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Aula sobre Cyberbullying: da prática ao combate

Metodologia ativa — Rotação por estações

Por que usar essa metodologia?

Esta metodologia é muito necessária quando pensamos em personalização da aprendizagem. Através dela, podemos trabalhar com circuitos projetados, chamados de estações. Cada estação possui uma atividade com início, meio e fim, para que os alunos possam começar por qualquer uma delas sem que haja uma ordem fixa a seguir.

Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como autonomia, proatividade, comunicação, alfabetização digital, pensamento crítico, capacidade de trabalhar em equipe e gestão de tempo.

Você sabia?

É importante ressaltar que para ser caracterizada como rotação por estação é necessário ter ao menos uma estação no formato digital.


O tema Cyberbullying é uma questão atual e relevante para estudantes do Ensino Médio, pois envolve o uso das tecnologias digitais de comunicação, que fazem parte do cotidiano dos jovens. O cyberbullying consiste em agressões, humilhações ou perseguições realizadas por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais. Exemplos práticos incluem o envio de mensagens ofensivas, a divulgação de fotos ou vídeos sem consentimento e a criação de perfis falsos para difamar alguém. Nesta aula, a metodologia ativa Rotação por estações será aplicada para proporcionar uma abordagem diversificada do tema, permitindo que os estudantes explorem diferentes aspectos do cyberbullying, suas consequências e estratégias de combate, por meio de atividades colaborativas e reflexivas. O professor disponibilizará templates de registro de aprendizagem com campos de Check-in e Check-out para que os estudantes possam registrar suas reflexões e aprendizagens em cada etapa.

Material de apoio 1 — Cyberbullying: da prática ao combate

  1. Etapa 1Organização inicial e Check-in

    O professor deverá dividir a turma em grupos e apresentar o tema Cyberbullying, contextualizando sua importância no cotidiano dos estudantes. Em seguida, os estudantes deverão preencher o campo Check-in do template de registro de aprendizagem, registrando suas expectativas e conhecimentos prévios sobre o tema.


  2. Etapa 2Estação 1: Análise de casos reais

    Nesta estação, os estudantes deverão analisar textos ou relatos de situações reais de cyberbullying, identificando os tipos de agressões e seus impactos. O professor disponibilizará os materiais para leitura e o template para registro das principais observações no Check-out.


  3. Etapa 3Estação 2: Mapa da Empatia

    Os estudantes irão utilizar o template do Mapa da Empatia para compreender as emoções, pensamentos e necessidades das vítimas e agressores no contexto do cyberbullying. Essa atividade visa promover a empatia e a reflexão sobre as consequências das ações digitais.


  4. Etapa 4Estação 3: Estratégias de combate e prevenção

    Nesta estação, os estudantes deverão discutir e registrar no template as possíveis estratégias para prevenir e combater o cyberbullying, considerando o papel dos estudantes, da escola e da comunidade. O professor poderá apresentar exemplos práticos, como campanhas de conscientização e ferramentas de denúncia.


  5. Etapa 5Rotação entre estações

    Os grupos deverão rotacionar entre as estações, garantindo que todos os estudantes participem de todas as atividades e explorem o tema sob diferentes perspectivas. O professor deverá orientar a transição e garantir a organização do processo.


  6. Etapa 6Sistematização coletiva

    Após a passagem por todas as estações, o professor deverá conduzir uma discussão coletiva para que os grupos compartilhem suas reflexões e registros, promovendo a integração das aprendizagens e o aprofundamento do tema.


  7. Etapa 7Check-out final e reflexão

    Os estudantes deverão preencher o campo Check-out do template de registro de aprendizagem, registrando o que aprenderam, suas impressões finais e possíveis compromissos para o uso ético das tecnologias digitais. O professor poderá solicitar que compartilhem algumas reflexões para encerrar a aula.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a compreensão crítica sobre o fenômeno do cyberbullying e suas implicações sociais e pessoais.

  • Estimular o uso ético e responsável das tecnologias digitais de informação e comunicação.

  • Promover a reflexão sobre estratégias de prevenção e combate ao cyberbullying.

  • Fomentar o trabalho colaborativo e a participação ativa dos estudantes em diferentes formatos de aprendizagem.

  • Incentivar a expressão e o registro das aprendizagens por meio de templates estruturados.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa e colaborativa nas atividades propostas em cada estação.

  • Capacidade de análise crítica e reflexão sobre as causas e consequências do cyberbullying.

  • Utilização adequada dos templates de registro de aprendizagem, com preenchimento consistente dos campos de Check-in e Check-out.

  • Demonstração de compreensão das estratégias de combate e prevenção ao cyberbullying.

Ações do professor

  • Organizar a turma em grupos e preparar as estações de aprendizagem com atividades diversificadas e relacionadas ao tema.

  • Disponibilizar os templates de registro de aprendizagem para uso dos estudantes em todas as estações.

  • Apresentar as instruções claras para cada estação, garantindo que os estudantes compreendam as propostas.

  • Gerenciar o tempo de permanência dos grupos em cada estação, assegurando a rotatividade.

  • Estimular a participação e o engajamento dos estudantes durante as atividades.

  • Conduzir a sistematização coletiva ao final, promovendo a troca de experiências e reflexões entre os grupos.

Ações do aluno

  • Participar ativamente das atividades propostas em cada estação, colaborando com os colegas do grupo.

  • Utilizar os templates de registro de aprendizagem para registrar as reflexões no Check-in e Check-out.

  • Analisar criticamente os conteúdos e situações apresentadas nas estações.

  • Discutir e compartilhar ideias com o grupo para aprofundar a compreensão do tema.

  • Contribuir na sistematização coletiva, apresentando as aprendizagens e experiências vivenciadas.