Aula sobre Memórias literárias
Metodologia ativa — Design Sprint
Por que usar essa metodologia?
O Design Sprint (DS) pode ser utilizado como ferramenta na gestão e elaboração de projetos, dessa forma é possível desenvolver esta metodologia ativa em parceria com a aprendizagem baseada em projetos e juntas alcançar um nível mais aprofundado de aprendizado. Ao conduzir os alunos a construir um protótipo e ou solução em um curto espaço de tempo estamos contribuindo para uma aprendizagem mais significativa.
O (DS) busca desenvolver um produto em no máximo cinco dias. A ideia central é errar mais rápido para aprender mais rápido, ou seja, é fazendo e refazendo que o alunos aprendem, valorizando o erro como parte importante do processo.
Ao trabalhar esta metodologia é possível desenvolver habilidades que são de suma importância para o desenvolvimento cognitivo e social dos alunos como a colaboração, criticidade, aprendizagem entre pares, comunicação, proatividade e criatividade.
Você sabia?
O Design Sprint é um método ágil muito utilizado em grandes multinacionais e que sua utilização na educação enriqueceu ainda mais outras metodologias como a aprendizagem baseada em problemas e em projetos.
Explique aos alunos que a aula de "Memórias literárias" pretende desenvolver a habilidade deles em criar narrativas ficcionais, utilizando diferentes gêneros e elementos narrativos. Essa habilidade é importante para a formação de leitores críticos e produtores de texto competentes. Além disso, a metodologia ativa Design Sprint será utilizada para desenvolver o pensamento criativo, colaborativo e crítico dos estudantes. Para contextualizar o tema, você pode apresentar exemplos de diferentes gêneros literários que utilizam a memória como ponto de partida, como crônicas, autobiografias e contos.

Etapa 1 — Entender
Professor, após ter introduzido o tema e explicado os objetivos da aula, divida os alunos em grupos para pesquisarem e selecionar exemplos de diferentes gêneros literários que utilizam a memória como ponto de partida. Exemplo: Os alunos podem pesquisar e selecionar trechos de crônicas que falam sobre memórias de infância, autobiografias de personalidades importantes e trechos de contos que utilizam a memória como recurso narrativo.
Etapa 2 — Esboçar
Os grupos devem apresentar os exemplos selecionados e discutir, em conjunto, as características dos textos. Em seguida, devem escolher um gênero literário e criar roteiros básicos para uma narrativa ficcional utilizando a memória como ponto de partida. Exemplo: Os alunos podem escolher o gênero conto e criar um roteiro para uma história que utilize uma memória de infância como ponto de partida.
Etapa 3 — Decidir
Os grupos devem apresentar os roteiros criados e discutir, em conjunto, as propostas. Em seguida, devem selecionar apenas um roteiro para ser desenvolvido em conjunto pelo grupo. Exemplo: Os alunos podem selecionar o roteiro que tenha maior potencial para desenvolvimento e que melhor utilize as características do gênero literário escolhido.
Etapa 4 — Prototipar
O grupo deve criar um esboço da narrativa, definindo personagens, cenários e elementos narrativos, como tempo e espaço. Em seguida, devem criar um rascunho do texto.
Etapa 5 — Testar
O grupo deve apresentar o rascunho do texto para os demais grupos para receber feedbacks e sugestões de melhoria. Em seguida, devem finalizar o texto. Etapa 6 - Encerramento:
Encerre a aula agradecendo a participação dos estudantes e faça uma reflexão sobre a importância do processo de criação da narrativa ficcional.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a habilidade de criação de narrativas ficcionais;
Estimular o pensamento criativo, colaborativo e crítico dos estudantes;
Desenvolver a habilidade de leitura crítica e interpretação de diferentes gêneros literários.
Critérios de avaliação
Capacidade dos alunos em identificar e selecionar exemplos de diferentes gêneros literários que utilizam a memória como ponto de partida;
Qualidade do roteiro criado pelo grupo, levando em consideração as características do gênero literário escolhido;
Criatividade e originalidade na criação da narrativa ficcional;
Coerência e organização textual na produção da narrativa;
Habilidade dos alunos em receber feedbacks e fazer alterações no texto.
Ações do professor
Introduzir o tema e os objetivos da aula;
Dividir os alunos em grupos;
Orientar os alunos durante as diferentes etapas do Design Sprint;
Fornecer feedbacks e sugestões de melhoria;
Finalizar a aula com uma reflexão sobre o processo de criação da narrativa ficcional.
Ações do aluno
Pesquisar e selecionar exemplos de diferentes gêneros literários que utilizam a memória como ponto de partida;
Criar um roteiro para uma narrativa ficcional utilizando as características do gênero literário escolhido;
Criar uma narrativa ficcional utilizando os elementos narrativos e personagens definidos pelo grupo;
Receber feedbacks e sugestões de melhoria do texto;
Finalizar a narrativa ficcional criada pelo grupo.