Aula sobre Funções logarítmicas
Metodologia ativa — Sala de Aula Invertida
Por que usar essa metodologia?
A sala de aula invertida permite que o professor aproveite melhor o tempo em sala de aula. É possível enviar previamente o material para que o aluno se aproprie antes da aula e utilize o tempo com o professor para tirar dúvidas e se aprofundar no conteúdo.
Os alunos aprendem em diferentes ritmos e de formas distintas, já que o material enviado previamente pode ser diverso, como: podcast; texto; vídeo; filme; slides e outros.
É possível personalizar a aprendizagem respeitando as individualidades de cada um e tornando a aula mais eficiente e atrativa.
Você sabia?
A sala de aula invertida pode ser utilizada em parceria com muitas outras metodologias ativas. Esse método, auxilia o professor na personalização do ensino e contribui de para uma aprendizagem ativa.
As funções logarítmicas são fundamentais para compreender fenômenos que envolvem crescimento e decrescimento em diversas áreas do cotidiano, como a intensidade de abalos sísmicos, o cálculo do pH em química, a radioatividade e aplicações em Matemática Financeira. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa da Sala de Aula Invertida para que os estudantes construam um mapa conceitual, facilitando a organização e a compreensão dos conceitos e aplicações das funções logarítmicas. O mapa conceitual conterá uma ideia central e oito sub-ideias, distribuídas em dois níveis de profundidade, promovendo a autonomia e o pensamento crítico dos alunos.

Etapa 1 — 1. Preparação e estudo prévio
O professor disponibiliza previamente um material introdutório sobre funções logarítmicas para que os alunos estudem em casa, estimulando a autonomia. O material inclui conceitos básicos, propriedades e aplicações práticas, preparando-os para a construção do mapa conceitual. O professor também apresenta o mapa conceitual modelo para que os alunos entendam a estrutura esperada.
Etapa 2 — 2. Formação dos grupos e planejamento
Em sala, o professor organiza os alunos em grupos heterogêneos e orienta a divisão das tarefas para a construção do mapa conceitual. Cada grupo deve definir a ideia central e as oito sub-ideias, distribuídas em dois níveis de profundidade, relacionando conceitos e aplicações das funções logarítmicas.
Etapa 3 — 3. Pesquisa e aprofundamento
Os grupos pesquisam e discutem os conceitos e aplicações das funções logarítmicas, utilizando o material disponibilizado e outras fontes acessíveis. Eles elaboram exemplos práticos, como cálculos de pH, análise de abalos sísmicos, radioatividade e problemas de Matemática Financeira, para enriquecer o mapa conceitual.
Etapa 4 — 4. Preenchimento do mapa conceitual
Os alunos organizam as ideias e informações coletadas, estruturando o mapa conceitual com a ideia central e as sub-ideias em dois níveis de profundidade. O professor acompanha, orienta e esclarece dúvidas, garantindo que os conceitos estejam corretos e bem relacionados.
Etapa 5 — 5. Apresentação e socialização
Cada grupo apresenta seu mapa conceitual para a turma, explicando as relações entre os conceitos e as aplicações práticas. Os demais alunos participam com perguntas e comentários, promovendo a troca de conhecimentos e o aprofundamento do tema.
Etapa 6 — 6. Resolução de problemas práticos
Com base nos mapas conceituais apresentados, o professor propõe problemas contextualizados envolvendo funções logarítmicas para que os alunos resolvam individualmente ou em grupo, aplicando o conhecimento adquirido e interpretando a variação das grandezas.
Etapa 7 — 7. Avaliação e reflexão final
O professor realiza uma avaliação formativa considerando a participação, a qualidade do mapa conceitual e a resolução dos problemas. Em seguida, promove uma reflexão com os alunos sobre o processo de aprendizagem, destacando a importância das funções logarítmicas e da metodologia ativa utilizada.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a capacidade dos alunos de compreender e interpretar funções logarítmicas em diferentes contextos práticos.
Estimular a autonomia e o protagonismo dos estudantes por meio da construção colaborativa de um mapa conceitual.
Promover a habilidade de resolver e elaborar problemas envolvendo funções logarítmicas, interpretando a variação das grandezas.
Fomentar o trabalho em grupo e a troca de conhecimentos entre os alunos.
Integrar conhecimentos matemáticos com situações reais, tornando o aprendizado mais significativo.
Critérios de avaliação
Capacidade de identificar e relacionar corretamente os conceitos e propriedades das funções logarítmicas no mapa conceitual.
Participação ativa e colaborativa durante as etapas da construção do mapa conceitual.
Habilidade em resolver problemas práticos envolvendo funções logarítmicas, demonstrando compreensão dos contextos aplicados.
Clareza e organização na apresentação do mapa conceitual.
Ações do professor
Apresentar o tema e contextualizar sua importância no cotidiano dos alunos, destacando exemplos práticos.
Disponibilizar o material de apoio (mapa conceitual modelo) para que os alunos possam analisar e compreender a estrutura esperada.
Orientar os alunos na organização dos grupos e na divisão das tarefas para a construção do mapa conceitual.
Acompanhar o desenvolvimento dos grupos, esclarecendo dúvidas e estimulando a reflexão crítica.
Promover momentos de socialização para que os grupos apresentem e discutam seus mapas conceituais.
Avaliar o processo e o produto final, fornecendo feedback construtivo para os alunos.
Ações do aluno
Estudar previamente o material disponibilizado sobre funções logarítmicas, identificando conceitos-chave.
Participar ativamente das discussões e da construção do mapa conceitual em grupo.
Pesquisar e relacionar aplicações práticas das funções logarítmicas nos contextos sugeridos.
Elaborar e resolver problemas que envolvam funções logarítmicas para enriquecer o mapa conceitual.
Apresentar e explicar o mapa conceitual para a turma, promovendo a troca de conhecimentos.