Aula sobre Fluxograma é um tipo de diagrama
Metodologia ativa — Aprendizagem Entre Pares
Por que usar essa metodologia?
Através desta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como autonomia, proatividade, argumentação, liderança, autoestima, comunicação, pensamento crítico, colaboração e responsabilidade.
Você sabia?
A aprendizagem entre pares foi desenvolvida por um professor de física, Eric Mazur, em 1990 na Universidade de Harvard. O professor notou a necessidade de mudar a forma tradicional das suas aulas, buscando maior engajamento dos alunos. Resolveu então, pesquisar e criar uma nova forma de ensinar e aprender em dupla.
Os fluxogramas são representações gráficas que facilitam a compreensão de processos, algoritmos e sequências de ações. No cotidiano, podemos encontrá-los em manuais de instruções, processos industriais, programação de computadores e até em receitas culinárias. Nesta aula, os estudantes irão explorar o conceito de fluxograma como um tipo de diagrama, entendendo sua estrutura e aplicabilidade. Utilizando a metodologia ativa de Aprendizagem Entre Pares, os alunos irão colaborar na criação de um mapa conceitual que organiza o tema central e seus subtemas, aprofundando o conhecimento e desenvolvendo habilidades de investigação e registro de algoritmos por meio de fluxogramas.

Etapa 1 — Introdução ao tema e contextualização
O professor inicia a aula explicando o que é um fluxograma, destacando que é um tipo de diagrama usado para representar processos e algoritmos. Apresenta exemplos práticos do cotidiano, como o passo a passo para preparar uma receita ou o funcionamento de um semáforo. Em seguida, introduz o mapa conceitual que será utilizado como material de apoio, explicando sua estrutura com uma ideia central e 8 sub-ideias distribuídas em dois níveis de profundidade.
Etapa 2 — Formação dos grupos e distribuição do material
Os alunos são organizados em duplas ou pequenos grupos para facilitar a Aprendizagem Entre Pares. Cada grupo recebe o mapa conceitual para orientar a construção coletiva do conhecimento. O professor explica que o objetivo é que eles criem um mapa conceitual próprio, baseado no material fornecido, relacionando o tema central 'Fluxograma é um tipo de diagrama' com seus subtemas.
Etapa 3 — Exploração e discussão do mapa conceitual
Os grupos exploram o mapa conceitual fornecido, discutindo entre si o significado de cada sub-ideia e como elas se conectam com a ideia central. Eles devem refletir sobre exemplos práticos e pensar em situações onde os fluxogramas são aplicados, fortalecendo a compreensão do tema.
Etapa 4 — Construção do mapa conceitual pelos alunos
Com base na discussão, cada grupo começa a construir seu próprio mapa conceitual, organizando as ideias e aprofundando os subtemas em dois níveis de profundidade. Eles devem registrar as relações entre os conceitos e incluir exemplos práticos que ajudem a ilustrar o uso dos fluxogramas.
Etapa 5 — Investigação e registro de algoritmos por fluxogramas
Os alunos são convidados a pensar em um problema simples do cotidiano ou da Matemática e a representar a solução por meio de um fluxograma. Essa atividade permite que eles apliquem o conhecimento adquirido e desenvolvam a habilidade de registrar algoritmos visualmente.
Etapa 6 — Apresentação e troca entre os grupos
Cada grupo apresenta seu mapa conceitual e o fluxograma criado para a turma, explicando as escolhas feitas e os conceitos abordados. Os colegas podem fazer perguntas e contribuir com sugestões, promovendo a troca de conhecimentos e o aprendizado colaborativo.
Etapa 7 — Síntese e reflexão final
O professor conduz uma reflexão final sobre a importância dos fluxogramas como ferramentas para representar algoritmos e processos. Destaca as principais aprendizagens da aula e incentiva os alunos a identificarem outras situações em que possam aplicar esses conhecimentos, consolidando o aprendizado.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a habilidade de investigar e representar algoritmos por meio de fluxogramas.
Estimular a colaboração e o aprendizado entre pares na construção do conhecimento.
Promover a compreensão dos elementos e símbolos que compõem um fluxograma.
Relacionar o conceito de fluxograma com situações práticas do cotidiano e da Matemática.
Incentivar a organização e hierarquização de informações por meio de mapas conceituais.
Critérios de avaliação
Participação ativa na construção do mapa conceitual em grupo.
Clareza e correção na representação dos fluxogramas relacionados aos algoritmos.
Capacidade de relacionar conceitos e organizar informações no mapa conceitual.
Colaboração e respeito nas interações entre pares durante a atividade.
Ações do professor
Apresentar o conceito de fluxograma e sua importância, utilizando exemplos práticos do cotidiano.
Organizar os alunos em duplas ou pequenos grupos para a atividade de Aprendizagem Entre Pares.
Fornecer o mapa conceitual como material de apoio, explicando sua estrutura e como será utilizado.
Orientar os grupos na criação do mapa conceitual, estimulando a discussão e a troca de ideias.
Acompanhar o desenvolvimento da atividade, esclarecendo dúvidas e promovendo reflexões.
Estimular a apresentação dos mapas conceituais criados pelos grupos para a turma.
Realizar uma síntese final destacando os principais aprendizados e aplicações dos fluxogramas.
Ações do aluno
Participar ativamente das discussões em duplas ou grupos.
Colaborar na construção do mapa conceitual, sugerindo ideias e organizando informações.
Investigar e registrar algoritmos simples por meio de fluxogramas.
Utilizar o material de apoio para compreender a estrutura do mapa conceitual.
Apresentar e explicar o mapa conceitual criado para os colegas.
Refletir sobre as aplicações dos fluxogramas em diferentes contextos.