Aula sobre Os quilombos
Metodologia ativa — Design Sprint
Por que usar essa metodologia?
O Design Sprint (DS) pode ser utilizado como ferramenta na gestão e elaboração de projetos, dessa forma é possível desenvolver esta metodologia ativa em parceria com a aprendizagem baseada em projetos e juntas alcançar um nível mais aprofundado de aprendizado. Ao conduzir os alunos a construir um protótipo e ou solução em um curto espaço de tempo estamos contribuindo para uma aprendizagem mais significativa.
O (DS) busca desenvolver um produto em no máximo cinco dias. A ideia central é errar mais rápido para aprender mais rápido, ou seja, é fazendo e refazendo que o alunos aprendem, valorizando o erro como parte importante do processo.
Ao trabalhar esta metodologia é possível desenvolver habilidades que são de suma importância para o desenvolvimento cognitivo e social dos alunos como a colaboração, criticidade, aprendizagem entre pares, comunicação, proatividade e criatividade.
Você sabia?
O Design Sprint é um método ágil muito utilizado em grandes multinacionais e que sua utilização na educação enriqueceu ainda mais outras metodologias como a aprendizagem baseada em problemas e em projetos.
Os quilombos são comunidades formadas por pessoas negras que fugiram da escravização durante o período colonial no Brasil. Essas comunidades se estabeleceram em áreas isoladas e de difícil acesso, onde conseguiram viver de forma autônoma e preservar sua cultura e tradições.
A atividade será desenvolvida em 5 etapas:

Etapa 1 — Entender
Introduza o tema dos quilombos e explique como será a atividade. Em seguida, divida os alunos em grupos com 4 a 5 estudantes, e peça para discutirem o que já sabem sobre o assunto.
Etapa 2 — Esboçar
Cada grupo cria um mapa mental sobre os quilombos, destacando informações como localização, modo de vida, cultura e resistência. Em seguida, cada grupo apresenta seu mapa para a turma.
Etapa 3 — Decidir
Os alunos votam em um mapa mental que consideram mais completo e interessante. O grupo vencedor apresenta seu mapa com mais detalhes e informações.
Etapa 4 — Prototipar
Os alunos criam um modelo de maquete de um quilombo, utilizando materiais como papelão, barbante, tecido e palitos de churrasco. Cada grupo apresenta sua maquete para a turma.
Etapa 5 — Testar
Os alunos fazem uma exposição das maquetes, explicando o que representam e os detalhes incluídos. Em seguida, a turma discute a importância dos quilombos na história do Brasil e a luta dessas comunidades por seus direitos.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a habilidade de seleção de argumentos que reconheçam as territorialidades dos povos indígenas originários, das comunidades remanescentes de quilombos, de povos das florestas e do cerrado, de ribeirinhos e caiçaras, entre outros grupos sociais do campo e da cidade, como direitos legais dessas comunidades.
Estimular a criatividade e a colaboração entre os alunos.
Promover a compreensão da importância dos quilombos na história do Brasil.
Critérios de avaliação
Participação ativa dos alunos em todas as etapas da atividade.
Qualidade do mapa mental e da maquete criados pelos alunos.
Compreensão da importância dos quilombos na história do Brasil.
Ações do professor
Introduzir o tema dos quilombos e explicar a atividade.
Orientar os alunos na criação do mapa mental e da maquete.
Estimular a discussão e a reflexão sobre o tema.
Ações do aluno
Participar ativamente de todas as etapas da atividade.
Criar um mapa mental e uma maquete criativos e bem elaborados.
Contribuir para a discussão e reflexão sobre a importância dos quilombos na história do Brasil.