Como convencer o diretor a permitir a instalação de uma horta orgânica na escola?
Etapa 2 — Geração de alternativas
Os alunos irão trabalhar em grupos para pensar em alternativas para resolver o problema. Cada grupo deve apresentar pelo menos três alternativas diferentes.
Etapa 3 — Seleção da solução
Os grupos irão selecionar a melhor alternativa para resolver o problema. Eles devem justificar a escolha usando conectores indicadores de condição.
Etapa 4 — Criação do diário de bordo
Cada grupo deve criar um diário de bordo, no qual irão registrar o problema, as alternativas geradas, a solução escolhida e a justificativa da escolha. O diário deve ser criado em um caderno ou fichário.
Etapa 5 — Revisão
Os grupos irão revisar o conteúdo de seu diário de bordo com o professor, que dará feedback e sugestões de melhoria, se necessário.
Etapa 6 — Apresentação final
Os grupos devem apresentar seu diário de bordo para a turma, explicando qual foi o problema, quais as alternativas geradas, qual a solução escolhida e a justificativa da escolha, usando os conectores indicadores de condição durante a apresentação.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolvimento da habilidade de utilizar conectores indicadores de condição na construção da argumentação e intencionalidade discursiva
Fomentar o trabalho em grupo e a colaboração entre os alunos
Estimular a criatividade e o pensamento crítico
Critérios de avaliação
Uso correto e adequado dos conectores indicadores de condição em todas as etapas do diário de bordo.
Criatividade na geração de alternativas para resolver o problema apresentado.
Justificativa bem fundamentada da solução escolhida.
Organização e clareza na apresentação do diário de bordo.
Trabalho em grupo e colaboração entre os alunos.
Ações do professor
Apresentar o problema e orientar os alunos para a atividade.
Fornecer feedback e orientação aos grupos durante a atividade.
Estimular a participação e o trabalho em grupo.
Avaliar o diário de bordo e a apresentação final dos grupos.
Contextualizar o assunto e fornecer exemplos práticos.
Ações do aluno
Trabalhar em grupo para gerar alternativas para o problema apresentado.
Selecionar a melhor alternativa e justificar a escolha usando conectores indicadores de condição.
Criar um diário de bordo, registrando todas as etapas da atividade.
Revisar o diário de bordo com o professor e fazer as correções necessárias.
Apresentar o diário de bordo para a turma, utilizando conectores indicadores de condição.