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Aula sobre Lutas e conquistas das minorias sociais

Metodologia ativa — Cultura Maker

Por que usar essa metodologia?

A Cultura Maker favorece a relação entre a teoria e a prática. Através dela conseguimos responder perguntas como: “Professor(a), onde vou usar isso? Por que devo aprender isso?”.

A Cultura Maker não é um passo a passo, ou seja, não é uma receita de bolo que os alunos apenas replicam. Só é considerado cultura maker se houver espaços para criação, autonomia e dinamismo.

Essa metodologia enriquece o processo criativo, a aprendizagem por pares e as habilidades socioemocionais. Propicia caminhos para as atividades interdisciplinares, permitindo que o aprendizado seja mais realista e significativo, perpassando entre as diferentes áreas, competências e habilidades.

Você sabia?

A cultura maker foi expandida após o movimento DIY sigla em inglês para “do it yourself”, que significa “faça você mesmo”. Essa cultura inspira as pessoas a construírem coisas incríveis.


O tema 'Lutas e conquistas das minorias sociais' é fundamental para que os estudantes compreendam a importância da diversidade, do respeito aos direitos humanos e da valorização das diferentes identidades e culturas presentes na sociedade. Exemplos práticos incluem movimentos históricos como o movimento negro, o movimento LGBTQIA+, as lutas indígenas e as reivindicações das pessoas com deficiência. A metodologia Cultura Maker será aplicada por meio da criação de um fanzine em papel A4 dividido em 8 partes, permitindo que os alunos explorem o tema de forma colaborativa, criativa e crítica, desenvolvendo habilidades como empatia, diálogo, resolução de conflitos e cooperação.

Material de apoio 1 — Lutas e conquistas das minorias sociais

  1. Etapa 1Introdução e sensibilização

    O professor apresenta o tema 'Lutas e conquistas das minorias sociais', contextualizando sua relevância social e histórica. São apresentados exemplos práticos, como movimentos sociais e conquistas recentes, para despertar o interesse e a empatia dos alunos. O professor promove uma roda de conversa para que os estudantes expressem suas percepções iniciais sobre o tema.


  2. Etapa 2Divisão do fanzine e planejamento

    O professor explica a estrutura do fanzine em papel A4 dividido em 8 partes e orienta os alunos a organizarem os subtópicos que serão abordados em cada parte. Os estudantes, em grupos, planejam o conteúdo de cada seção, definindo responsabilidades e temas específicos, como direitos civis, cultura, identidade, entre outros.


  3. Etapa 3Pesquisa e coleta de informações

    Os alunos realizam pesquisas utilizando materiais disponíveis na escola, conhecimentos prévios e discussões em grupo para reunir informações relevantes sobre as lutas e conquistas das minorias sociais. O professor orienta para que as fontes sejam confiáveis e que as informações estejam alinhadas com os direitos humanos e o respeito à diversidade.


  4. Etapa 4Produção do fanzine - parte 1

    Os estudantes começam a produzir as primeiras partes do fanzine, elaborando textos e criando ilustrações ou outros recursos visuais que representem os conteúdos planejados. O professor acompanha o processo, incentivando a criatividade e o diálogo entre os membros do grupo.


  5. Etapa 5Produção do fanzine - parte 2

    A produção do fanzine continua com a elaboração das partes restantes. Os alunos revisam os conteúdos produzidos, ajustam informações e aprimoram a apresentação visual do material. O professor promove momentos de troca de feedback entre os grupos para fortalecer a cooperação e o respeito às diferentes perspectivas.


  6. Etapa 6Finalização e montagem do fanzine

    Os estudantes organizam as 8 partes do fanzine, garantindo a coerência e a sequência lógica dos conteúdos. O professor orienta sobre a montagem física do fanzine em papel A4, dividindo-o corretamente para que cada parte seja destacada e lida de forma clara e acessível.


  7. Etapa 7Apresentação e socialização

    Cada grupo apresenta seu fanzine para a turma, compartilhando as informações, reflexões e produções visuais. O professor conduz uma roda de conversa para que os alunos expressem suas impressões, promovendo o diálogo, a empatia e o respeito às diferentes vivências e pontos de vista.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a empatia e o respeito à diversidade cultural e social.

  • Estimular o diálogo e a cooperação entre os estudantes.

  • Promover a compreensão histórica e social das lutas das minorias.

  • Incentivar a expressão criativa e o pensamento crítico por meio da produção do fanzine.

  • Fomentar a valorização dos direitos humanos e a promoção do respeito mútuo.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa e colaborativa na construção do fanzine.

  • Capacidade de expressar ideias sobre as lutas e conquistas das minorias sociais de forma clara e respeitosa.

  • Demonstração de compreensão dos conceitos relacionados à diversidade e aos direitos humanos.

  • Uso adequado dos recursos disponíveis para a criação do fanzine.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar sua importância na sociedade atual.

  • Orientar os alunos na divisão do fanzine em 8 partes e na organização dos conteúdos.

  • Estimular o diálogo e a troca de ideias durante o processo de criação.

  • Acompanhar e apoiar os grupos durante a produção do fanzine, promovendo a cooperação.

  • Realizar a socialização dos fanzines produzidos, promovendo a reflexão e o respeito às diferentes perspectivas.

Ações do aluno

  • Participar ativamente das discussões sobre o tema.

  • Colaborar na pesquisa e seleção de informações para o fanzine.

  • Organizar e dividir as tarefas para a produção das 8 partes do fanzine.

  • Criar conteúdos escritos e visuais que expressem as lutas e conquistas das minorias sociais.

  • Compartilhar e respeitar as ideias dos colegas durante o processo de criação.