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Aula sobre Por que criamos as leis?

Metodologia ativa — Sala de Aula Invertida

Por que usar essa metodologia?

A sala de aula invertida permite que o professor aproveite melhor o tempo em sala de aula. É possível enviar previamente o material para que o aluno se aproprie antes da aula e utilize o tempo com o professor para tirar dúvidas e se aprofundar no conteúdo.

Os alunos aprendem em diferentes ritmos e de formas distintas, já que o material enviado previamente pode ser diverso, como: podcast; texto; vídeo; filme; slides e outros.

É possível personalizar a aprendizagem respeitando as individualidades de cada um e tornando a aula mais eficiente e atrativa.

Você sabia?

A sala de aula invertida pode ser utilizada em parceria com muitas outras metodologias ativas. Esse método, auxilia o professor na personalização do ensino e contribui de para uma aprendizagem ativa.


Nesta aula, o tema "Por que criamos as leis?" será explorado a partir da compreensão da função das leis na organização social, na garantia dos direitos e deveres, especialmente dos adolescentes e jovens. A metodologia de Sala de Aula Invertida será aplicada. Através dela, os alunos irão estudar previamente conteúdos básicos e, em sala, construir coletivamente um mapa conceitual com uma ideia central e oito sub-ideias, aprofundando o tema e seus desdobramentos, promovendo a autonomia e o pensamento crítico.

Material de apoio 1 — Por que criamos as leis?

  1. Etapa 1Preparação prévia dos alunos

    O professor deve disponibilizar materiais de estudo básicos sobre o tema "Por que criamos as leis?" para que os alunos possam se preparar em casa, compreendendo conceitos fundamentais, exemplos de leis e suas funções. Os alunos devem estudar esses materiais para chegar à aula com uma base mínima de conhecimento.


  2. Etapa 2Apresentação e contextualização em sala

    O professor deve iniciar a aula apresentando exemplos práticos e cotidianos de leis, como regras escolares, leis de trânsito e direitos do consumidor, para contextualizar o tema e despertar o interesse dos alunos. Deve-se promover uma breve discussão para que os alunos possam compartilhar suas percepções iniciais.


  3. Etapa 3Formação dos grupos para construção do mapa conceitual

    O professor deve organizar os alunos em grupos heterogêneos e explicar a tarefa de construir um mapa conceitual com uma ideia central e oito sub-ideias, com dois níveis de profundidade, sobre o tema. O professor deve esclarecer critérios e objetivos da atividade.


  4. Etapa 4Construção coletiva do mapa conceitual

    Os alunos devem trabalhar em grupo para identificar as ideias principais e sub-ideias relacionadas ao tema, relacionando conceitos, leis e exemplos práticos. O professor deve circular entre os grupos, orientando, esclarecendo dúvidas e incentivando o aprofundamento das ideias.


  5. Etapa 5Socialização e discussão dos mapas conceituais

    Cada grupo deve apresentar seu mapa conceitual para a turma, explicando as escolhas feitas e as relações estabelecidas. O professor deve mediar a discussão, promovendo a reflexão crítica e comparando diferentes abordagens.


  6. Etapa 6Reflexão final e síntese

    O professor deve conduzir uma reflexão final sobre a importância das leis para a organização social e a garantia dos direitos e deveres, especialmente dos adolescentes e jovens. Os alunos devem relacionar o que aprenderam com suas experiências pessoais e contextos sociais.


  7. Etapa 7Avaliação e feedback

    O professor deve avaliar os mapas conceituais produzidos e a participação dos alunos, considerando os critérios estabelecidos. Deve fornecer feedback construtivo para que os alunos possam aprimorar sua compreensão e habilidades.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de relacionar textos e documentos legais e normativos com seus contextos de produção.

  • Estimular a compreensão das motivações e finalidades das leis, especialmente aquelas relacionadas a direitos e deveres de adolescentes e jovens.

  • Promover a autonomia e o trabalho colaborativo por meio da construção de um mapa conceitual.

  • Incentivar o pensamento crítico sobre a importância das leis na sociedade e no cotidiano dos estudantes.

Critérios de avaliação

  • Capacidade de identificar e relacionar diferentes tipos de leis e normas com seus contextos sociais e históricos.

  • Participação ativa na construção do mapa conceitual, demonstrando compreensão dos conteúdos.

  • Clareza e organização das ideias apresentadas no mapa conceitual.

  • Capacidade de argumentar sobre a importância das leis para a garantia de direitos e deveres.

Ações do professor

  • O professor deve disponibilizar previamente materiais de estudo básicos sobre o tema para que os alunos possam se preparar para a aula.

  • O professor deve apresentar exemplos práticos e cotidianos de leis e normas para contextualizar o tema.

  • O professor deve orientar a construção coletiva do mapa conceitual em sala, estimulando a participação de todos os alunos.

  • O professor deve mediar discussões, incentivando a reflexão crítica sobre as motivações e finalidades das leis.

  • O professor deve acompanhar o desenvolvimento do mapa conceitual, auxiliando na organização das ideias e aprofundamento dos conceitos.

  • O professor deve promover a socialização dos mapas conceituais produzidos, estimulando a troca de conhecimentos entre os grupos.

Ações do aluno

  • O aluno deve estudar previamente os materiais disponibilizados para compreender os conceitos básicos sobre leis e normas.

  • O aluno deve participar ativamente da construção coletiva do mapa conceitual, contribuindo com ideias e exemplos.

  • O aluno deve relacionar as leis estudadas com situações do seu cotidiano e contexto social.

  • O aluno deve colaborar com os colegas, respeitando diferentes opiniões e construindo o conhecimento de forma conjunta.

  • O aluno deve apresentar e explicar as partes do mapa conceitual produzidas pelo grupo.