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Aula sobre Quebrando preconceitos

Metodologia ativa — Sala de Aula Invertida

Por que usar essa metodologia?

A sala de aula invertida permite que o professor aproveite melhor o tempo em sala de aula. É possível enviar previamente o material para que o aluno se aproprie antes da aula e utilize o tempo com o professor para tirar dúvidas e se aprofundar no conteúdo.

Os alunos aprendem em diferentes ritmos e de formas distintas, já que o material enviado previamente pode ser diverso, como: podcast; texto; vídeo; filme; slides e outros.

É possível personalizar a aprendizagem respeitando as individualidades de cada um e tornando a aula mais eficiente e atrativa.

Você sabia?

A sala de aula invertida pode ser utilizada em parceria com muitas outras metodologias ativas. Esse método, auxilia o professor na personalização do ensino e contribui de para uma aprendizagem ativa.


O preconceito é uma atitude ou julgamento prévio, muitas vezes negativo, que fazemos sobre pessoas ou grupos sem conhecê-los profundamente. Ele pode se manifestar em diversas situações do cotidiano, como na escola, no bairro, nas redes sociais e até mesmo em família. Quebrar preconceitos significa refletir sobre essas atitudes, reconhecer a diversidade e valorizar o respeito e a empatia. Nesta aula, utilizaremos a metodologia da Sala de Aula Invertida para que os estudantes se tornem protagonistas do aprendizado, utilizando um mapa conceitual que explore o tema "Quebrando preconceitos" e seus desdobramentos, relacionando-o também com práticas corporais e seu impacto no autoconhecimento e socialização.

Material de apoio 1 — Quebrando preconceitos

  1. Etapa 1Preparação e pesquisa prévia

    Antes da aula presencial, os alunos devem realizar uma pesquisa individual ou em pequenos grupos sobre o tema "Quebrando preconceitos", buscando compreender o conceito, exemplos cotidianos e a relação com práticas corporais, autoconhecimento e socialização. O professor pode sugerir vídeos, textos simples e relatos para facilitar o acesso ao conteúdo, considerando a limitação de recursos digitais.


  2. Etapa 2Apresentação do mapa conceitual modelo

    No início da aula, o professor apresenta um mapa conceitual modelo, explicando a ideia central e as sub-ideias, com dois níveis de profundidade. Essa apresentação serve para que os alunos compreendam a estrutura e visualizem como organizar as informações que coletaram na pesquisa.


  3. Etapa 3Formação de grupos e planejamento do mapa conceitual

    Os alunos são organizados em grupos para discutir as informações pesquisadas e planejar a construção do mapa conceitual. O professor orienta para que escolham a ideia central relacionada a "Quebrando preconceitos" e definam as 8 sub-ideias que serão desenvolvidas, considerando a relação com práticas corporais e seus impactos.


  4. Etapa 4Utilização do mapa conceitual

    Cada grupo utiliza o mapa conceitual, organizando as ideias em níveis de profundidade, relacionando conceitos e exemplos práticos. Como não há possibilidade de impressão ou recursos digitais, o professor pode orientar os alunos a desenharem o mapa em cadernos ou em folhas disponíveis na escola, utilizando canetas coloridas para destacar as conexões.


  5. Etapa 5Socialização dos mapas conceituais

    Os grupos apresentam seus mapas para a turma, explicando as escolhas das ideias e como relacionaram o tema com práticas corporais, autoconhecimento e socialização. O professor estimula a escuta ativa, o respeito às diferentes perspectivas e promove perguntas para aprofundar a reflexão.


  6. Etapa 6Reflexão coletiva e registro

    Após as apresentações, o professor conduz uma reflexão coletiva sobre a importância de quebrar preconceitos e como as práticas corporais podem contribuir para o autocuidado e a convivência social. Os alunos são convidados a registrar em seus cadernos os principais aprendizados e compromissos pessoais para aplicar no dia a dia.


  7. Etapa 7Avaliação e feedback

    O professor avalia os mapas conceituais considerando a participação, organização das ideias, profundidade da reflexão e relação com o tema. Além disso, oferece feedback construtivo para cada grupo, destacando pontos fortes e sugerindo melhorias para futuras produções.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de refletir criticamente sobre preconceitos presentes no cotidiano.

  • Promover o autoconhecimento e o autocuidado por meio da relação entre práticas corporais e saúde.

  • Estimular a socialização e o respeito à diversidade cultural, social e corporal.

  • Fomentar a autonomia dos estudantes na construção do conhecimento por meio da Sala de Aula Invertida.

  • Desenvolver competências em organização e síntese de informações através de mapas conceituais.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa na construção do mapa conceitual.

  • Capacidade de relacionar o tema "Quebrando preconceitos" com práticas corporais e seus impactos.

  • Clareza e organização das ideias no mapa conceitual, respeitando a estrutura de ideia central e sub-ideias.

  • Demonstração de reflexão crítica sobre preconceitos e valorização da diversidade.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e a metodologia da Sala de Aula Invertida, explicando a importância da autonomia no aprendizado.

  • Disponibilizar o mapa conceitual modelo para que os alunos compreendam a estrutura a ser seguida.

  • Orientar os alunos na pesquisa e reflexão prévia sobre o tema, sugerindo fontes acessíveis e exemplos do cotidiano.

  • Acompanhar o desenvolvimento do mapa conceitual em sala, mediando a discussão e esclarecendo dúvidas.

  • Estimular a socialização das ideias entre os grupos, promovendo o respeito e a escuta ativa.

  • Avaliar os mapas conceituais considerando os critérios estabelecidos e fornecer feedback construtivo.

Ações do aluno

  • Realizar pesquisa e reflexão individual ou em grupo sobre o tema "Quebrando preconceitos" e práticas corporais.

  • Organizar as informações coletadas em um mapa conceitual, com ideia central e 8 sub-ideias, respeitando dois níveis de profundidade.

  • Participar ativamente das discussões em grupo, compartilhando opiniões e ouvindo os colegas.

  • Relacionar o tema com experiências pessoais e práticas corporais que promovam autoconhecimento e socialização.

  • Apresentar e explicar o mapa conceitual para a turma, valorizando a diversidade de ideias.