Logo do Aprendizap

Aula sobre Put it down in words

Metodologia ativa — Cultura Maker

Por que usar essa metodologia?

A Cultura Maker favorece a relação entre a teoria e a prática. Através dela conseguimos responder perguntas como: “Professor(a), onde vou usar isso? Por que devo aprender isso?”.

A Cultura Maker não é um passo a passo, ou seja, não é uma receita de bolo que os alunos apenas replicam. Só é considerado cultura maker se houver espaços para criação, autonomia e dinamismo.

Essa metodologia enriquece o processo criativo, a aprendizagem por pares e as habilidades socioemocionais. Propicia caminhos para as atividades interdisciplinares, permitindo que o aprendizado seja mais realista e significativo, perpassando entre as diferentes áreas, competências e habilidades.

Você sabia?

A cultura maker foi expandida após o movimento DIY sigla em inglês para “do it yourself”, que significa “faça você mesmo”. Essa cultura inspira as pessoas a construírem coisas incríveis.


Nesta aula, o tema "Put it down in words" será trabalhado a partir da compreensão e produção de textos e discursos que envolvem a linguagem das formas e curvas presentes em diferentes linguagens visuais, como logotipos, obras de arte e arquitetura. Os estudantes serão convidados a refletir sobre como essas formas transmitem emoções e mensagens, desenvolvendo a habilidade de interpretar e expressar ideias por meio de diferentes linguagens. A metodologia ativa Cultura Maker será aplicada para que os alunos, em grupos, preencham o template da Dinâmica dos 3 Qs (Que bom, Que pena, Que tal) como ferramenta de avaliação da atividade, promovendo a reflexão crítica e o autoconhecimento sobre o processo de aprendizagem e produção. O material de apoio, o template da Dinâmica dos 3 Qs, estará disponível em formato digital para ser utilizado ao final da aula, auxiliando na avaliação formativa dos estudantes.

Material de apoio 1 — Put it down in words

  1. Etapa 1Aquecimento

    Inicie a aula mostrando imagens de logotipos, obras de arte e arquitetura para os alunos. Pergunte a eles o que essas formas transmitem, como segurança, movimento, alegria ou força. Este momento visa despertar a percepção dos estudantes sobre a comunicação visual e suas emoções associadas.


  2. Etapa 2Exploração

    Faça uma breve explicação sobre o simbolismo das formas e curvas, destacando como elas podem transmitir diferentes mensagens e sentimentos. Em seguida, organize os alunos em grupos e distribua materiais simples como papelão, EVA, canetões, tesoura, cola quente, palitos e impressões de logos famosos para que possam trabalhar na atividade prática.


  3. Etapa 3Mão na Massa

    Cada grupo deve desenvolver um protótipo artístico ou funcional, como um cartaz, escultura, logo, maquete ou objeto decorativo, utilizando formas e curvas para transmitir uma mensagem ou emoção específica, por exemplo, segurança, liberdade, movimento ou amor. O professor deve acompanhar e orientar os grupos, estimulando a reflexão sobre as escolhas feitas.


  4. Etapa 4Compartilhamento

    Os grupos apresentam seus protótipos para a turma, explicando as razões das escolhas das formas e curvas e qual sentimento ou ideia desejam transmitir. Este momento favorece a troca de ideias e o desenvolvimento da argumentação oral.


  5. Etapa 5Aplicação da Dinâmica dos 3 Qs

    Distribua o template da Dinâmica dos 3 Qs (Que bom, Que pena, Que tal) para os alunos utilizarem como ferramenta de avaliação da atividade. Oriente-os a preencherem os campos refletindo sobre aspectos positivos, dificuldades e sugestões relacionadas à atividade desenvolvida.


  6. Etapa 6Reflexão Final

    Promova um debate coletivo sobre como as formas e curvas estão presentes no cotidiano, em logos, placas, prédios e roupas, ampliando a compreensão dos estudantes sobre a linguagem visual e sua importância social.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de interpretar e produzir mensagens por meio das linguagens visuais, considerando suas funções sociais.

  • Estimular a reflexão crítica sobre o uso das formas e curvas para transmitir emoções e ideias.

  • Promover o trabalho colaborativo e a troca de experiências entre os estudantes.

  • Incentivar o uso da Dinâmica dos 3 Qs como ferramenta de autoavaliação e avaliação entre pares.

  • Conectar os conteúdos trabalhados com situações do cotidiano dos alunos, valorizando suas percepções e vivências.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa nas etapas da aula e no trabalho em grupo.

  • Capacidade de relacionar formas e curvas com emoções e mensagens específicas.

  • Qualidade e coerência na apresentação do protótipo artístico ou funcional.

  • Engajamento na utilização do template da Dinâmica dos 3 Qs para avaliação da atividade.

  • Reflexão crítica expressa durante o debate final.

Ações do professor

  • Apresentar imagens de logotipos, obras de arte e arquitetura para contextualizar o tema.

  • Explicar o simbolismo das formas e curvas, relacionando com emoções e mensagens.

  • Organizar os alunos em grupos e distribuir os materiais para a atividade prática.

  • Orientar os grupos durante o desenvolvimento dos protótipos, estimulando a criatividade e reflexão.

  • Conduzir o momento de compartilhamento, incentivando a exposição das escolhas e sentimentos transmitidos.

  • Aplicar o template da Dinâmica dos 3 Qs ao final da atividade para avaliação formativa.

  • Facilitar o debate coletivo sobre a presença das formas no cotidiano, ampliando a compreensão dos alunos.

Ações do aluno

  • Observar e analisar as imagens apresentadas, refletindo sobre as emoções que transmitem.

  • Participar ativamente das discussões e explicações sobre simbolismo das formas e curvas.

  • Trabalhar em grupo utilizando os materiais disponíveis para desenvolver um protótipo que transmita uma mensagem ou emoção.

  • Apresentar o protótipo explicando as escolhas de formas e curvas e o sentimento ou ideia transmitida.

  • Utilizar o template da Dinâmica dos 3 Qs para avaliar a própria participação e a dos colegas na atividade.

  • Participar do debate final, compartilhando percepções sobre a presença das formas no cotidiano.