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Aula sobre Funções periódicas: pontos de máximo e mínimo.

Metodologia ativa — Aprendizagem Baseada em Problemas

Por que usar essa metodologia?

Com essa metodologia é possível trabalhar com problemas que façam parte do cotidiano dos alunos, visando maior envolvimento deles com o tema.

Essa metodologia desenvolve a criatividade, o trabalho em grupo e propicia o surgimento de diferentes soluções para um único problema.

Você sabia?

A aprendizagem baseada em problemas surgiu na década de 1960 em escolas de medicina no Canadá e na Holanda. Ela foi extremamente importante no diagnóstico de muitas doenças na época, propiciando um tratamento mais rápido e eficaz.


Funções periódicas são fundamentais para descrever fenômenos que se repetem ao longo do tempo, como as ondas sonoras, as fases da lua e os movimentos cíclicos em geral. Entender os pontos de máximo e mínimo dessas funções permite interpretar melhor esses fenômenos e suas variações. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa de Aprendizagem Baseada em Problemas para que os estudantes investiguem situações reais envolvendo funções periódicas, construam seus próprios problemas e soluções, e preencham template de Dinâmica dos 3 Qs (Que bom, Que pena, Que tal) para avaliar a experiência de aprendizagem. O uso desse template será uma ferramenta para reflexão e autoavaliação, tornando o processo mais participativo e significativo.

Material de apoio 1 — Funções periódicas: pontos de máximo e mínimo.

  1. Etapa 1Apresentação e Contextualização do Tema

    O professor inicia a aula apresentando exemplos de fenômenos periódicos do cotidiano, como as fases da lua, ondas sonoras e movimentos cíclicos, relacionando-os às funções seno e cosseno. Em seguida, introduz os conceitos de pontos de máximo e mínimo dessas funções, explicando sua importância na interpretação dos fenômenos. Essa etapa visa despertar o interesse e conectar o conteúdo à realidade dos alunos.


  2. Etapa 2Formação de Grupos e Proposição do Problema

    Os alunos são organizados em grupos e recebem um problema contextualizado que envolve a análise de uma função periódica real, por exemplo, a variação da altura da maré em um determinado local ou a intensidade de um som ao longo do tempo. O desafio é identificar os pontos de máximo e mínimo da função associada e interpretar seu significado no contexto apresentado.


  3. Etapa 3Investigação e Resolução do Problema

    Cada grupo investiga o problema, utilizando gráficos no plano cartesiano para representar a função seno ou cosseno correspondente. Os alunos devem identificar os pontos de máximo e mínimo, discutir suas características e relacioná-los ao fenômeno real. Caso tenham acesso a aplicativos de álgebra e geometria, podem utilizá-los para auxiliar na visualização e análise.


  4. Etapa 4Apresentação do Template da Dinâmica dos 3 Qs

    Orientados pelo professor, os grupos criam um template com os campos Que bom, Que pena e Que tal, que servirá como ferramenta para avaliar a atividade realizada. Cada campo deve conter perguntas ou frases que incentivem a reflexão sobre aspectos positivos, dificuldades e sugestões de melhoria da experiência de aprendizagem.


  5. Etapa 5Aplicação da Dinâmica dos 3 Qs

    Os alunos utilizam o template para registrar suas impressões sobre a atividade, individualmente ou em grupo. Essa etapa promove a autoavaliação e o feedback, permitindo que os estudantes expressem o que funcionou bem, o que poderia ter sido melhor e ideias para aprimorar futuras atividades.


  6. Etapa 6Apresentação e Discussão dos Resultados

    Cada grupo apresenta suas soluções para o problema e compartilha as respostas do template da Dinâmica dos 3 Qs. O professor conduz uma discussão coletiva, destacando os principais aprendizados, esclarecendo dúvidas e valorizando as reflexões dos alunos.


  7. Etapa 7Síntese e Encerramento

    O professor faz uma síntese dos conceitos trabalhados, reforçando a importância dos pontos de máximo e mínimo em funções periódicas e sua aplicação em fenômenos reais. Finaliza incentivando os alunos a continuarem observando e relacionando a matemática com o mundo ao seu redor, utilizando a Dinâmica dos 3 Qs como ferramenta contínua de avaliação e reflexão.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de resolver e elaborar problemas envolvendo funções periódicas em contextos reais.

  • Compreender e identificar pontos de máximo e mínimo em funções seno e cosseno no plano cartesiano.

  • Relacionar fenômenos periódicos cotidianos com suas representações matemáticas.

  • Estimular a reflexão crítica e a autoavaliação por meio da Dinâmica dos 3 Qs.

  • Promover a colaboração e o trabalho em grupo para a construção do conhecimento.

Critérios de avaliação

  • Capacidade de identificar e interpretar pontos de máximo e mínimo em funções periódicas.

  • Habilidade para elaborar e resolver problemas contextualizados envolvendo funções periódicas.

  • Participação ativa na construção e utilização do template da Dinâmica dos 3 Qs.

  • Qualidade da reflexão apresentada nas respostas do template (Que bom, Que pena, Que tal).

  • Trabalho colaborativo e comunicação efetiva durante as atividades em grupo.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar com exemplos práticos de fenômenos periódicos do cotidiano.

  • Organizar os alunos em grupos para a investigação e resolução dos problemas propostos.

  • Orientar os alunos na construção do template da Dinâmica dos 3 Qs, explicando sua finalidade.

  • Medir o andamento das atividades, promovendo intervenções para esclarecer dúvidas e estimular o pensamento crítico.

  • Coletar e analisar as respostas do template para avaliar a compreensão e as percepções dos alunos.

  • Estimular a apresentação dos resultados e a discussão entre os grupos.

Ações do aluno

  • Observar e discutir fenômenos periódicos apresentados pelo professor.

  • Investigar e resolver problemas relacionados a funções seno e cosseno, identificando pontos de máximo e mínimo.

  • Preencher o template da Dinâmica dos 3 Qs para avaliação da atividade.

  • Responder individualmente ou em grupo aos campos Que bom, Que pena e Que tal, refletindo sobre a experiência.

  • Participar das discussões e apresentações dos resultados obtidos.