Logo do Aprendizap

Aula sobre Intervenção urbana

Metodologia ativa — Sala de Aula Invertida

Por que usar essa metodologia?

A sala de aula invertida permite que o professor aproveite melhor o tempo em sala de aula. É possível enviar previamente o material para que o aluno se aproprie antes da aula e utilize o tempo com o professor para tirar dúvidas e se aprofundar no conteúdo.

Os alunos aprendem em diferentes ritmos e de formas distintas, já que o material enviado previamente pode ser diverso, como: podcast; texto; vídeo; filme; slides e outros.

É possível personalizar a aprendizagem respeitando as individualidades de cada um e tornando a aula mais eficiente e atrativa.

Você sabia?

A sala de aula invertida pode ser utilizada em parceria com muitas outras metodologias ativas. Esse método, auxilia o professor na personalização do ensino e contribui de para uma aprendizagem ativa.


A intervenção urbana é uma forma de expressão que transforma espaços públicos, promovendo reflexões sociais e culturais. No cotidiano dos estudantes, essas intervenções podem ser vistas em grafites, performances em praças, murais colaborativos e outras manifestações artísticas que dialogam com a comunidade. Nesta aula, utilizando a metodologia da Sala de Aula Invertida, os alunos devem explorar o conceito de intervenção urbana por meio da utilização de um mapa conceitual. Esse recurso visual facilitará a compreensão dos diferentes aspectos do tema, estimulando a análise crítica e a participação ativa dos estudantes.

Material de apoio 1 — Intervenção urbana

  1. Etapa 1Preparação prévia dos alunos

    Os alunos devem receber o tema intervenção urbana para pesquisa individual ou em grupos pequenos, utilizando recursos disponíveis como livros, vídeos ou artigos online. O professor deve indicar fontes confiáveis e sugerir que os estudantes registrem informações relevantes para a construção do mapa conceitual.


  2. Etapa 2Apresentação e análise do material de apoio

    Na aula presencial, o professor deve apresentar o mapa conceitual modelo, explicando sua estrutura com uma ideia central e oito sub-ideias distribuídas em dois níveis de profundidade. Os alunos devem analisar o exemplo para compreender como organizar as informações sobre intervenção urbana.


  3. Etapa 3Discussão em grupo sobre intervenções urbanas

    O professor deve dividir a turma em grupos e deve propor que discutam diferentes formas de intervenção urbana, considerando manifestações artísticas, culturais e sociais. Os alunos devem compartilhar suas pesquisas e reflexões para ampliar o entendimento coletivo.


  4. Etapa 4Construção colaborativa do mapa conceitual

    Os alunos devem, em grupos, construir o mapa conceitual sobre intervenção urbana, organizando a ideia central e as sub-ideias com dois níveis de profundidade, utilizando papel, quadro ou recursos digitais disponíveis. O professor deve acompanhar e orientar o processo, garantindo a participação de todos.


  5. Etapa 5Apresentação dos mapas conceituais

    Cada grupo deve apresentar seu mapa conceitual para a turma, explicando as escolhas feitas e os conteúdos abordados. O professor deve estimular perguntas e comentários dos colegas para promover o debate e a reflexão crítica.


  6. Etapa 6Reflexão e posicionamento crítico

    O professor deve conduzir uma roda de conversa para que os alunos expressem suas opiniões e posicionamentos em relação às intervenções urbanas discutidas, relacionando-as com problemáticas sociais e culturais. Os alunos devem argumentar fundamentando suas ideias.


  7. Etapa 7Avaliação e feedback

    O professor deve avaliar os mapas conceituais e a participação dos alunos, considerando os critérios estabelecidos. Deve fornecer feedback construtivo para que os estudantes possam aprimorar suas habilidades de análise e expressão crítica.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de análise crítica sobre formas não institucionalizadas de participação social.

  • Estimular a expressão e reflexão sobre manifestações artísticas e culturais urbanas.

  • Promover a construção colaborativa do conhecimento por meio da criação de mapas conceituais.

  • Incentivar a apropriação do espaço urbano como meio de comunicação e transformação social.

  • Fomentar a capacidade de posicionamento crítico dos alunos em relação a produções culturais e intervenções urbanas.

Critérios de avaliação

  • Clareza e organização do mapa conceitual criado pelos alunos.

  • Capacidade de relacionar a ideia central com sub-ideias pertinentes e aprofundadas.

  • Participação ativa e colaborativa durante as etapas da atividade.

  • Argumentação crítica e fundamentada nas discussões sobre intervenções urbanas.

  • Criatividade e originalidade na abordagem do tema e na apresentação do mapa conceitual.

Ações do professor

  • O professor deve apresentar o conceito de intervenção urbana e exemplos práticos para contextualizar o tema.

  • O professor deve disponibilizar o mapa conceitual modelo para que os alunos compreendam sua estrutura.

  • O professor deve orientar os alunos a pesquisarem e refletirem sobre diferentes formas de intervenção urbana antes da aula presencial.

  • O professor deve mediar as discussões em sala, estimulando a participação e o pensamento crítico.

  • O professor deve acompanhar e apoiar a construção colaborativa do mapa conceitual pelos alunos.

  • O professor deve promover a socialização dos mapas conceituais produzidos, incentivando o debate e a reflexão.

Ações do aluno

  • Os alunos devem pesquisar previamente sobre intervenções urbanas e suas manifestações culturais.

  • Os alunos devem participar ativamente das discussões em sala de aula, compartilhando ideias e reflexões.

  • Os alunos devem colaborar na construção do mapa conceitual, organizando as informações de forma clara e coerente.

  • Os alunos devem relacionar a ideia central com sub-ideias que aprofundem o tema e seus desdobramentos.

  • Os alunos devem apresentar e explicar o mapa conceitual para a turma, defendendo seus pontos de vista.