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Aula sobre Problemas envolvendo funções logarítmicas

Metodologia ativa — Design Thinking

Por que usar essa metodologia?

O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.

Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.

As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.

Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.

Você sabia?

É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.


As funções logarítmicas são fundamentais para compreender fenômenos que envolvem crescimento e decrescimento em diversas áreas do cotidiano, como a intensidade de abalos sísmicos, o cálculo do pH em química, a radioatividade e a Matemática Financeira. Entender como essas funções modelam situações reais ajuda os estudantes a interpretar e resolver problemas complexos, desenvolvendo raciocínio crítico e habilidades matemáticas. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa Design Thinking para que os alunos criem um mapa de empatia, explorando as percepções e desafios relacionados às funções logarítmicas, promovendo um aprendizado colaborativo e contextualizado.

Material de apoio 1 — Problemas envolvendo funções logarítmicas

  1. Etapa 11. Introdução e Contextualização

    O professor inicia a aula apresentando o conceito de funções logarítmicas e sua importância em diferentes áreas, como sismologia, química, física e finanças. Exemplos práticos são apresentados, como o cálculo do pH, a escala Richter para abalos sísmicos, decaimento radioativo e juros compostos. Essa etapa visa despertar o interesse dos alunos e mostrar a aplicabilidade do conteúdo.


  2. Etapa 22. Apresentação do Mapa de Empatia

    O professor explica o que é um mapa de empatia e apresenta os campos: 'O que ele pensa e sente?', 'O que ele escuta?', 'O que ele fala e faz?', 'O que ele vê?', 'Dores' e 'Ganhos'. Em seguida, divide a turma em grupos e distribui o modelo do mapa para que os alunos possam preenchê-lo com base nas percepções sobre o tema funções logarítmicas.


  3. Etapa 33. Construção do Mapa de Empatia em Grupos

    Os alunos, em grupos, discutem e preenchem o mapa de empatia, refletindo sobre como eles percebem as funções logarítmicas, suas dificuldades, o que ouvem dos colegas e professores, o que fazem para entender o conteúdo, além das possíveis dores (desafios) e ganhos (benefícios) ao aprender o tema. O professor circula auxiliando e estimulando a reflexão.


  4. Etapa 44. Compartilhamento e Discussão

    Cada grupo apresenta seu mapa de empatia para a turma, compartilhando as percepções e dificuldades encontradas. O professor modera a discussão, destacando pontos comuns e diferenças, e relaciona essas percepções com os conceitos matemáticos das funções logarítmicas, reforçando a importância da compreensão dos contextos reais.


  5. Etapa 55. Elaboração de Problemas Contextualizados

    Com base nos mapas de empatia e nos exemplos apresentados, os grupos criam problemas que envolvam funções logarítmicas em contextos reais, como cálculo de pH, intensidade de terremotos, decaimento radioativo ou juros compostos. O professor orienta para que os problemas sejam claros e desafiadores, estimulando a criatividade e aplicação do conteúdo.


  6. Etapa 66. Resolução e Troca de Problemas

    Os grupos trocam os problemas criados com outros grupos e realizam a resolução dos mesmos, aplicando os conceitos estudados. O professor acompanha, esclarece dúvidas e incentiva a argumentação matemática para justificar as respostas.


  7. Etapa 77. Reflexão e Avaliação

    Para finalizar, o professor promove uma roda de conversa para que os alunos reflitam sobre o processo de aprendizagem, as dificuldades superadas e a importância das funções logarítmicas em diferentes contextos. A avaliação é feita com base na participação, qualidade dos mapas de empatia, elaboração e resolução dos problemas, e colaboração em grupo.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de resolver problemas envolvendo funções logarítmicas em contextos reais.

  • Estimular a compreensão da variação das grandezas em situações práticas como abalos sísmicos, pH, radioatividade e Matemática Financeira.

  • Promover o pensamento crítico e a empatia por meio da criação do mapa de empatia, conectando o conteúdo matemático às experiências dos alunos.

  • Incentivar a colaboração e a comunicação entre os estudantes durante o processo de Design Thinking.

  • Fomentar a autonomia dos alunos na elaboração e resolução de problemas matemáticos.

Critérios de avaliação

  • Capacidade de interpretar e aplicar funções logarítmicas em contextos variados.

  • Participação ativa na criação e discussão do mapa de empatia.

  • Clareza e coerência na elaboração de problemas envolvendo funções logarítmicas.

  • Demonstração de compreensão da variação das grandezas nas situações propostas.

  • Trabalho colaborativo e respeito às ideias dos colegas durante as atividades.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar a importância das funções logarítmicas no cotidiano.

  • Orientar os alunos na criação do mapa de empatia, explicando cada campo e sua relevância.

  • Medir o andamento das discussões e auxiliar na resolução de dúvidas matemáticas.

  • Estimular a participação de todos os alunos, promovendo um ambiente colaborativo.

  • Propor exemplos práticos para facilitar a compreensão dos conceitos.

  • Avaliar o desempenho dos alunos com base nos critérios estabelecidos.

Ações do aluno

  • Participar ativamente da construção do mapa de empatia, refletindo sobre cada campo.

  • Discutir em grupo as percepções e dificuldades relacionadas às funções logarítmicas.

  • Elaborar problemas contextualizados utilizando funções logarítmicas.

  • Resolver os problemas propostos, aplicando os conceitos estudados.

  • Compartilhar ideias e colaborar com os colegas durante as atividades.

  • Refletir sobre a aplicação das funções logarítmicas em situações reais.