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Aula sobre Introdução a projeção ortogonal de figuras espaciais

Metodologia ativa — Cultura Maker

Por que usar essa metodologia?

A Cultura Maker favorece a relação entre a teoria e a prática. Através dela conseguimos responder perguntas como: “Professor(a), onde vou usar isso? Por que devo aprender isso?”.

A Cultura Maker não é um passo a passo, ou seja, não é uma receita de bolo que os alunos apenas replicam. Só é considerado cultura maker se houver espaços para criação, autonomia e dinamismo.

Essa metodologia enriquece o processo criativo, a aprendizagem por pares e as habilidades socioemocionais. Propicia caminhos para as atividades interdisciplinares, permitindo que o aprendizado seja mais realista e significativo, perpassando entre as diferentes áreas, competências e habilidades.

Você sabia?

A cultura maker foi expandida após o movimento DIY sigla em inglês para “do it yourself”, que significa “faça você mesmo”. Essa cultura inspira as pessoas a construírem coisas incríveis.


Inicie a aula citando que a introdução a projeção ortogonal de figuras espaciais é um tema importante para a compreensão da geometria espacial, que pode ser aplicado em diversas áreas, como a arquitetura e a engenharia. Diga aos alunos que eles serão incentivados a pensar de forma criativa e a trabalhar em grupo para criar um diário de bordo, que irá auxiliá-los na compreensão do tema e na aplicação dos conhecimentos adquiridos. Serão apresentados exemplos práticos e didáticos sobre o tema, para que os alunos possam visualizar a aplicação da projeção ortogonal em seu cotidiano.

Material de apoio 1 — Introdução a projeção ortogonal de figuras espaciais

  1. Etapa 1Apresentação do tema

    Apresente o tema da aula e explique a importância da projeção ortogonal de figuras espaciais no cotidiano. Em seguida, mostre exemplos práticos de como o tema é utilizado em situações do dia a dia.


  2. Etapa 2Introdução à metodologia Cultura Maker

    Explique a metodologia ‘Cultura Maker’ e como ela será aplicada na aula. Os alunos irão trabalhar em grupos de até 5 alunos para criar um diário de bordo com problemas, alternativas e soluções relacionados ao tema.


  3. Etapa 3Problema

    Os alunos irão discutir com o grupo sobre um problema relacionado ao tema de projeção ortogonal de figuras espaciais. Eles devem identificar o problema e descrevê-lo no diário de bordo. Ajude-os nessa etapa, circulando pela sala e tirando possíveis dúvidas.


  4. Etapa 4Geração de Alternativas

    Agora é o momento dos grupos gerarem alternativas para resolver o problema identificado na etapa anterior. Eles devem descrever as alternativas no diário de bordo descrevendo detalhadamente as situações criadas.


  5. Etapa 5Solução

    Os grupos definirão a melhor solução para o problema identificado na etapa 3. Eles devem descrever a solução no diário de bordo justificando o motivo pelo qual escolheram essa opção.


  6. Etapa 6Apresentação dos diários de bordo

    Cada grupo irá apresentar o seu diário de bordo para a turma explicando as três etapas anteriores. Avalie a qualidade das soluções apresentadas pelos grupos e as justificativas dadas por eles.


  7. Etapa 7Reflexão

    Conduza uma reflexão sobre a aula e a metodologia utilizada. Os alunos irão compartilhar suas opiniões sobre a atividade e como ela pode ser aplicada em outras situações. Aproveite o momento para fechar a aula e coletar feedback do que os alunos acharam da atividade e o que aprenderam com a metodologia.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade dos alunos em reconhecer vistas ortogonais de figuras espaciais.

  • Estimular a criatividade e o trabalho em grupo.

  • Incentivar a pesquisa e a busca por soluções para problemas.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa dos alunos durante toda a aula.

  • Qualidade do diário de bordo, com definição clara do problema, geração de alternativas e escolha da melhor solução.

  • Qualidade da apresentação do trabalho para a turma.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar sua importância.

  • Auxiliar os alunos na escolha do objeto tridimensional para trabalhar.

  • Apresentar exemplos práticos e didáticos para auxiliar na compreensão dos conceitos.

  • Estimular a criatividade e a colaboração dos alunos na resolução de problemas.

  • Encerrar a aula reforçando os conceitos aprendidos e a importância dos triângulos em nosso cotidiano.

Ações do aluno

  • Participar ativamente durante toda a aula.

  • Escolher um objeto tridimensional para trabalhar em grupo.

  • Gerar alternativas e escolher a melhor solução para o problema definido.

  • Apresentar o diário de bordo para a turma e explicar o problema escolhido, as alternativas geradas e a solução encontrada.