Aula sobre Formas Comparativas
Metodologia ativa — Cultura Maker
Por que usar essa metodologia?
A Cultura Maker favorece a relação entre a teoria e a prática. Através dela conseguimos responder perguntas como: “Professor(a), onde vou usar isso? Por que devo aprender isso?”.
A Cultura Maker não é um passo a passo, ou seja, não é uma receita de bolo que os alunos apenas replicam. Só é considerado cultura maker se houver espaços para criação, autonomia e dinamismo.
Essa metodologia enriquece o processo criativo, a aprendizagem por pares e as habilidades socioemocionais. Propicia caminhos para as atividades interdisciplinares, permitindo que o aprendizado seja mais realista e significativo, perpassando entre as diferentes áreas, competências e habilidades.
Você sabia?
A cultura maker foi expandida após o movimento DIY sigla em inglês para “do it yourself”, que significa “faça você mesmo”. Essa cultura inspira as pessoas a construírem coisas incríveis.
Nesta atividade, os estudantes vão desenvolver a habilidade de utilizar formas comparativas e superlativas de adjetivos para comparar qualidades e quantidades de objetos e pessoas. Os alunos vão aprender a formar essas estruturas linguísticas e aplicá-las no cotidiano, por exemplo, para comparar o tamanho de objetos ou a velocidade de dois carros.

Etapa 1 — Aquecimento
Professor, apresente algumas imagens comparativas, como a foto de um gato e de um cachorro, e peça aos alunos que apontem as diferenças entre os dois. A ideia é despertar a curiosidade dos estudantes para o tema. Anote no quadro as contribuições dos estudantes.
Etapa 2 — Apresentação dos conceitos
Apresente aos alunos as regras e estruturas das formas comparativas e superlativas de adjetivos: "more than" (para comparar duas coisas) e "the most" (para indicar superioridade).
Etapa 3 — Atividade em grupo
Em grupos de três a quatro pessoas, os alunos devem fazer um brainstorming para planejar ideias para um fanzine, composto por 8 partes. O fanzine deve abordar as formas comparativas em situações práticas do cotidiano.
Etapa 4 — Montagem do fanzine
Usando uma folha de papel dobrada em 8 partes iguais, os alunos devem montar o fanzine com as oito partes baseadas nas ideias do brainstorming. Cada parte deve conter exemplos práticos e criativos sobre formas comparativas.
Professor, circule pela sala apoiando as equipes e tirando dúvidas.
Etapa 5 — Apresentação dos trabalhos
Os grupos devem apresentar seus fanzines e explicar os exemplos práticos criados.
Etapa 6 — Debate
O professor deve promover um debate com os alunos sobre como as formas comparativas foram aplicadas por cada equipe e quais as principais dificuldades encontradas na atividade.
Etapa 7 — Fechamento
Faça uma reflexão sobre o tema e destaque a importância de aplicar as formas comparativas no dia a dia.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a habilidade dos alunos em utilizar as formas comparativas e superlativas de adjetivos para comparar qualidades e quantidades.
Promover a participação em grupo e o trabalho em equipe.
Aprimorar a capacidade criativa para a criação de fanzines.
Critérios de avaliação
Criatividade e originalidade nas ideias apresentadas no fanzine.
Utilização correta das formas comparativas e superlativas de adjetivos.
Participação ativa e colaborativa dos alunos no trabalho em grupo.
Ações do professor
Planejar aulas práticas e dinâmicas para estimular a participação dos alunos.
Acompanhar o desenvolvimento das atividades dos alunos e auxiliar em caso de dúvidas.
Fomentar o debate e a reflexão no final da aula.
Ações do aluno
Participar ativamente das atividades em grupo.
Criar ideias originais e criativas para o fanzine.
Usar corretamente as formas comparativas e superlativas de adjetivos nas atividades propostas.