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Aula sobre Medidas em informática

Metodologia ativa — Cultura Maker

Por que usar essa metodologia?

A Cultura Maker favorece a relação entre a teoria e a prática. Através dela conseguimos responder perguntas como: “Professor(a), onde vou usar isso? Por que devo aprender isso?”.

A Cultura Maker não é um passo a passo, ou seja, não é uma receita de bolo que os alunos apenas replicam. Só é considerado cultura maker se houver espaços para criação, autonomia e dinamismo.

Essa metodologia enriquece o processo criativo, a aprendizagem por pares e as habilidades socioemocionais. Propicia caminhos para as atividades interdisciplinares, permitindo que o aprendizado seja mais realista e significativo, perpassando entre as diferentes áreas, competências e habilidades.

Você sabia?

A cultura maker foi expandida após o movimento DIY sigla em inglês para “do it yourself”, que significa “faça você mesmo”. Essa cultura inspira as pessoas a construírem coisas incríveis.


No mundo atual, a informática está presente em praticamente todas as atividades diárias, desde o uso de smartphones até a navegação na internet e o armazenamento de arquivos digitais. Entender as medidas utilizadas em informática, como bytes, kilobytes, megabytes, gigabytes e as velocidades de transferência de dados, é fundamental para que os estudantes possam interpretar informações técnicas e científicas presentes em diversas mídias e tecnologias. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa Cultura Maker para que os alunos, em grupos, criem um diário de bordo onde irão registrar problemas, gerar alternativas e propor soluções relacionadas às medidas em informática, promovendo uma aprendizagem significativa e colaborativa.

Material de apoio 1 — Medidas em informática

  1. Etapa 1Introdução e Contextualização

    O professor inicia a aula apresentando o tema "Medidas em informática", explicando a importância de compreender unidades como byte, kilobyte, megabyte, gigabyte, e as velocidades de transferência de dados. Utiliza exemplos do cotidiano dos alunos, como armazenamento em celulares, pendrives e streaming de vídeos, para tornar o assunto mais próximo e relevante. Em seguida, apresenta a metodologia ativa Cultura Maker e explica a proposta do diário de bordo que será desenvolvido em grupos.


  2. Etapa 2Formação dos Grupos e Apresentação do Diário de Bordo

    O professor organiza os alunos em grupos de 3 a 5 integrantes e apresenta o modelo do diário de bordo, destacando os campos Problema, Geração de Alternativas e Solução. Explica como cada grupo deverá registrar suas discussões e descobertas, enfatizando a importância da colaboração e do registro detalhado para o processo de aprendizagem.


  3. Etapa 3Identificação dos Problemas

    Os grupos iniciam a discussão para identificar problemas relacionados ao tema, como dificuldades em entender as diferenças entre as unidades de armazenamento, interpretar informações técnicas em manuais ou anúncios, ou calcular a capacidade necessária para armazenar determinados arquivos. Os alunos registram esses problemas no diário de bordo, com o apoio do professor para esclarecer dúvidas.


  4. Etapa 4Geração de Alternativas

    Cada grupo discute possíveis alternativas para resolver os problemas identificados. Por exemplo, podem criar tabelas de conversão entre unidades, desenvolver estratégias para estimar o tempo de download de arquivos com base na velocidade da internet, ou elaborar explicações simples para conceitos complexos. As alternativas são registradas no diário de bordo, incentivando a criatividade e o pensamento crítico.


  5. Etapa 5Proposição de Soluções

    Os grupos escolhem as alternativas mais viáveis e desenvolvem soluções concretas para os problemas levantados. Podem criar esquemas, exemplos práticos, ou explicações detalhadas que facilitem a compreensão das medidas em informática. As soluções são documentadas no diário de bordo, preparando-se para a socialização com a turma.


  6. Etapa 6Socialização e Compartilhamento

    Cada grupo apresenta suas descobertas, alternativas e soluções para a turma, promovendo um ambiente de troca de conhecimentos. O professor modera a discussão, destacando pontos importantes e esclarecendo dúvidas que surgirem, reforçando os conceitos matemáticos e tecnológicos envolvidos.


  7. Etapa 7Avaliação e Reflexão Final

    O professor realiza uma avaliação formativa com base na participação dos alunos, na qualidade do diário de bordo e na apresentação das soluções. Estimula os estudantes a refletirem sobre o que aprenderam, como a atividade colaborativa contribuiu para seu entendimento e a importância das medidas em informática no contexto atual.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de interpretar e compreender textos científicos e midiáticos que utilizam unidades de medida em informática.

  • Estimular o trabalho colaborativo por meio da criação de um diário de bordo em grupo.

  • Promover a aplicação prática dos conceitos de medidas de armazenamento e velocidade de transferência de dados.

  • Incentivar a reflexão crítica e a resolução de problemas relacionados às unidades de medida em informática.

  • Integrar conhecimentos matemáticos com tecnologias digitais e o cotidiano dos estudantes.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa e colaborativa na elaboração do diário de bordo.

  • Capacidade de identificar e registrar corretamente os problemas relacionados às medidas em informática.

  • Criatividade e pertinência na geração de alternativas para os problemas apresentados.

  • Clareza e coerência na apresentação das soluções propostas.

  • Demonstração de compreensão dos conceitos matemáticos envolvidos nas medidas e conversões.

Ações do professor

  • Apresentar o tema "Medidas em informática" contextualizando com exemplos do cotidiano dos alunos.

  • Organizar os alunos em grupos e explicar a dinâmica do diário de bordo, destacando os campos Problema, Geração de Alternativas e Solução.

  • Orientar os grupos durante as discussões, estimulando a participação de todos e a reflexão crítica.

  • Fornecer exemplos práticos e materiais de apoio para facilitar a compreensão das unidades de medida e suas conversões.

  • Promover momentos de socialização para que os grupos compartilhem suas descobertas e soluções.

  • Avaliar o processo e o produto final, oferecendo feedback construtivo para os alunos.

Ações do aluno

  • Participar ativamente das discussões em grupo, contribuindo com ideias e questionamentos.

  • Registrar no diário de bordo os problemas identificados relacionados às medidas em informática.

  • Colaborar na geração de alternativas para solucionar os problemas propostos.

  • Organizar e apresentar as soluções encontradas de forma clara e coerente no diário de bordo.

  • Refletir sobre as aplicações práticas das medidas em informática no cotidiano.

  • Compartilhar com a turma as conclusões e aprendizados obtidos durante a atividade.