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Aula sobre Neodarwinismo

Metodologia ativa — Design Thinking

Por que usar essa metodologia?

O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.

Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.

As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.

Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.

Você sabia?

É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.


O Neodarwinismo é uma teoria que combina a seleção natural proposta por Charles Darwin com os avanços da genética moderna, explicando como as espécies evoluem ao longo do tempo por meio da variação genética e da seleção. Esse tema é fundamental para compreender a origem e a diversidade da vida, incluindo a história humana, sua dispersão pelo planeta e as diferentes formas de interação com o meio ambiente. No cotidiano dos estudantes, podemos observar princípios do Neodarwinismo em exemplos como a resistência de bactérias a antibióticos, a diversidade de características físicas entre populações humanas e a adaptação de plantas e animais ao ambiente local.

Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa Design Thinking para que os alunos usem o mapa de empatia, explorando diferentes perspectivas sobre o processo evolutivo e suas implicações, promovendo uma compreensão mais profunda e crítica do tema, valorizando a diversidade étnica e cultural humana.

Material de apoio 1 — Neodarwinismo

  1. Etapa 1Introdução ao Neodarwinismo e contextualização

    Inicie a aula apresentando o conceito de Neodarwinismo, explicando sua importância para entender a evolução biológica e a história humana. Utilize exemplos práticos como a resistência bacteriana a antibióticos e a diversidade física entre populações para conectar o tema ao cotidiano dos alunos. Essa etapa visa despertar o interesse e preparar os estudantes para a atividade de Design Thinking, destacando a relevância da diversidade étnica e cultural na evolução humana.


  2. Etapa 2Apresentação da metodologia Design Thinking e do mapa de empatia

    Apresente o mapa de empatia com seus campos: 'O que ele pensa e sente?', 'O que ele escuta?', 'O que ele fala e faz?', 'O que ele vê?', 'Dores' e 'Ganhos'. Esclareça o objetivo de cada campo e como eles ajudarão a compreender diferentes perspectivas sobre a evolução e a diversidade humana.


  3. Etapa 3Formação de grupos e planejamento da construção do mapa

    Os alunos são organizados em grupos e recebem a tarefa de escolher um personagem ou grupo social (por exemplo, um ancestral humano, uma população indígena, um cientista da evolução) para organizar o mapa de empatia. Eles discutem e planejam como preencher cada campo do mapa, relacionando os conceitos do Neodarwinismo com as experiências e contextos do personagem escolhido.


  4. Etapa 4Pesquisa e coleta de informações para o mapa de empatia

    Os grupos realizam pesquisas utilizando conhecimentos prévios, debates em sala e, se possível, recursos disponíveis para reunir informações que alimentem o mapa de empatia. Eles refletem sobre o que o personagem pensa, sente, escuta, fala, vê, suas dores e ganhos, sempre relacionando com os princípios da evolução biológica e a diversidade humana.


  5. Etapa 5Construção do mapa de empatia

    Os alunos organizam as informações coletadas preenchendo cada campo do mapa de empatia. O professor circula pela sala, orientando, esclarecendo dúvidas e incentivando a reflexão crítica sobre as relações entre evolução, diversidade e cultura. Essa etapa promove o trabalho colaborativo e a aplicação prática dos conceitos estudados.


  6. Etapa 6Apresentação e discussão dos mapas de empatia

    Cada grupo apresenta seu mapa para a turma, explicando as escolhas feitas e as reflexões desenvolvidas. O professor estimula o debate, destacando a importância de respeitar e valorizar as diferentes perspectivas e a diversidade étnica e cultural. Essa troca enriquece a compreensão coletiva sobre o Neodarwinismo e sua aplicação na análise da história humana.


  7. Etapa 7Síntese e reflexão final

    Conduza uma reflexão final sobre o aprendizado da aula, reforçando como os princípios do Neodarwinismo ajudam a entender a origem, diversificação e dispersão da espécie humana, bem como a importância de valorizar a diversidade cultural. Os alunos são convidados a compartilhar suas impressões e a relacionar o conteúdo com suas próprias experiências e contextos.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a compreensão dos princípios do Neodarwinismo e sua aplicação na evolução biológica e história humana.

  • Estimular o pensamento crítico e empático ao analisar diferentes perspectivas sobre a evolução e diversidade humana por meio do mapa de empatia.

  • Promover a valorização e o respeito à diversidade étnica e cultural como parte integrante da evolução humana.

  • Fomentar habilidades de trabalho colaborativo e comunicação ao construir e apresentar o mapa de empatia em grupo.

  • Aplicar os conceitos de evolução para compreender a origem, diversificação e dispersão da espécie humana no planeta.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa e colaborativa na construção do mapa de empatia.

  • Capacidade de relacionar os conceitos do Neodarwinismo com exemplos práticos e cotidianos.

  • Clareza e coerência na apresentação das ideias no mapa de empatia.

  • Demonstração de respeito e valorização da diversidade étnica e cultural nas discussões e produções.

  • Aplicação dos princípios da evolução biológica para analisar a história humana de forma crítica.

Ações do professor

  • Apresentar o tema Neodarwinismo contextualizando com exemplos práticos do cotidiano dos alunos.

  • Explicar a metodologia Design Thinking e o uso do mapa de empatia para explorar o tema.

  • Orientar os alunos na construção do mapa de empatia, esclarecendo cada campo e incentivando a reflexão crítica.

  • Medir o engajamento dos grupos, promovendo discussões e auxiliando na organização das ideias.

  • Estimular a apresentação dos mapas de empatia para a turma, promovendo o debate e a valorização das diferentes perspectivas.

  • Avaliar a participação e o entendimento dos alunos conforme os critérios estabelecidos.

Ações do aluno

  • Participar ativamente das discussões iniciais sobre o Neodarwinismo e suas aplicações.

  • Colaborar com o grupo para construir o mapa de empatia, refletindo sobre cada campo proposto.

  • Pesquisar e relacionar exemplos práticos que ilustrem os conceitos do Neodarwinismo.

  • Expressar suas ideias e ouvir as perspectivas dos colegas durante a construção do mapa.

  • Apresentar o mapa de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas e as reflexões desenvolvidas.

  • Respeitar e valorizar as diferentes opiniões e a diversidade cultural durante as atividades.