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Aula sobre Congruência e semelhança de triângulos: problemas

Metodologia ativa — Aprendizagem Entre Pares

Por que usar essa metodologia?

Através desta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como autonomia, proatividade, argumentação, liderança, autoestima, comunicação, pensamento crítico, colaboração e responsabilidade.

Você sabia?

A aprendizagem entre pares foi desenvolvida por um professor de física, Eric Mazur, em 1990 na Universidade de Harvard. O professor notou a necessidade de mudar a forma tradicional das suas aulas, buscando maior engajamento dos alunos. Resolveu então, pesquisar e criar uma nova forma de ensinar e aprender em dupla.


A congruência e a semelhança de triângulos são conceitos fundamentais na geometria que aparecem frequentemente em diversas situações do cotidiano, como na construção civil, na engenharia, no design e até na arte. Por exemplo, ao projetar uma escada, é importante garantir que os triângulos formados sejam semelhantes para manter proporções adequadas e segurança. Nesta aula, os estudantes irão explorar problemas envolvendo esses conceitos, aplicando relações métricas e propriedades dos triângulos para resolver e criar situações-problema. A metodologia ativa de Aprendizagem Entre Pares será utilizada para promover a colaboração, o pensamento crítico e a comunicação, com os alunos criando e utilizando um template de avaliação por pares para analisar o desempenho dos grupos durante a atividade.

Material de apoio 1 — Congruência e semelhança de triângulos: problemas

  1. Etapa 1Introdução, contextualização do tema e apresentação do template

    O professor inicia a aula apresentando o conceito de congruência e semelhança de triângulos, destacando sua relevância em situações do cotidiano, como na arquitetura e na engenharia. Exemplos práticos são mostrados, como a comparação de triângulos em plantas de construção ou objetos do dia a dia. Em seguida, o professor explica que a aula será desenvolvida por meio da metodologia ativa Aprendizagem Entre Pares, onde os alunos trabalharão em grupos para resolver problemas e avaliar uns aos outros.


  2. Etapa 2Formação dos grupos e definição dos critérios de avaliação

    O professor organiza a turma em grupos heterogêneos, considerando diferentes níveis de conhecimento e habilidades. Cada grupo recebe a tarefa de discutir e preencher um template de avaliação por pares já apresentado anteriormente pelo professor, contendo os critérios: organização do grupo, construção dos argumentos, apresentação e comunicação, desempenho geral. Os alunos definem a escala de notas de 1 a 5 para cada critério, com orientação do professor para garantir clareza e objetividade.


  3. Etapa 3Resolução colaborativa de problemas

    Os grupos recebem uma seleção de problemas que envolvem congruência e semelhança de triângulos, incluindo aplicações das leis do seno e do cosseno. Os estudantes discutem e aplicam os conceitos para resolver os problemas, organizando seus argumentos e preparando uma apresentação clara. O professor circula pela sala, oferecendo suporte e esclarecendo dúvidas, estimulando o pensamento crítico e a colaboração.


  4. Etapa 4Apresentação das soluções e avaliação entre pares

    Cada grupo apresenta suas soluções para a turma, explicando o raciocínio e as estratégias utilizadas. Após as apresentações, os grupos trocam os templates de avaliação e aplicam a avaliação por pares, atribuindo notas de 1 a 5 para cada critério definido. O professor orienta para que as avaliações sejam construtivas e respeitosas, enfatizando a importância do feedback para o aprendizado.


  5. Etapa 5Reflexão e discussão sobre o processo

    Com as avaliações em mãos, os grupos refletem sobre o feedback recebido, identificando pontos fortes e aspectos a melhorar. O professor conduz uma discussão coletiva, incentivando os alunos a compartilharem suas percepções sobre a atividade, os desafios enfrentados e as aprendizagens adquiridas. Essa etapa visa consolidar o conhecimento e promover a metacognição.


  6. Etapa 6Consolidação dos conceitos e aplicação prática

    O professor apresenta novos exemplos práticos e problemas desafiadores relacionados à congruência e semelhança, estimulando os alunos a aplicar os conceitos de forma autônoma. Os estudantes podem trabalhar individualmente ou em grupos, utilizando as estratégias discutidas para resolver as questões. Essa etapa reforça a aprendizagem e a capacidade de transferir o conhecimento para diferentes contextos.


  7. Etapa 7Avaliação final e encerramento

    Para finalizar, o professor realiza uma síntese dos principais pontos abordados na aula, destacando a importância da congruência e semelhança na resolução de problemas. Os alunos são convidados a expressar suas dúvidas e sugestões para futuras atividades. O professor também pode propor uma autoavaliação para que os estudantes reflitam sobre seu desempenho e evolução durante a aula.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a compreensão dos conceitos de congruência e semelhança de triângulos e suas aplicações em problemas práticos.

  • Estimular a habilidade de aplicar relações métricas, incluindo as leis do seno e do cosseno, para resolver problemas envolvendo triângulos.

  • Promover a colaboração e o trabalho em equipe por meio da metodologia de Aprendizagem Entre Pares.

  • Fomentar a capacidade de argumentação, comunicação e avaliação crítica entre os estudantes.

  • Incentivar a autonomia dos alunos na construção do conhecimento e na avaliação do próprio processo de aprendizagem.

Critérios de avaliação

  • Organização e cooperação do grupo durante a resolução dos problemas.

  • Clareza e consistência na construção dos argumentos matemáticos.

  • Qualidade da apresentação e comunicação das soluções encontradas.

  • Desempenho geral na aplicação dos conceitos de congruência e semelhança.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar sua importância com exemplos do cotidiano.

  • Dividir a turma em grupos heterogêneos para garantir diversidade de habilidades.

  • Orientar os alunos na criação do template de avaliação por pares, explicando os critérios e a escala de notas.

  • Medir o andamento das discussões, oferecendo suporte e esclarecendo dúvidas.

  • Promover a troca de grupos para a aplicação da avaliação por pares, garantindo que cada grupo avalie outro distinto.

  • Estimular a reflexão sobre o processo de aprendizagem a partir das avaliações recebidas.

  • Conduzir uma discussão final para consolidar os conceitos e as aprendizagens obtidas.

Ações do aluno

  • Participar ativamente das discussões em grupo para resolver problemas de congruência e semelhança.

  • Colaborar na elaboração do template de avaliação por pares, definindo critérios e notas.

  • Apresentar as soluções encontradas para os demais colegas de forma clara e organizada.

  • Avaliar o desempenho do grupo avaliado utilizando o template criado, atribuindo notas de 1 a 5.

  • Receber e refletir sobre o feedback recebido dos colegas para aprimorar o entendimento.

  • Participar da discussão coletiva para compartilhar aprendizados e dificuldades.