Logo do Aprendizap

Aula sobre Medidas em informática

Metodologia ativa — Design Thinking

Por que usar essa metodologia?

O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.

Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.

As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.

Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.

Você sabia?

É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.


As medidas em informática são fundamentais para entendermos como os dados são armazenados, processados e transmitidos nos dispositivos tecnológicos que usamos diariamente, como computadores, smartphones e tablets. Por exemplo, ao comprar um celular, é importante compreender o que significam termos como megabytes, gigabytes e megabits por segundo, que indicam capacidade de armazenamento e velocidade de conexão. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa Design Thinking para que os alunos criem um mapa de empatia, explorando as percepções e dificuldades relacionadas às medidas em informática. Essa abordagem permitirá que eles se coloquem no lugar de usuários comuns, identificando dores e ganhos, e assim, compreender melhor o tema e suas aplicações no cotidiano.

Material de apoio 1 — Medidas em informática

  1. Etapa 1Introdução e Contextualização

    O professor inicia a aula apresentando o tema 'Medidas em informática', explicando sua relevância no cotidiano dos alunos, como na escolha de dispositivos eletrônicos e na compreensão da velocidade da internet. Exemplos práticos são dados, como comparar a capacidade de armazenamento de um pen drive em megabytes e gigabytes, ou a velocidade de download em megabits por segundo. O professor introduz a metodologia Design Thinking e explica que os alunos irão criar um mapa de empatia para explorar o tema de forma colaborativa.


  2. Etapa 2Formação dos Grupos e Apresentação do Mapa de Empatia

    Os alunos são divididos em pequenos grupos. O professor apresenta o mapa de empatia, explicando cada campo: 'O que ele pensa e sente?', 'O que ele escuta?', 'O que ele fala e faz?', 'O que ele vê?', 'Dores' e 'Ganhos'. O objetivo é que os alunos se coloquem no lugar de usuários comuns de tecnologia para entender suas percepções e dificuldades relacionadas às medidas em informática.


  3. Etapa 3Pesquisa e Análise de Textos e Exemplos

    Cada grupo recebe textos curtos e exemplos práticos que contêm unidades de medida em informática, como artigos, propagandas ou manuais simplificados. Os alunos devem ler, interpretar e discutir o conteúdo, identificando as unidades de medida e suas conversões, relacionando-as com o cotidiano dos usuários. Essa etapa ajuda a fundamentar as informações que serão inseridas no mapa de empatia.


  4. Etapa 4Construção do Mapa de Empatia

    Os grupos começam a preencher o mapa de empatia, discutindo e anotando as percepções dos usuários em cada campo. Eles refletem sobre o que os usuários pensam e sentem ao lidar com medidas em informática, o que escutam de amigos ou especialistas, o que falam e fazem, o que veem na mídia, além das dores (dificuldades) e ganhos (benefícios) relacionados ao tema. O professor circula para orientar e esclarecer dúvidas.


  5. Etapa 5Refinamento e Preparação para Apresentação

    Os grupos revisam seus mapas, organizando as informações de forma clara e coerente. Eles preparam uma breve apresentação para compartilhar suas descobertas com a turma, destacando as principais dores e ganhos identificados e como as medidas em informática impactam os usuários. O professor incentiva a criatividade e a colaboração nesta etapa.


  6. Etapa 6Apresentação dos Mapas de Empatia

    Cada grupo apresenta seu mapa de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas e as conclusões alcançadas. Os demais alunos e o professor fazem perguntas e oferecem feedback construtivo. Essa troca enriquece a compreensão do tema e permite que os alunos aprendam com diferentes perspectivas.


  7. Etapa 7Síntese e Reflexão Final

    O professor conduz uma reflexão final sobre o que foi aprendido, reforçando a importância de compreender as medidas em informática e suas conversões para interpretar textos científicos e midiáticos. Os alunos são convidados a relacionar o conteúdo com suas experiências pessoais e a pensar em como aplicar esse conhecimento no dia a dia. O professor pode propor uma atividade de registro individual para consolidar o aprendizado.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de interpretar e compreender textos científicos e midiáticos que envolvam unidades de medida em informática.

  • Estimular o pensamento crítico e a empatia ao analisar as necessidades e dificuldades dos usuários em relação às medidas de armazenamento e velocidade de dados.

  • Promover o trabalho colaborativo e a criatividade na construção de mapas de empatia para aprofundar o entendimento do tema.

  • Relacionar conceitos matemáticos de unidades de medida e conversão com situações reais do cotidiano tecnológico dos alunos.

  • Incentivar a autonomia dos estudantes na busca e organização de informações relevantes sobre medidas em informática.

Critérios de avaliação

  • Capacidade de interpretar corretamente as unidades de medida e suas conversões em textos científicos e midiáticos.

  • Participação ativa na construção do mapa de empatia, demonstrando compreensão das perspectivas dos usuários.

  • Clareza e organização das informações apresentadas no mapa de empatia.

  • Aplicação dos conceitos matemáticos de medidas em informática em exemplos práticos.

  • Colaboração e respeito durante as atividades em grupo.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar sua importância no cotidiano dos alunos, exemplificando com situações reais.

  • Explicar a metodologia Design Thinking e orientar a construção do mapa de empatia, destacando os campos a serem preenchidos.

  • Dividir a turma em grupos e mediar as discussões para que os alunos possam compartilhar ideias e organizar o mapa.

  • Fornecer exemplos práticos e textos curtos que contenham unidades de medida em informática para análise.

  • Estimular a reflexão sobre as dores e ganhos dos usuários em relação às medidas de armazenamento e velocidade.

  • Acompanhar o desenvolvimento dos mapas, oferecendo suporte e esclarecendo dúvidas.

  • Promover a apresentação dos mapas pelos grupos, incentivando a troca de conhecimentos e feedback construtivo.

Ações do aluno

  • Participar ativamente das discussões em grupo para construir o mapa de empatia.

  • Pesquisar e interpretar informações sobre medidas em informática presentes em textos e exemplos fornecidos.

  • Preencher os campos do mapa de empatia considerando o ponto de vista de usuários comuns.

  • Refletir sobre as dificuldades (dores) e benefícios (ganhos) relacionados às medidas em informática.

  • Colaborar com os colegas para organizar e apresentar as informações de forma clara e coerente.

  • Apresentar o mapa de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas e as conclusões alcançadas.