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Quebrando preconceitos

BNCC: EM13LGG502

Você sabia que muitas vezes reproduzimos esteriótipos e preconceitos sem perceber? Nesta aula de Linguagens e suas Tecnologias vamos conversar sobre os preconceitos e esteriótipos que estão enraizados na nossa sociedade e como eles podem afetar nossos relacionamentos e até mesmo nossa autoestima!


Atividades (10)

Navegue ao lado nos tipo de atividade para visualizar as propostas para essa aula.

  1. 1. Questão de múltipla escolha:

    O autoconhecimento e o autocuidado são formas de afirmarmos o que realmente importa e com isso nos blindarmos de opiniões que não são verdadeiras sobre quem somos e até ganharmos forças para lutar contra os preconceitos e esteriótipos direcionados para nós. São boas práticas de autocuidado do corpo e da mente:

    A)

    reprimir o que sentimos, envolver nossos amigos nos problemas que nos preocupam apenas quando estamos mal, evitar debater sobre situações de preconceito.

    B)

    a prática de esportes, o acompanhamento psicológico, nos cercar de pessoas que nos amam e ter momentos de descontração e lazer.

    C)

    a prática de atividades físicas, escrever em um diário, ouvir músicas, reprimir o que sentimos.

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  2. 2. Atividade aberta:

    Pensando nos preconceitos e esteriótipos mostrados na aula, você em algum momento já pensou ou reproduziu algum deles? Quais ações você pode tomar para parar de reproduzi-los?

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  3. 3. Design Thinking:

    Imagem da metodologia Design Thinking

    O preconceito é uma atitude que afeta a convivência social e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Ele se manifesta em diversas situações cotidianas, como no ambiente escolar, nas redes sociais, no convívio familiar e na mídia. Nesta aula, os estudantes serão convidados a explorar o tema "Quebrando preconceitos" por meio da metodologia ativa Design Thinking, utilizando o mapa de empatia para compreender diferentes perspectivas e sentimentos relacionados ao preconceito. Essa abordagem permitirá que os alunos desenvolvam uma análise crítica sobre estereótipos e relações de poder, promovendo um posicionamento contrário a injustiças e desrespeito aos direitos humanos.

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  4. 4. Gamificação:

    Imagem da metodologia Gamificação

    O preconceito é uma atitude negativa e injusta direcionada a indivíduos ou grupos com base em características como raça, gênero, orientação sexual, religião, entre outras. No cotidiano dos estudantes, o preconceito pode se manifestar em situações de exclusão, bullying ou discriminação, afetando o ambiente escolar e social. Trabalhar o tema "Quebrando preconceitos" é fundamental para promover o respeito, a empatia e a valorização da diversidade. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa de gamificação para tornar o aprendizado mais envolvente e dinâmico. Os alunos criarão um jogo com cartas de desafios e afirmações relacionadas ao tema, estimulando a reflexão e o debate de forma lúdica e colaborativa.

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  5. 5. Aprendizagem Baseada em Projetos:

    Imagem da metodologia Aprendizagem Baseada em Projetos

    O preconceito é uma atitude negativa e injusta que pode se manifestar em diferentes contextos sociais, afetando a convivência e o respeito entre as pessoas. No cotidiano dos estudantes, o preconceito pode ser percebido em situações como exclusão de colegas por motivos de aparência, origem, gênero, orientação sexual ou crenças. Trabalhar o tema "Quebrando preconceitos" é fundamental para promover a reflexão crítica, o respeito à diversidade e o desenvolvimento de práticas corporais que valorizem o autocuidado, a socialização e o entretenimento saudável. Nesta aula, utilizaremos a metodologia da Aprendizagem Baseada em Projetos para que os alunos, organizados em grupos, preencham um diário de bordo com os campos Problema, Geração de Alternativas e Solução, permitindo que investiguem, discutam e proponham ações concretas para combater o preconceito em seu ambiente escolar e social.

