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Aula sobre Intervenção urbana-performance: participação social

Metodologia ativa — Aprendizagem Entre Pares

Por que usar essa metodologia?

Através desta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como autonomia, proatividade, argumentação, liderança, autoestima, comunicação, pensamento crítico, colaboração e responsabilidade.

Você sabia?

A aprendizagem entre pares foi desenvolvida por um professor de física, Eric Mazur, em 1990 na Universidade de Harvard. O professor notou a necessidade de mudar a forma tradicional das suas aulas, buscando maior engajamento dos alunos. Resolveu então, pesquisar e criar uma nova forma de ensinar e aprender em dupla.


A intervenção urbana-performance é uma forma de expressão artística e social que ocorre em espaços públicos, onde artistas e cidadãos utilizam o corpo, a arte e a ação para provocar reflexões e debates sobre questões sociais, políticas e culturais. No cotidiano dos estudantes, essas intervenções podem ser vistas em manifestações culturais, protestos, grafites, performances em praças e outros espaços urbanos. Nesta aula, a metodologia ativa de Aprendizagem Entre Pares será utilizada para que os alunos, em grupos, construam um mapa conceitual que explore o tema da intervenção urbana-performance e sua relação com a participação social, aprofundando o entendimento sobre formas não institucionalizadas de expressão e engajamento social.

Material de apoio 1 — Intervenção urbana-performance: participação social

  1. Etapa 1Introdução e contextualização do tema

    O professor inicia a aula apresentando o conceito de intervenção urbana-performance, explicando sua importância como forma de participação social não institucionalizada. São apresentados exemplos práticos, como performances em praças, grafites com mensagens sociais e manifestações artísticas juvenis que geram reflexão e ação. O objetivo é situar os alunos no tema e despertar o interesse para a atividade que será realizada.


  2. Etapa 2Formação dos grupos e explicação da metodologia

    O professor organiza a turma em pequenos grupos para a realização da atividade em Aprendizagem Entre Pares. Explica como será a dinâmica de construção do mapa conceitual, ressaltando a importância da colaboração, do diálogo e da divisão de tarefas para que todos participem efetivamente. O material de apoio (mapa conceitual modelo) é apresentado para orientar os alunos.


  3. Etapa 3Análise do material de apoio e planejamento do mapa conceitual

    Os grupos analisam o mapa conceitual modelo disponibilizado, identificando a ideia central e as sub-ideias com seus níveis de profundidade. Em seguida, discutem e planejam quais conceitos e exemplos irão incluir em seu próprio mapa, relacionando-os ao tema da intervenção urbana-performance e à participação social.


  4. Etapa 4Construção coletiva do mapa conceitual

    Os alunos trabalham colaborativamente para elaborar o mapa conceitual, organizando as ideias de forma clara e coerente. Utilizam recursos disponíveis, como papel e caneta, quadro negro ou mesmo a construção oral, caso não haja recursos digitais ou impressos. O professor circula para orientar e estimular o diálogo entre os pares.


  5. Etapa 5Apresentação dos mapas conceituais

    Cada grupo apresenta seu mapa conceitual para a turma, explicando as relações estabelecidas entre as ideias e os exemplos escolhidos. Os demais alunos são convidados a fazer perguntas e contribuir com comentários, promovendo um debate construtivo e ampliando a compreensão do tema.


  6. Etapa 6Reflexão e sistematização

    O professor conduz uma reflexão coletiva sobre o que foi aprendido, destacando as diferentes formas de intervenção urbana-performance e sua importância para a participação social. É feita a sistematização dos conceitos principais, reforçando o papel da arte e da cultura como instrumentos de transformação social.


  7. Etapa 7Avaliação e feedback

    Por fim, o professor realiza uma avaliação formativa da atividade, considerando a participação dos alunos, a qualidade dos mapas conceituais e a capacidade de argumentação. Oferece feedback construtivo para cada grupo, incentivando a continuidade do interesse pelo tema e o desenvolvimento das habilidades trabalhadas.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a compreensão sobre intervenções urbanas-performance como formas de participação social não institucionalizadas.

  • Estimular a análise crítica das manifestações artísticas e culturais vinculadas à juventude e ao espaço urbano.

  • Promover a colaboração e o trabalho em grupo por meio da Aprendizagem Entre Pares na construção do mapa conceitual.

  • Fomentar a habilidade de organizar e relacionar informações complexas através da elaboração de mapas conceituais.

  • Incentivar a reflexão sobre o papel da arte e da cultura na promoção de debates sociais e ações coletivas.

Critérios de avaliação

  • Clareza e organização do mapa conceitual, incluindo a ideia central e as sub-ideias com níveis de profundidade.

  • Capacidade de relacionar conceitos e exemplificar formas de intervenção urbana-performance e participação social.

  • Participação ativa e colaborativa dos alunos durante as etapas da atividade.

  • Capacidade de argumentação e reflexão crítica apresentada nas discussões e no mapa conceitual.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar a intervenção urbana-performance com exemplos práticos do cotidiano dos estudantes.

  • Dividir a turma em grupos e explicar a metodologia da Aprendizagem Entre Pares para a construção do mapa conceitual.

  • Fornecer o material de apoio (mapa conceitual modelo) e orientar os alunos sobre sua utilização durante a atividade.

  • Medir o andamento dos grupos, promovendo intervenções pontuais para esclarecer dúvidas e estimular o debate.

  • Estimular a apresentação e discussão dos mapas conceituais produzidos pelos grupos, valorizando as contribuições de todos.

Ações do aluno

  • Participar ativamente da discussão inicial sobre intervenções urbanas-performance e sua relação com a participação social.

  • Colaborar com os colegas na construção coletiva do mapa conceitual, organizando ideias e relacionando conceitos.

  • Utilizar o material de apoio para orientar a elaboração do mapa conceitual, respeitando a estrutura proposta.

  • Argumentar e refletir criticamente sobre os temas abordados, compartilhando opiniões e exemplos.

  • Apresentar o mapa conceitual do grupo para a turma, explicando as escolhas e relações feitas entre os conceitos.