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Aula sobre Por dentro da pilha

Metodologia ativa — Sala de Aula Invertida

Por que usar essa metodologia?

A sala de aula invertida permite que o professor aproveite melhor o tempo em sala de aula. É possível enviar previamente o material para que o aluno se aproprie antes da aula e utilize o tempo com o professor para tirar dúvidas e se aprofundar no conteúdo.

Os alunos aprendem em diferentes ritmos e de formas distintas, já que o material enviado previamente pode ser diverso, como: podcast; texto; vídeo; filme; slides e outros.

É possível personalizar a aprendizagem respeitando as individualidades de cada um e tornando a aula mais eficiente e atrativa.

Você sabia?

A sala de aula invertida pode ser utilizada em parceria com muitas outras metodologias ativas. Esse método, auxilia o professor na personalização do ensino e contribui de para uma aprendizagem ativa.


A pilha é um componente fundamental em nosso cotidiano, presente em diversos dispositivos eletrônicos, desde controles remotos até smartphones. Compreender seu funcionamento permite aos estudantes entenderem como a energia química é convertida em energia elétrica, possibilitando o funcionamento desses aparelhos. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa da Sala de Aula Invertida, onde os alunos, previamente, terão acesso a materiais para estudo e, em sala, irão elaborar coletivamente um mapa conceitual detalhado sobre o tema 'Por dentro da pilha', explorando suas características, funcionamento, tipos e impactos ambientais. Essa abordagem promove a autonomia, o pensamento crítico e a colaboração entre os estudantes, tornando a aprendizagem mais significativa e contextualizada.

Material de apoio 1 — Por dentro da pilha

  1. Etapa 1Preparação prévia dos alunos

    Antes da aula presencial, o professor disponibiliza materiais de estudo (livro didático, textos, vídeos, imagens) sobre o funcionamento das pilhas, seus tipos, componentes e impactos ambientais. Os alunos devem estudar esse conteúdo para que possam participar ativamente da construção do mapa conceitual em sala de aula.


  2. Etapa 2Apresentação do objetivo e do material de apoio

    No início da aula, o professor apresenta o objetivo da atividade e distribui o mapa conceitual base (arquivo ou imagem em PDF) que contém a ideia central 'Por dentro da pilha' e oito sub-ideias com dois níveis de profundidade. O professor explica como o mapa será utilizado para guiar a construção coletiva do conhecimento.


  3. Etapa 3Formação dos grupos e planejamento da construção do mapa

    Os alunos são organizados em grupos para discutir e planejar como irão construir o mapa conceitual, definindo quais sub-ideias serão aprofundadas e como relacioná-las. O professor orienta para que cada grupo pense em exemplos práticos e impactos sociais e ambientais relacionados a cada tópico.


  4. Etapa 4Preenchimento colaborativo do mapa conceitual

    Os grupos trabalham juntos para construir o mapa conceitual, utilizando o material base como referência e acrescentando informações, exemplos e relações entre os conceitos. O professor circula pela sala, mediando as discussões e esclarecendo dúvidas.


  5. Etapa 5Apresentação e socialização dos mapas conceituais

    Cada grupo apresenta seu mapa conceitual para a turma, explicando as relações estabelecidas e os exemplos práticos escolhidos. Essa etapa promove a troca de conhecimentos e o aprofundamento do tema.


  6. Etapa 6Reflexão sobre os impactos sociais, culturais e ambientais

    Após as apresentações, o professor conduz uma discussão sobre os impactos do uso e descarte das pilhas, incentivando os alunos a refletirem sobre a responsabilidade social e ambiental associada ao tema.


  7. Etapa 7Avaliação e feedback

    O professor avalia os mapas conceituais e a participação dos alunos, considerando os critérios estabelecidos. Fornece feedback construtivo para que os estudantes possam aprimorar suas habilidades de investigação, análise e trabalho colaborativo.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a capacidade de investigação e análise do funcionamento das pilhas como dispositivos eletroquímicos.

  • Estimular a construção colaborativa do conhecimento por meio da criação de mapas conceituais.

  • Promover a compreensão dos impactos sociais, culturais e ambientais relacionados ao uso e descarte das pilhas.

  • Fomentar a autonomia dos estudantes na busca e organização de informações científicas.

  • Integrar conhecimentos de Ciências da Natureza e suas Tecnologias com a realidade cotidiana dos alunos.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa na construção do mapa conceitual.

  • Clareza e organização das ideias apresentadas no mapa.

  • Capacidade de relacionar conceitos e aprofundar os subtópicos com dois níveis de profundidade.

  • Demonstração de compreensão dos impactos sociais e ambientais das pilhas.

  • Colaboração e respeito durante as atividades em grupo.

Ações do professor

  • Disponibilizar previamente materiais de estudo sobre o funcionamento das pilhas para que os alunos possam se preparar antes da aula presencial.

  • Orientar os alunos sobre a estrutura e os elementos que devem compor o mapa conceitual.

  • Facilitar a organização dos grupos para a construção colaborativa do mapa conceitual em sala de aula.

  • Acompanhar e mediar as discussões, esclarecendo dúvidas e incentivando a participação de todos.

  • Promover reflexões sobre os impactos sociais, culturais e ambientais relacionados ao uso das pilhas.

  • Avaliar o mapa conceitual e o engajamento dos alunos, fornecendo feedback construtivo.

Ações do aluno

  • Estudar previamente o material disponibilizado sobre o funcionamento das pilhas.

  • Participar ativamente das discussões em grupo para preencher o mapa conceitual.

  • Organizar as informações de forma clara e lógica no mapa, respeitando os níveis de profundidade.

  • Pesquisar e trazer exemplos práticos que ilustrem o uso e descarte das pilhas.

  • Refletir sobre os impactos ambientais e sociais relacionados às pilhas.

  • Colaborar com os colegas, respeitando diferentes opiniões e contribuindo para o aprendizado coletivo.