Aula sobre Fontes de energia não renovável
Metodologia ativa — Design Sprint
Por que usar essa metodologia?
O Design Sprint (DS) pode ser utilizado como ferramenta na gestão e elaboração de projetos, dessa forma é possível desenvolver esta metodologia ativa em parceria com a aprendizagem baseada em projetos e juntas alcançar um nível mais aprofundado de aprendizado. Ao conduzir os alunos a construir um protótipo e ou solução em um curto espaço de tempo estamos contribuindo para uma aprendizagem mais significativa.
O (DS) busca desenvolver um produto em no máximo cinco dias. A ideia central é errar mais rápido para aprender mais rápido, ou seja, é fazendo e refazendo que o alunos aprendem, valorizando o erro como parte importante do processo.
Ao trabalhar esta metodologia é possível desenvolver habilidades que são de suma importância para o desenvolvimento cognitivo e social dos alunos como a colaboração, criticidade, aprendizagem entre pares, comunicação, proatividade e criatividade.
Você sabia?
O Design Sprint é um método ágil muito utilizado em grandes multinacionais e que sua utilização na educação enriqueceu ainda mais outras metodologias como a aprendizagem baseada em problemas e em projetos.
A energia é um tema crucial em nosso mundo, e é importante que todos saibam sobre as fontes de energia não renováveis, como o petróleo e o carvão, usadas em grande quantidade. Nesta aula, os alunos aprenderão sobre essas fontes, bem como sobre fontes renováveis, como a energia solar e eólica. Eles também aprenderão a identificar e classificar diferentes fontes e tipos de energia usados em residências, comunidades ou cidades. Para tornar a aula mais envolvente, os alunos irão trabalhar em um projeto de design sprint, que os ajudará a entender e aplicar o que aprenderam.
Design Sprint

Etapa 1 — Introdução
No início da aula pergunte aos alunos quais as fontes de energia que eles conhecem e como elas são usadas. Em seguida, apresente o conteúdo da aula e os objetivos de aprendizagem.
Etapa 2 — Entender
Apresente exemplos de fontes de energia não renováveis, como petróleo, carvão e gás natural, e fontes de energia renováveis, como energia solar, eólica e hidrelétrica. Os alunos discutem em grupo as diferenças entre as fontes de energia.
Etapa 3 — Esboçar
Os alunos trabalham em grupos para criar um modelo de design sprint, com 5 etapas: entender, esboçar, decidir, prototipar e testar. Eles devem definir as etapas e como vão trabalhar em cada uma delas.
Etapa 4 — Decidir
Os grupos apresentam seus modelos e discutem os prós e contras de cada um. Em seguida, eles votam no modelo que acham mais eficiente.
Etapa 5 — Prototipar
Os grupos começam a trabalhar no projeto de design sprint, criando um mapa conceitual sobre as fontes de energia não renováveis e renováveis. Eles devem usar imagens e palavras-chave para descrever cada tipo de fonte de energia.
Etapa 6 — Testar
Os grupos apresentam seus mapas conceituais para a turma e explicam como eles organizaram as informações. Faça junto aos alunos perguntas e comentários sobre cada mapa conceitual.
Etapa 7 — Conclusão
Resuma os principais pontos da aula e pergunta aos alunos o que eles aprenderam. Peça aosalunos para refletirem sobre como podem aplicar o que aprenderam em suas vidas diárias.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a habilidade dos alunos em identificar e classificar diferentes fontes e tipos de energia utilizados em residências, comunidades ou cidades.
Estimular a colaboração e a criatividade dos alunos por meio do trabalho em grupo e da metodologia Design Sprint.
Desenvolver a capacidade dos alunos de trabalhar em equipe e de comunicar ideias de forma clara e objetiva.
Critérios de avaliação
Participação ativa dos alunos durante a aula.
Qualidade do mapa conceitual produzido pelo grupo.
Clareza na comunicação das ideias durante a apresentação do mapa conceitual.
Cooperação e colaboração entre os membros do grupo.
Reflexão crítica sobre o tema e aplicação prática do que foi aprendido.
Ações do professor
Apresentar de forma clara e objetiva os objetivos da aula.
Estimular a participação ativa dos alunos durante a aula.
Orientar e dar feedback aos grupos durante o trabalho.
Estimular a reflexão crítica sobre o tema e sua aplicação prática.
Avaliar o desempenho dos alunos de forma justa e objetiva.
Ações do aluno
Participar ativamente das discussões e atividades propostas.
Trabalhar em equipe e cooperar com os membros do grupo.
Comunicar ideias de forma clara e objetiva durante a apresentação do mapa conceitual.
Refletir criticamente sobre o tema e sua aplicação prática.
Demonstrar interesse e comprometimento com a aprendizagem.