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Aula sobre Só é possível se informar pelo jornal?

Metodologia ativa — Sala de Aula Invertida

Por que usar essa metodologia?

A sala de aula invertida permite que o professor aproveite melhor o tempo em sala de aula. É possível enviar previamente o material para que o aluno se aproprie antes da aula e utilize o tempo com o professor para tirar dúvidas e se aprofundar no conteúdo.

Os alunos aprendem em diferentes ritmos e de formas distintas, já que o material enviado previamente pode ser diverso, como: podcast; texto; vídeo; filme; slides e outros.

É possível personalizar a aprendizagem respeitando as individualidades de cada um e tornando a aula mais eficiente e atrativa.

Você sabia?

A sala de aula invertida pode ser utilizada em parceria com muitas outras metodologias ativas. Esse método, auxilia o professor na personalização do ensino e contribui de para uma aprendizagem ativa.


Na sociedade atual, a informação está presente em diversas plataformas e formatos, e os jornais tradicionais são apenas uma das fontes disponíveis. Os estudantes frequentemente associam a informação confiável apenas aos jornais impressos, mas é fundamental ampliar essa visão para compreender a diversidade de projetos editoriais, como mídias institucionais, privadas, públicas, financiadas e independentes. Nesta aula, utilizando a metodologia da Sala de Aula Invertida, os alunos serão convidados a explorar essas diferentes fontes e a construir coletivamente um mapa conceitual que represente essa pluralidade, desenvolvendo assim uma visão crítica e ampliada sobre os meios de informação e seu papel na democracia.

Material de apoio 1 — Só é possível se informar pelo jornal?

  1. Etapa 1Preparação prévia (em casa)

    O professor disponibiliza o mapa conceitual modelo em formato digital para que os alunos possam estudá-lo antes da aula. Os alunos devem analisar o material, identificar a ideia central e as sub-ideias, e refletir sobre a diversidade de fontes de informação apresentadas. Essa etapa prepara os estudantes para a participação ativa na aula presencial.


  2. Etapa 2Acolhida e contextualização (início da aula)

    O professor inicia a aula promovendo uma breve discussão para verificar o entendimento dos alunos sobre o material estudado. Apresenta exemplos práticos do cotidiano, como diferentes veículos de comunicação (jornais impressos, sites, blogs, mídias sociais, rádios comunitárias) e discute a importância da pluralidade na informação para a democracia.


  3. Etapa 3Formação dos grupos e planejamento

    Os alunos são organizados em grupos heterogêneos. Cada grupo recebe a tarefa de construir um mapa conceitual que parta da ideia central "Fontes de Informação e Pluralidade Midiática" e desenvolva 8 sub-ideias, com 2 níveis de profundidade, explorando diferentes projetos editoriais e suas características. O professor orienta sobre a estrutura do mapa e os critérios para a construção.


  4. Etapa 4Pesquisa e coleta de informações

    Os grupos realizam pesquisas utilizando recursos disponíveis (celulares, livros, anotações) para identificar exemplos reais de projetos editoriais institucionais, privados, públicos, financiados e independentes. Devem discutir as características, objetivos e impactos de cada fonte, organizando as informações para o mapa conceitual.


  5. Etapa 5Construção do mapa conceitual

    Utilizando papel, quadro ou ferramentas digitais simples (se disponíveis), os grupos elaboram o mapa conceitual, organizando a ideia central, as sub-ideias e os detalhes em dois níveis de profundidade. O professor circula entre os grupos para mediar, tirar dúvidas e estimular o pensamento crítico.


  6. Etapa 6Apresentação e socialização

    Cada grupo apresenta seu mapa conceitual para a turma, explicando as escolhas feitas e as informações incluídas. Os demais alunos podem fazer perguntas e contribuir com comentários. O professor destaca pontos importantes e relaciona as apresentações com o objetivo da aula.


  7. Etapa 7Reflexão e avaliação final

    O professor conduz uma reflexão coletiva sobre a importância da pluralidade de fontes de informação e seu papel na democracia. Avalia o processo e o produto final, destacando o desenvolvimento das competências previstas. Os alunos são convidados a expressar suas aprendizagens e desafios enfrentados.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de reconhecer e analisar diferentes projetos editoriais e suas características.

  • Estimular o pensamento crítico sobre as fontes de informação e sua influência na formação da opinião pública.

  • Promover a compreensão da importância da mídia plural para a consolidação da democracia.

  • Incentivar a autonomia dos alunos na busca e organização de informações relevantes.

  • Fomentar a colaboração e o trabalho em grupo por meio da construção coletiva do mapa conceitual.

Critérios de avaliação

  • Capacidade de identificar e diferenciar os diversos tipos de projetos editoriais.

  • Qualidade e organização das informações apresentadas no mapa conceitual.

  • Participação ativa e colaborativa durante as etapas da atividade.

  • Demonstração de pensamento crítico na análise das fontes de informação.

  • Clareza e coerência na apresentação final do mapa conceitual.

Ações do professor

  • Disponibilizar previamente o material de apoio (mapa conceitual modelo) para que os alunos possam estudá-lo em casa.

  • Orientar os alunos sobre a metodologia da Sala de Aula Invertida e a importância da preparação prévia.

  • Promover a discussão inicial para esclarecer dúvidas e contextualizar o tema.

  • Organizar os alunos em grupos para a construção coletiva do mapa conceitual.

  • Acompanhar e mediar as discussões, incentivando a participação de todos.

  • Estimular a reflexão crítica sobre as fontes de informação apresentadas.

  • Avaliar o produto final e o processo de construção do mapa conceitual.

Ações do aluno

  • Estudar previamente o material de apoio disponibilizado pelo professor.

  • Pesquisar diferentes projetos editoriais e suas características.

  • Participar ativamente das discussões em grupo para a construção do mapa conceitual.

  • Organizar as informações coletadas de forma clara e coerente no mapa.

  • Refletir criticamente sobre a diversidade de fontes de informação e seu impacto.

  • Colaborar com os colegas para enriquecer o trabalho coletivo.

  • Apresentar e explicar o mapa conceitual produzido para a turma.