Aula sobre Gravitação e Leis de Kepler
Metodologia ativa — Design Thinking
Por que usar essa metodologia?
O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.
Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.
As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.
Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.
Você sabia?
É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.
A gravitação e as Leis de Kepler são fundamentais para compreendermos os movimentos dos corpos celestes, como planetas, luas e satélites, além de fenômenos cotidianos na Terra, como a queda dos objetos e as marés. Por exemplo, a órbita da Terra ao redor do Sol e a trajetória da Lua em torno da Terra são governadas por essas leis.
Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa Design Thinking para que os alunos personalizem um mapa de empatia, explorando diferentes perspectivas sobre o tema, facilitando a compreensão dos conceitos e suas aplicações práticas. O mapa de empatia ajudará os estudantes a se colocarem no lugar dos corpos celestes e fenômenos gravitacionais, promovendo uma aprendizagem mais significativa e colaborativa.

Etapa 1 — Introdução e Contextualização
Inicie a aula apresentando o tema "Gravitação e Leis de Kepler", destacando sua importância para entender os movimentos dos corpos celestes e fenômenos cotidianos. Exemplos práticos, como a órbita da Terra e a queda de objetos, são discutidos para conectar o conteúdo ao cotidiano dos alunos. Em seguida, o professor explica a metodologia Design Thinking e como será utilizada para explorar o tema por meio do mapa de empatia.
Etapa 2 — Apresentação do Mapa de Empatia
Apresente o mapa de empatia, explicando cada campo: "O que ele pensa e sente?", "O que ele escuta?", "O que ele fala e faz?", "O que ele vê?", "Dores" e "Ganhos". O material de apoio, já preparado em arquivo ou imagem, é exibido para que os alunos compreendam sua estrutura e objetivo. Oriente os alunos sobre como aplicar esse recurso para pensar sobre os corpos celestes e fenômenos gravitacionais.
Etapa 3 — Formação de Grupos e Planejamento
Os alunos são organizados em grupos para promover a colaboração. Cada grupo escolhe um corpo celeste ou fenômeno gravitacional (por exemplo, planeta, satélite, órbita). Oriente os alunos a planejar como preencherão o mapa de empatia, refletindo sobre as percepções e características do objeto escolhido em cada campo do mapa.
Etapa 4 — Construção do Mapa de Empatia
Os grupos começam a elaborar o mapa de empatia, discutindo e anotando suas ideias em cada campo. Circule pela sala, auxiliando, esclarecendo dúvidas e incentivando a reflexão crítica. Os alunos relacionam conceitos de gravitação e Leis de Kepler para fundamentar suas respostas, desenvolvendo explicações e previsões sobre os movimentos e interações do objeto estudado.
Etapa 5 — Apresentação e Compartilhamento
Cada grupo apresenta seu mapa de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas em cada campo e relacionando-as aos conceitos científicos. Incentive perguntas e debates entre os grupos, promovendo a troca de conhecimentos e o aprofundamento do tema.
Etapa 6 — Síntese e Reflexão
Realize uma síntese dos principais pontos abordados, reforçando as Leis de Kepler e a gravitação universal. Destaca como o mapa de empatia ajudou a compreender os movimentos dos corpos celestes e suas interações. Os alunos são convidados a refletir sobre o aprendizado e a importância desses conceitos para a ciência e o cotidiano.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a compreensão dos conceitos de gravitação universal e das Leis de Kepler.
Estimular o pensamento crítico e a empatia científica por meio do mapa de empatia.
Promover a habilidade de elaborar explicações e previsões sobre movimentos de objetos no espaço.
Incentivar o trabalho colaborativo e a comunicação entre os alunos.
Relacionar os conceitos teóricos com exemplos práticos do cotidiano e do universo.
Critérios de avaliação
Participação ativa na construção do mapa de empatia.
Capacidade de relacionar os conceitos de gravitação e Leis de Kepler com os campos do mapa de empatia.
Clareza e coerência nas explicações e previsões elaboradas pelos alunos.
Colaboração e comunicação eficaz durante as atividades em grupo.
Ações do professor
Apresentar o tema e contextualizar sua importância com exemplos práticos do cotidiano e do universo.
Explicar o funcionamento do mapa de empatia e distribuir o material de apoio para os alunos.
Organizar os alunos em grupos e orientar a construção do mapa de empatia, estimulando a reflexão sobre cada campo.
Medir o progresso dos grupos, esclarecendo dúvidas e promovendo discussões para aprofundar o entendimento.
Conduzir a apresentação dos mapas pelos grupos, incentivando a argumentação e o debate.
Realizar uma síntese dos conceitos abordados e relacioná-los com as habilidades previstas no objetivo da aula.
Ações do aluno
Participar ativamente da discussão inicial sobre gravitação e Leis de Kepler.
Analisar e refletir sobre os campos do mapa de empatia aplicados ao tema.
Colaborar com os colegas na construção do mapa, compartilhando ideias e informações.
Apresentar e explicar o mapa de empatia para a turma.
Ouvir e discutir as apresentações dos outros grupos, contribuindo com perguntas e comentários.