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Aula sobre Is that it?

Metodologia ativa — Aprendizagem Entre Pares

Por que usar essa metodologia?

Através desta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como autonomia, proatividade, argumentação, liderança, autoestima, comunicação, pensamento crítico, colaboração e responsabilidade.

Você sabia?

A aprendizagem entre pares foi desenvolvida por um professor de física, Eric Mazur, em 1990 na Universidade de Harvard. O professor notou a necessidade de mudar a forma tradicional das suas aulas, buscando maior engajamento dos alunos. Resolveu então, pesquisar e criar uma nova forma de ensinar e aprender em dupla.


A expressão 'Is that it?' é comumente utilizada em contextos informais da língua inglesa para confirmar informações, expressar surpresa ou encerrar um assunto. No cotidiano dos estudantes, essa expressão pode ser encontrada em conversas com amigos, em vídeos, músicas e até em situações de atendimento ao cliente. Nesta aula, a metodologia ativa de Aprendizagem Entre Pares será aplicada para que os alunos construam coletivamente um mapa conceitual sobre 'Is that it?', explorando seus usos, sentidos e contextos. O mapa conceitual, com uma ideia central e oito sub-ideias organizadas em dois níveis de profundidade, servirá como ferramenta para aprofundar a compreensão e valorizar as diversas linguagens presentes na comunicação.

Material de apoio 1 — Is that it?

  1. Etapa 1Apresentação e contextualização da expressão

    O professor deve iniciar a aula apresentando a expressão 'Is that it?' por meio de exemplos práticos, como diálogos, vídeos curtos ou situações simuladas que os alunos possam reconhecer em seu cotidiano. Deve explicar os diferentes sentidos e usos da expressão, destacando sua relevância cultural e comunicativa. Essa etapa visa despertar o interesse e situar o tema na realidade dos estudantes.


  2. Etapa 2Exposição do mapa conceitual modelo

    O professor deve apresentar o mapa conceitual pronto, contendo a ideia central 'Is that it?' e oito sub-ideias organizadas em dois níveis de profundidade. Deve explicar a estrutura do mapa, como as ideias estão relacionadas e como ele pode ajudar na organização do conhecimento. Os alunos devem observar atentamente para compreender a proposta e se preparar para a construção coletiva.


  3. Etapa 3Formação dos grupos e planejamento

    O professor deve organizar os alunos em duplas ou pequenos grupos, incentivando a colaboração entre pares. Deve orientar os grupos a discutirem e planejarem como irão construir seu próprio mapa conceitual, definindo a ideia central, as sub-ideias e os exemplos que irão utilizar. Essa etapa promove o planejamento coletivo e a divisão de tarefas.


  4. Etapa 4Construção do mapa conceitual pelos alunos

    Os alunos devem trabalhar em seus grupos para construir o mapa conceitual, discutindo e selecionando as ideias principais e sub-ideias relacionadas à expressão 'Is that it?'. Devem organizar as informações em dois níveis de profundidade, utilizando exemplos práticos e contextos reais para fundamentar suas escolhas. O professor deve circular entre os grupos, oferecendo suporte e estimulando o diálogo.


  5. Etapa 5Apresentação dos mapas conceituais

    Cada grupo deve apresentar seu mapa conceitual para a turma, explicando as relações entre as ideias e os exemplos escolhidos. O professor deve incentivar os demais alunos a fazerem perguntas e comentários, promovendo a troca de conhecimentos e o aprofundamento do tema.


  6. Etapa 6Reflexão e discussão coletiva

    O professor deve conduzir uma reflexão coletiva sobre as diferentes construções apresentadas, destacando as variações e semelhanças entre os mapas. Deve enfatizar a importância de compreender a expressão 'Is that it?' em seus múltiplos contextos e linguagens, valorizando a diversidade cultural e comunicativa.


  7. Etapa 7Avaliação e feedback

    O professor deve avaliar a participação e o desempenho dos alunos durante a atividade, considerando os critérios estabelecidos. Deve fornecer feedback construtivo para cada grupo, ressaltando os pontos fortes e sugerindo melhorias para futuras atividades de Aprendizagem Entre Pares.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade dos alunos em utilizar diversas linguagens (artísticas, corporais e verbais) em diferentes contextos.

  • Valorizar a comunicação como fenômeno social, cultural, histórico, variável e heterogêneo.

  • Estimular a colaboração e o diálogo por meio da Aprendizagem Entre Pares.

  • Promover a compreensão e aplicação da expressão 'Is that it?' em diferentes situações comunicativas.

  • Fomentar o pensamento crítico e a organização de ideias através da construção do mapa conceitual.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa e colaborativa na construção do mapa conceitual.

  • Capacidade de identificar e organizar as ideias principais e sub-ideias relacionadas ao tema.

  • Uso adequado e contextualizado da expressão 'Is that it?' nas discussões e no mapa.

  • Demonstração de compreensão das diferentes linguagens e contextos de uso da expressão.

Ações do professor

  • O professor deve apresentar a expressão 'Is that it?' contextualizando seu uso em situações cotidianas e culturais.

  • O professor deve disponibilizar o mapa conceitual pronto para que os alunos possam visualizar a estrutura e compreender a proposta.

  • O professor deve organizar os alunos em duplas ou pequenos grupos para que realizem a atividade de Aprendizagem Entre Pares.

  • O professor deve orientar os alunos na construção coletiva do mapa conceitual, estimulando o diálogo e a troca de ideias.

  • O professor deve acompanhar o desenvolvimento da atividade, oferecendo suporte e esclarecendo dúvidas.

  • O professor deve promover a socialização dos mapas conceituais produzidos, incentivando a apresentação e discussão entre os grupos.

Ações do aluno

  • Os alunos devem participar ativamente das discussões em duplas ou grupos, compartilhando conhecimentos e opiniões.

  • Os alunos devem colaborar na identificação da ideia central e das oito sub-ideias para o mapa conceitual.

  • Os alunos devem organizar as ideias em dois níveis de profundidade, respeitando a hierarquia conceitual.

  • Os alunos devem utilizar exemplos práticos e contextos reais para enriquecer o mapa conceitual.

  • Os alunos devem apresentar o mapa conceitual para a turma, explicando as relações entre as ideias.