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Aula sobre Eventos e espaço amostral

Metodologia ativa — Design Thinking

Por que usar essa metodologia?

O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.

Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.

As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.

Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.

Você sabia?

É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.


Nesta aula, os estudantes irão explorar o conceito de eventos e espaço amostral, fundamentais para o entendimento da probabilidade, por meio da metodologia ativa Design Thinking. O tema será contextualizado com exemplos práticos do cotidiano, como o lançamento de dados, sorteios e situações de tomada de decisão, para que os alunos compreendam a aplicação real desses conceitos. Utilizaremos um mapa de empatia para que os alunos possam se colocar no lugar de um personagem ou situação relacionada a eventos e espaço amostral, identificando pensamentos, sentimentos, percepções e desafios, o que facilitará a compreensão e a investigação dos diferentes tipos de espaços amostrais e eventos, equiprováveis ou não.

Material de apoio 1 — Eventos e espaço amostral

  1. Etapa 11. Introdução e Contextualização

    O professor inicia a aula apresentando o conceito de eventos e espaço amostral, utilizando exemplos práticos do cotidiano, como o lançamento de dados, sorteios e situações de decisão. O objetivo é despertar o interesse dos alunos e mostrar a relevância do tema para a vida real. Em seguida, o professor apresenta o mapa de empatia, explicando seus campos e como ele será usado para explorar o tema de forma colaborativa.


  2. Etapa 22. Formação dos Grupos e Escolha do Personagem ou Situação

    Os alunos são divididos em pequenos grupos e recebem a tarefa de escolher um personagem ou uma situação relacionada a eventos e espaço amostral (por exemplo, um jogador de dados, um participante de um sorteio, um cientista que realiza experimentos). Essa escolha servirá como base para a aplicação do mapa de empatia, permitindo que os alunos se coloquem no lugar do personagem para compreender melhor os conceitos.


  3. Etapa 33. Preenchimento do Mapa de Empatia

    Cada grupo utiliza o mapa de empatia para preencher os campos: 'O que ele pensa e sente?', 'O que ele escuta?', 'O que ele fala e faz?', 'O que ele vê?', 'Dores' e 'Ganhos', relacionados ao personagem ou situação escolhida. O professor circula entre os grupos para orientar, esclarecer dúvidas e estimular o pensamento crítico, garantindo que os alunos relacionem as informações com os conceitos de eventos e espaço amostral.


  4. Etapa 44. Análise dos Tipos de Espaço Amostral e Eventos

    Com os mapas de empatia preenchidos, os grupos discutem os diferentes tipos de espaços amostrais (discretos e não discretos) e eventos (equiprováveis ou não) presentes na situação escolhida. Eles investigam as implicações desses tipos no cálculo de probabilidades, relacionando as informações do mapa com os conceitos matemáticos. O professor auxilia na formalização dessas ideias, promovendo a compreensão dos conteúdos.


  5. Etapa 55. Apresentação dos Mapas de Empatia e Discussão

    Cada grupo apresenta seu mapa de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas e as relações estabelecidas com eventos e espaço amostral. Após as apresentações, o professor conduz uma discussão coletiva, destacando pontos importantes, esclarecendo dúvidas e reforçando os conceitos matemáticos envolvidos. Essa etapa estimula a comunicação, a argumentação e o aprendizado colaborativo.


  6. Etapa 66. Aplicação Prática e Exercícios

    O professor propõe exercícios práticos que envolvem diferentes tipos de espaços amostrais e eventos para que os alunos apliquem os conceitos estudados. Os exercícios podem ser feitos em grupo ou individualmente, e o professor oferece suporte conforme necessário. Essa etapa visa consolidar o conhecimento e desenvolver habilidades de cálculo de probabilidades.


  7. Etapa 77. Reflexão e Avaliação

    Para finalizar, o professor conduz uma reflexão sobre o processo de aprendizagem, solicitando que os alunos compartilhem suas impressões sobre a atividade com o mapa de empatia e o entendimento dos conceitos. O professor avalia a participação, o entendimento e a aplicação dos conteúdos conforme os critérios estabelecidos, oferecendo feedback para os alunos.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a compreensão dos conceitos de espaço amostral e eventos em probabilidade.

  • Estimular o pensamento crítico e a empatia por meio da utilização do mapa de empatia.

  • Promover a investigação e análise de diferentes tipos de espaços amostrais, discretos e contínuos.

  • Fomentar a colaboração e a comunicação entre os alunos durante a atividade.

  • Aplicar conceitos matemáticos em situações reais e cotidianas para maior significado e engajamento.

Critérios de avaliação

  • Capacidade de identificar corretamente os elementos de um espaço amostral e eventos.

  • Participação ativa no preenchimento do mapa de empatia, demonstrando compreensão do tema.

  • Habilidade de relacionar os conceitos matemáticos com exemplos práticos e cotidianos.

  • Clareza e organização na apresentação das ideias durante as discussões em grupo.

  • Reflexão crítica sobre as diferentes perspectivas apresentadas no mapa de empatia.

Ações do professor

  • Apresentar o tema de forma contextualizada, utilizando exemplos do cotidiano para despertar o interesse dos alunos.

  • Explicar o funcionamento do mapa de empatia e como ele será utilizado para explorar o tema.

  • Dividir os alunos em grupos e orientar a aplicação do mapa de empatia, garantindo que todos participem.

  • Medir o andamento das atividades, promovendo intervenções para esclarecer dúvidas e estimular o pensamento crítico.

  • Facilitar a discussão e a apresentação dos mapas de empatia preenchidos pelos grupos.

  • Relacionar as conclusões dos alunos com os conceitos matemáticos formais de eventos e espaço amostral.

  • Avaliar a participação e o entendimento dos alunos com base nos critérios estabelecidos.

Ações do aluno

  • Participar ativamente das discussões e da utilização do mapa de empatia em grupo.

  • Refletir sobre as percepções, sentimentos e ações relacionadas aos eventos e espaços amostrais.

  • Analisar exemplos práticos e relacioná-los com os conceitos matemáticos estudados.

  • Colaborar com os colegas para organizar as informações no mapa de empatia.

  • Apresentar as conclusões do grupo e argumentar suas ideias durante as discussões.

  • Fazer perguntas e buscar esclarecimentos para aprofundar o entendimento do tema.