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  6. 6. Sala de Aula Invertida:

    Imagem da metodologia Sala de Aula Invertida

    O preconceito é uma atitude ou julgamento prévio, muitas vezes negativo, que fazemos sobre pessoas ou grupos sem conhecê-los profundamente. Ele pode se manifestar em diversas situações do cotidiano, como na escola, no bairro, nas redes sociais e até mesmo em família. Quebrar preconceitos significa refletir sobre essas atitudes, reconhecer a diversidade e valorizar o respeito e a empatia. Nesta aula, utilizaremos a metodologia da Sala de Aula Invertida para que os estudantes se tornem protagonistas do aprendizado, utilizando um mapa conceitual que explore o tema "Quebrando preconceitos" e seus desdobramentos, relacionando-o também com práticas corporais e seu impacto no autoconhecimento e socialização.

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  7. 7. Estudo de Caso:

    Imagem da metodologia Estudo de Caso

    O preconceito é uma barreira social que afeta a convivência e o respeito entre as pessoas, manifestando-se em diversas formas como racismo, sexismo, homofobia, entre outros. No cotidiano dos estudantes, o preconceito pode ser percebido em atitudes, falas e até em situações de exclusão social, seja na escola, na família ou na comunidade. Trabalhar o tema "Quebrando preconceitos" por meio da metodologia ativa Estudo de Caso permite que os alunos se envolvam diretamente na investigação de problemas reais, desenvolvendo empatia, senso crítico e habilidades de comunicação. Nesta aula, os estudantes irão pesquisar, analisar e propor soluções para situações de preconceito, utilizando um template de infográfico com lacunas a serem preenchidas, que servirá como material de apoio e produto final para disseminação na comunidade escolar e local.

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  8. 8. Cultura Maker:

    Imagem da metodologia Cultura Maker

    O preconceito é uma barreira que limita a convivência saudável e o respeito entre as pessoas, manifestando-se em diferentes formas no cotidiano, como discriminação por raça, gênero, orientação sexual, religião ou aparência. Na escola, os estudantes vivenciam situações que podem reforçar ou desafiar esses preconceitos. Trabalhar o tema "Quebrando preconceitos" é fundamental para promover o autoconhecimento, o respeito mútuo e a valorização da diversidade. Nesta aula, utilizando a metodologia ativa Cultura Maker, os alunos serão protagonistas na utilização do template da Dinâmica dos 3 Qs (Que bom, Que pena, Que tal), que servirá como ferramenta para refletir e avaliar suas percepções e práticas relacionadas ao tema, incentivando a expressão corporal, o autocuidado e a socialização.

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  9. 9. Rotação por estações:

    Imagem da metodologia Rotação por estações

    O tema "Quebrando preconceitos" é fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e democrática. Preconceitos e estereótipos permeiam diversas esferas do cotidiano dos estudantes, desde as relações interpessoais até manifestações culturais e sociais. Por exemplo, julgamentos baseados em aparência, gênero, origem ou classe social são comuns e impactam negativamente a convivência e o respeito mútuo. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa Rotação por estações para que os alunos possam explorar o tema sob diferentes perspectivas, promovendo a reflexão crítica e o protagonismo. O uso do template de registro de aprendizagem com campos de Check-in e Check-out auxiliará os estudantes a monitorarem seu processo de aprendizagem e suas reflexões ao longo das atividades.

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  10. 10. Aprendizagem Entre Pares:

    Imagem da metodologia Aprendizagem Entre Pares

    O tema "Quebrando preconceitos" é fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária. Preconceitos e estereótipos permeiam diversas relações sociais e culturais, influenciando comportamentos e atitudes que podem gerar exclusão e discriminação. No cotidiano dos estudantes, esses preconceitos podem se manifestar em situações de bullying, exclusão social, ou julgamentos precipitados baseados em aparência, gênero, raça, ou classe social. Nesta aula, por meio da metodologia ativa de Aprendizagem Entre Pares, os alunos serão convidados a construir coletivamente um mapa conceitual que explore o tema central e seus desdobramentos, promovendo a reflexão crítica e o diálogo respeitoso. O mapa conceitual, com uma ideia central e oito sub-ideias distribuídas em dois níveis de profundidade, será o principal recurso para organizar e aprofundar o conhecimento, estimulando a colaboração e o pensamento crítico.

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