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Aula sobre Os Fenômenos das Línguas

Metodologia ativa — Sala de Aula Invertida

Por que usar essa metodologia?

A sala de aula invertida permite que o professor aproveite melhor o tempo em sala de aula. É possível enviar previamente o material para que o aluno se aproprie antes da aula e utilize o tempo com o professor para tirar dúvidas e se aprofundar no conteúdo.

Os alunos aprendem em diferentes ritmos e de formas distintas, já que o material enviado previamente pode ser diverso, como: podcast; texto; vídeo; filme; slides e outros.

É possível personalizar a aprendizagem respeitando as individualidades de cada um e tornando a aula mais eficiente e atrativa.

Você sabia?

A sala de aula invertida pode ser utilizada em parceria com muitas outras metodologias ativas. Esse método, auxilia o professor na personalização do ensino e contribui de para uma aprendizagem ativa.


O estudo dos fenômenos das línguas permite compreender que a língua não é um sistema estático, mas sim um fenômeno dinâmico, influenciado por fatores históricos, sociais, culturais e políticos. No cotidiano dos estudantes, isso pode ser observado na diversidade de sotaques, gírias, variações regionais e no contato com outras línguas, como o inglês ou línguas indígenas. Nesta aula, utilizando a metodologia da Sala de Aula Invertida, os alunos serão convidados a explorar previamente o tema por meio de leituras e vídeos indicados, para que em sala possam construir coletivamente um mapa conceitual que organize e aprofunde os conhecimentos sobre os fenômenos linguísticos, estimulando a análise crítica e a compreensão da língua como um fenômeno complexo e multifacetado.

Material de apoio 1 — Os Fenômenos das Línguas

  1. Etapa 1Preparação Prévia (Sala de Aula Invertida)

    O professor disponibiliza aos alunos materiais selecionados, como textos e vídeos que abordam os fenômenos das línguas, enfatizando aspectos históricos, sociais, culturais e políticos. Os alunos devem estudar esses conteúdos em casa, preparando-se para a atividade em sala. Essa etapa é fundamental para que os estudantes cheguem à aula com uma base de conhecimento que permita a construção ativa do mapa conceitual.


  2. Etapa 2Apresentação da Atividade e do Material de Apoio

    Em sala, o professor explica a dinâmica da aula e apresenta o mapa conceitual modelo, que contém uma ideia central e oito sub-ideias distribuídas em dois níveis de profundidade. O professor destaca como o mapa pode ajudar a organizar o conhecimento e estimula os alunos a pensar sobre os fenômenos das línguas a partir do material estudado.


  3. Etapa 3Formação dos Grupos e Planejamento

    Os alunos são organizados em grupos pequenos para facilitar a colaboração. Cada grupo discute rapidamente o que compreendeu dos materiais prévios e planeja como irão construir seu próprio mapa conceitual, definindo a ideia central e as sub-ideias que consideram mais relevantes.


  4. Etapa 4Construção Coletiva do Mapa Conceitual

    Os grupos trabalham na elaboração do mapa conceitual, relacionando conceitos e exemplos dos fenômenos das línguas, como variação linguística, contexto social, influência histórica, entre outros. O professor circula entre os grupos, orientando, fazendo perguntas que provoquem reflexão e auxiliando na organização das ideias.


  5. Etapa 5Apresentação e Compartilhamento dos Mapas

    Cada grupo apresenta seu mapa conceitual para a turma, explicando as escolhas feitas, as relações estabelecidas e os exemplos utilizados. Essa etapa promove a troca de conhecimentos e amplia a compreensão dos fenômenos linguísticos sob diferentes perspectivas.


  6. Etapa 6Discussão e Reflexão Crítica

    Após as apresentações, o professor conduz uma discussão coletiva, destacando pontos importantes, esclarecendo dúvidas e incentivando os alunos a refletirem sobre a complexidade e a diversidade das línguas, bem como sua sensibilidade aos contextos de uso.


  7. Etapa 7Avaliação e Feedback

    O professor avalia a participação dos alunos, a qualidade dos mapas conceituais e a capacidade crítica demonstrada. Oferece feedback construtivo para que os estudantes possam aprimorar suas habilidades de análise e organização do conhecimento, reforçando a importância do tema para a compreensão das línguas como fenômenos dinâmicos.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de análise crítica de textos relacionados aos fenômenos das línguas.

  • Compreender a língua como um fenômeno histórico, social, cultural, político e geopolítico.

  • Reconhecer a variabilidade e heterogeneidade das línguas em diferentes contextos de uso.

  • Estimular a autonomia dos alunos por meio da metodologia de Sala de Aula Invertida.

  • Promover a construção coletiva do conhecimento por meio da criação de um mapa conceitual.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa na construção do mapa conceitual.

  • Capacidade de relacionar conceitos e organizar informações de forma coerente no mapa.

  • Demonstração de compreensão crítica dos fenômenos linguísticos abordados.

  • Colaboração e trabalho em grupo durante as atividades em sala.

Ações do professor

  • Disponibilizar previamente materiais de estudo (textos, vídeos) sobre os fenômenos das línguas para que os alunos possam se preparar em casa.

  • Apresentar e explicar a metodologia da Sala de Aula Invertida e a atividade do mapa conceitual.

  • Organizar os alunos em grupos para a construção do mapa conceitual em sala.

  • Fornecer o mapa conceitual modelo como material de apoio para guiar a construção dos alunos.

  • Medir e orientar as discussões, promovendo o aprofundamento dos conceitos e esclarecendo dúvidas.

  • Estimular a reflexão crítica e a conexão entre os diferentes aspectos dos fenômenos linguísticos.

  • Avaliar a participação e o produto final, oferecendo feedback construtivo.

Ações do aluno

  • Realizar a preparação prévia por meio da leitura e visualização dos materiais indicados.

  • Participar ativamente das discussões em grupo para construir o mapa conceitual.

  • Contribuir com ideias e exemplos que evidenciem os fenômenos das línguas no cotidiano.

  • Organizar e relacionar os conceitos no mapa conceitual, respeitando os níveis de profundidade.

  • Refletir criticamente sobre as variações e contextos das línguas apresentadas.

  • Colaborar com os colegas, respeitando diferentes pontos de vista e construindo coletivamente.