Aula sobre Funções logarítmicas
Metodologia ativa — Aprendizagem Entre Pares
Por que usar essa metodologia?
Através desta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como autonomia, proatividade, argumentação, liderança, autoestima, comunicação, pensamento crítico, colaboração e responsabilidade.
Você sabia?
A aprendizagem entre pares foi desenvolvida por um professor de física, Eric Mazur, em 1990 na Universidade de Harvard. O professor notou a necessidade de mudar a forma tradicional das suas aulas, buscando maior engajamento dos alunos. Resolveu então, pesquisar e criar uma nova forma de ensinar e aprender em dupla.
As funções logarítmicas são fundamentais para compreender fenômenos que envolvem crescimento e decrescimento em diversas áreas do cotidiano, como a intensidade dos abalos sísmicos, o cálculo do pH em química, a radioatividade e aplicações em Matemática Financeira. Nesta aula, os estudantes explorarão o conceito de função logarítmica por meio da metodologia ativa Aprendizagem Entre Pares, criando um mapa conceitual com uma ideia central e oito sub-ideias, organizadas em dois níveis de profundidade. Essa abordagem promove a construção colaborativa do conhecimento, favorecendo a compreensão e a aplicação prática do tema.

Etapa 1 — Introdução e Contextualização
O professor inicia a aula apresentando o conceito de funções logarítmicas e sua relevância em diferentes áreas, como abalos sísmicos, pH, radioatividade e Matemática Financeira. Utiliza exemplos práticos para ilustrar a aplicação do tema, despertando o interesse dos alunos. Em seguida, explica a metodologia Aprendizagem Entre Pares e a atividade de criação do mapa conceitual, mostrando o modelo com a ideia central e oito sub-ideias organizadas em dois níveis de profundidade.
Etapa 2 — Formação dos Grupos e Distribuição das Tarefas
O professor organiza os alunos em duplas ou pequenos grupos, incentivando a colaboração. Cada grupo recebe a tarefa de construir um mapa conceitual sobre funções logarítmicas, identificando a ideia central e desenvolvendo oito subtemas relacionados, distribuídos em dois níveis de profundidade. O professor orienta os alunos a discutirem e dividirem as responsabilidades para a pesquisa e elaboração do mapa.
Etapa 3 — Pesquisa e Construção do Mapa Conceitual
Os alunos, em seus grupos, pesquisam e discutem os conceitos relacionados às funções logarítmicas, como definição, propriedades, gráficos, aplicações em pH, radioatividade, abalos sísmicos, Matemática Financeira, entre outros. Utilizam o modelo fornecido para organizar as informações no mapa conceitual, garantindo que a ideia central esteja clara e que os subtemas estejam bem estruturados em dois níveis de profundidade.
Etapa 4 — Mediação e Apoio do Professor
Durante a construção do mapa, o professor circula entre os grupos, esclarecendo dúvidas, sugerindo conexões entre os conceitos e estimulando o pensamento crítico. Incentiva os alunos a relacionarem os conceitos matemáticos com os exemplos práticos apresentados na contextualização, reforçando a compreensão do tema.
Etapa 5 — Apresentação dos Mapas Conceituais
Cada grupo apresenta seu mapa conceitual para a turma, explicando a ideia central, os subtemas e as relações entre eles. Os colegas são incentivados a fazer perguntas e contribuir com comentários, promovendo a troca de conhecimentos e o aprofundamento do entendimento sobre funções logarítmicas.
Etapa 6 — Discussão e Reflexão Coletiva
Após as apresentações, o professor conduz uma discussão coletiva para consolidar os conceitos abordados, destacando as aplicações práticas das funções logarítmicas e a importância de compreender a variação das grandezas envolvidas. Estimula os alunos a refletirem sobre o processo de aprendizagem e a metodologia utilizada.
Etapa 7 — Avaliação e Feedback
O professor avalia a participação dos alunos, a qualidade dos mapas conceituais e a capacidade de aplicar os conceitos em problemas práticos, conforme os critérios estabelecidos. Fornece feedback construtivo para cada grupo, destacando pontos fortes e sugerindo melhorias para futuras atividades.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a capacidade dos alunos de compreender e interpretar funções logarítmicas em diferentes contextos práticos.
Estimular a colaboração e o trabalho em grupo por meio da metodologia Aprendizagem Entre Pares.
Promover a construção ativa do conhecimento através da elaboração de um mapa conceitual.
Aprimorar a habilidade dos alunos em resolver e elaborar problemas envolvendo funções logarítmicas.
Relacionar conceitos matemáticos a situações reais para aumentar a relevância do aprendizado.
Critérios de avaliação
Participação ativa na construção do mapa conceitual em grupo.
Capacidade de identificar e organizar corretamente os conceitos relacionados às funções logarítmicas.
Habilidade em aplicar os conceitos em problemas práticos apresentados.
Clareza e coerência na apresentação do mapa conceitual para os colegas.
Ações do professor
Apresentar o tema e contextualizar a importância das funções logarítmicas no cotidiano.
Organizar os alunos em duplas ou pequenos grupos para a atividade de Aprendizagem Entre Pares.
Fornecer o modelo do mapa conceitual e explicar sua estrutura, destacando a ideia central e os níveis de profundidade.
Acompanhar e mediar as discussões dos grupos, esclarecendo dúvidas e estimulando o pensamento crítico.
Orientar a apresentação dos mapas conceituais para a turma, promovendo a troca de conhecimentos.
Avaliar a participação e o entendimento dos alunos com base nos critérios estabelecidos.
Ações do aluno
Participar ativamente das discussões em grupo para construir o mapa conceitual.
Pesquisar e organizar informações relevantes sobre funções logarítmicas e seus subtemas.
Relacionar conceitos matemáticos a exemplos práticos, como pH, radioatividade e Matemática Financeira.
Elaborar o mapa conceitual colaborativamente, definindo a ideia central e os subtemas em dois níveis.
Apresentar o mapa conceitual para os colegas, explicando os conceitos e suas relações.