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Aula sobre Interpretando o gráfico da função afim

Metodologia ativa — Aprendizagem Baseada em Problemas

Por que usar essa metodologia?

Com essa metodologia é possível trabalhar com problemas que façam parte do cotidiano dos alunos, visando maior envolvimento deles com o tema.

Essa metodologia desenvolve a criatividade, o trabalho em grupo e propicia o surgimento de diferentes soluções para um único problema.

Você sabia?

A aprendizagem baseada em problemas surgiu na década de 1960 em escolas de medicina no Canadá e na Holanda. Ela foi extremamente importante no diagnóstico de muitas doenças na época, propiciando um tratamento mais rápido e eficaz.


A função afim, também conhecida como função polinomial de 1º grau, é fundamental para compreender diversas situações do cotidiano que envolvem variações lineares, como cálculo de despesas, receitas, velocidade constante, entre outros. Interpretar o gráfico dessa função permite visualizar a relação entre as variáveis e entender o comportamento da função de forma geométrica no plano cartesiano. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa de Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP), na qual os alunos, organizados em grupos, preencherão um diário de bordo com campos específicos para Problema, Geração de Alternativas e Solução. Para facilitar, será fornecido um template pré-elaborado para que os estudantes possam registrar suas reflexões e conclusões de forma organizada, promovendo um aprendizado mais significativo e colaborativo.

Material de apoio 1 — Interpretando o gráfico da função afim

  1. Etapa 1Apresentação do tema e contextualização

    O professor inicia a aula apresentando o conceito de função afim, explicando sua forma algébrica y = ax + b e sua representação gráfica no plano cartesiano. Exemplos práticos do cotidiano, como cálculo de custos fixos e variáveis, são discutidos para contextualizar o tema. Em seguida, o professor apresenta o objetivo da aula e a metodologia ABP que será utilizada, explicando a dinâmica do trabalho em grupos e a importância do diário de bordo.


  2. Etapa 2Apresentação do template do diário de bordo

    O professor distribui o template do diário de bordo, que contém os campos Problema, Geração de Alternativas e Solução, explicando detalhadamente o que deve ser registrado em cada campo. É enfatizado que o template servirá para organizar as ideias e facilitar o acompanhamento do processo de aprendizagem durante a atividade.


  3. Etapa 3Identificação do problema em grupos

    Os alunos são organizados em grupos e recebem um problema contextualizado que envolve a interpretação do gráfico de uma função afim. Em grupo, eles discutem e identificam o problema a ser resolvido, registrando essa etapa no campo 'Problema' do diário de bordo. O professor circula pela sala para mediar as discussões e auxiliar na compreensão do problema.


  4. Etapa 4Geração de alternativas para interpretação do gráfico

    Ainda em grupos, os alunos discutem diferentes formas de interpretar o gráfico da função afim, relacionando-o com sua expressão algébrica. Eles podem utilizar recursos disponíveis, como softwares ou aplicativos de geometria dinâmica, para explorar o gráfico. As alternativas discutidas são registradas no campo 'Geração de Alternativas' do diário de bordo.


  5. Etapa 5Escolha e desenvolvimento da solução

    Os grupos escolhem a alternativa que consideram mais adequada para interpretar o gráfico da função afim e desenvolvem a solução para o problema apresentado. Essa solução é registrada no campo 'Solução' do diário de bordo, detalhando os passos e justificativas adotados. O professor oferece suporte e esclarece dúvidas durante essa etapa.


  6. Etapa 6Socialização das soluções

    Cada grupo apresenta para a turma a solução encontrada, explicando como interpretaram o gráfico da função afim e relacionaram com a forma algébrica. O professor incentiva o debate e a reflexão crítica, destacando diferentes estratégias e consolidando o aprendizado.


  7. Etapa 7Avaliação e reflexão final

    O professor conduz uma avaliação formativa, considerando a participação dos alunos, o conteúdo registrado no diário de bordo e a clareza das apresentações. Em seguida, promove uma reflexão sobre a importância de interpretar gráficos de funções afim e como essa habilidade pode ser aplicada em outras situações do cotidiano e em estudos futuros.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de interpretar gráficos de funções afim no plano cartesiano.

  • Relacionar representações algébricas e geométricas de funções polinomiais de 1º grau.

  • Estimular o trabalho colaborativo por meio da construção coletiva do diário de bordo.

  • Promover o uso de ferramentas tecnológicas, quando possível, para explorar gráficos de funções.

  • Fomentar o pensamento crítico e a resolução de problemas reais utilizando funções afim.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa e colaborativa durante as discussões em grupo.

  • Qualidade e coerência das respostas preenchidas no diário de bordo.

  • Capacidade de relacionar a forma algébrica da função com seu gráfico.

  • Clareza na apresentação das soluções encontradas para o problema proposto.

Ações do professor

  • Apresentar o conceito de função afim e sua representação gráfica com exemplos práticos do cotidiano.

  • Fornecer o template do diário de bordo e explicar como preenchê-lo em cada etapa da atividade.

  • Organizar os alunos em grupos e mediar a discussão para que identifiquem o problema relacionado ao tema.

  • Estimular os alunos a gerarem alternativas para interpretar o gráfico da função afim.

  • Acompanhar o preenchimento do diário de bordo, oferecendo suporte e esclarecendo dúvidas.

  • Promover a socialização das soluções encontradas por cada grupo, incentivando o debate.

Ações do aluno

  • Ler e compreender o problema proposto relacionado à interpretação do gráfico da função afim.

  • Discutir em grupo para gerar alternativas e estratégias para interpretar o gráfico.

  • Preencher o diário de bordo utilizando o template fornecido, registrando Problema, Alternativas e Solução.

  • Utilizar recursos disponíveis, como softwares ou aplicativos, para explorar a representação gráfica.

  • Apresentar e argumentar as soluções encontradas para a turma.