Aula sobre Sistema nervoso e substâncias psicoativas
Metodologia ativa — Cultura Maker
Por que usar essa metodologia?
A Cultura Maker favorece a relação entre a teoria e a prática. Através dela conseguimos responder perguntas como: “Professor(a), onde vou usar isso? Por que devo aprender isso?”.
A Cultura Maker não é um passo a passo, ou seja, não é uma receita de bolo que os alunos apenas replicam. Só é considerado cultura maker se houver espaços para criação, autonomia e dinamismo.
Essa metodologia enriquece o processo criativo, a aprendizagem por pares e as habilidades socioemocionais. Propicia caminhos para as atividades interdisciplinares, permitindo que o aprendizado seja mais realista e significativo, perpassando entre as diferentes áreas, competências e habilidades.
Você sabia?
A cultura maker foi expandida após o movimento DIY sigla em inglês para “do it yourself”, que significa “faça você mesmo”. Essa cultura inspira as pessoas a construírem coisas incríveis.
O sistema nervoso é responsável pelo controle e coordenação das funções corporais, como a respiração, a digestão, a circulação sanguínea e a percepção sensorial. Ele é composto por neurônios, células altamente especializadas que transmitem informações em forma de impulsos elétricos e químicos. Porém, algumas substâncias psicoativas, como álcool, drogas e medicamentos, podem alterar o funcionamento normal do sistema nervoso, afetando a percepção e o comportamento do indivíduo.

Etapa 1 — Introdução
Inicie a aula com uma roda de conversa, perguntando aos alunos o que eles sabem sobre o sistema nervoso e as substâncias psicoativas. Em seguida, se possível, apresente um vídeo explicativo sobre o tema.
Etapa 2 — Organização
Divida a turma em grupos de quatro ou cinco alunos. Em seguida, explique a atividade proposta, em que os alunos devem criar cartazes e depois avaliar a aula com a dinâmica dos 3 Qs.
Etapa 3 — Criação do template da dinâmica dos 3 Qs
Os alunos devem criar um template de Dinâmica dos 3 Qs, com os campos Que bom, "Que pena", "Que tal", que deve ser utilizado como uma ferramenta de avaliação da atividade proposta.
Etapa 4 — Pesquisa e discussão em grupo
Os alunos devem discutir em grupo sobre as substâncias psicoativas mais comuns e seus efeitos no sistema nervoso. Eles podem utilizar recursos como livros, artigos e sites para obter informações.
Etapa 5 — Mão na massa
Os alunos devem criar um cartaz ou uma apresentação de slides sobre como prevenir o uso de substâncias psicoativas. Eles devem utilizar os conhecimentos adquiridos na aula para elaborar suas propostas.
Etapa 6 — Apresentação
Cada grupo irá apresentar seu cartaz e suas descobertas. Estimule a participação dos outros estudantes.
Etapa 7 — Conclusão
Os alunos devem preencher o template da Dinâmica dos 3 Qs. Em seguida, faça uma roda de conversa perguntando aos alunos sobre a avaliação da atividade e o que aprenderam sobre o tema.
Intencionalidades pedagógicas
Explicar como o funcionamento do sistema nervoso pode ser afetado por substâncias psicoativas
Estimular o trabalho em grupo e a colaboração entre os alunos.
Incentivar a criatividade e o pensamento crítico dos alunos.
Critérios de avaliação
Participação ativa e colaboração nos debates em grupo.
Criatividade e originalidade na criação do template de Dinâmica dos 3 Qs.
Precisão e clareza na apresentação dos efeitos das substâncias psicoativas no sistema nervoso.
Ações do professor
Orientar os alunos na criação do template de Dinâmica dos 3 Qs.
Estimular o debate em grupo e a colaboração entre os alunos.
Orientar e supervisionar a atividade.
Encerrar a aula com uma roda de conversa para recapitular o que foi aprendido.
Ações do aluno
Participar ativamente dos debates em grupo.
Criar um template de Dinâmica dos 3 Qs criativo e original.
Pesquisar e apresentar informações precisas e claras sobre as substâncias psicoativas e seus efeitos no sistema nervoso.
Aplicar o conhecimento adquirido em sua vida cotidiana.