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Aula sobre Tabelas e plano cartesiano

Metodologia ativa — Design Thinking

Por que usar essa metodologia?

O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.

Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.

As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.

Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.

Você sabia?

É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.


Nesta aula, os estudantes irão explorar o tema 'Tabelas e plano cartesiano' por meio da metodologia ativa Design Thinking, utilizando um mapa de empatia para compreender as percepções e sentimentos relacionados ao tema. O objetivo é que os alunos investiguem relações entre números expressos em tabelas e aprendam a representá-los no plano cartesiano, identificando padrões e criando conjecturas para generalizar essas relações, reconhecendo quando se trata de função polinomial de 1º grau. O mapa de empatia, com os campos 'O que ele pensa e sente?', 'O que ele escuta?', 'O que ele fala e faz?', 'O que ele vê?', 'Dores' e 'Ganhos', será utilizado para que os alunos reflitam sobre suas próprias experiências e dificuldades com o tema, tornando a aprendizagem mais significativa e conectada ao cotidiano. Exemplos práticos, como tabelas de crescimento de plantas, preços de produtos ou trajetos em um mapa, serão apresentados para facilitar a compreensão e aplicação dos conceitos.

Material de apoio 1 — Tabelas e plano cartesiano

  1. Etapa 11. Introdução e sensibilização

    O professor inicia a aula contextualizando o tema 'Tabelas e plano cartesiano' com exemplos práticos do cotidiano, como o registro de temperaturas diárias, preços de produtos ou trajetos em mapas. Em seguida, apresenta o mapa de empatia, explicando cada campo: 'O que ele pensa e sente?', 'O que ele escuta?', 'O que ele fala e faz?', 'O que ele vê?', 'Dores' e 'Ganhos'. O objetivo é que os alunos reflitam sobre suas próprias experiências e sentimentos em relação ao tema para tornar a aprendizagem mais significativa.


  2. Etapa 22. Preenchimento do mapa de empatia

    Os alunos, individualmente ou em duplas, preenchem o mapa de empatia com base em suas percepções sobre o tema. Eles registram o que pensam e sentem ao trabalhar com tabelas e gráficos, o que escutam de colegas e professores, o que falam e fazem ao resolver problemas, o que veem em materiais didáticos, suas principais dificuldades (dores) e o que consideram como ganhos ao aprender o conteúdo. O professor circula pela sala para orientar e esclarecer dúvidas.


  3. Etapa 33. Investigação de tabelas

    O professor apresenta tabelas com dados numéricos relacionados a situações reais, como crescimento de plantas, preços de produtos ou trajetos. Os alunos analisam as tabelas para identificar relações entre os números, discutindo em grupos as observações feitas. O professor estimula a busca por padrões e regularidades nos dados.


  4. Etapa 44. Representação no plano cartesiano

    Com base nas tabelas investigadas, os alunos representam os dados no plano cartesiano, preenchendo os eixos com os valores correspondentes. O professor orienta a correta marcação dos pontos e a interpretação dos gráficos gerados, destacando a importância da representação visual para compreender as relações matemáticas.


  5. Etapa 55. Criação de conjecturas e generalizações

    Os alunos, em grupos, discutem os padrões observados e criam conjecturas para generalizar as relações entre os números das tabelas. O professor auxilia na formulação algébrica dessas generalizações, orientando para que reconheçam quando se trata de uma função polinomial de 1º grau.


  6. Etapa 66. Socialização e reflexão

    Cada grupo apresenta suas conjecturas e representações para a turma, compartilhando as descobertas e dificuldades encontradas. O professor promove uma reflexão coletiva sobre o processo de aprendizagem, destacando a importância do mapa de empatia para compreender as percepções dos alunos e aprimorar o ensino.


  7. Etapa 77. Avaliação e encerramento

    O professor avalia o desempenho dos alunos com base nos critérios estabelecidos, considerando o preenchimento do mapa de empatia, a análise das tabelas, a representação gráfica, a criação das conjecturas e a participação nas discussões. Por fim, reforça os conceitos trabalhados e incentiva os alunos a aplicarem o conhecimento em outras situações cotidianas.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de investigar relações entre números em tabelas e representá-los no plano cartesiano.

  • Estimular a identificação de padrões e a criação de conjecturas para generalizar relações matemáticas.

  • Promover o reconhecimento de funções polinomiais de 1º grau a partir da representação gráfica.

  • Fomentar a reflexão crítica e empática sobre as dificuldades e percepções dos alunos em relação ao tema.

  • Incentivar a participação ativa dos estudantes por meio da metodologia Design Thinking.

Critérios de avaliação

  • Capacidade de preencher corretamente o mapa de empatia relacionado ao tema.

  • Habilidade em identificar padrões nas tabelas e representá-los no plano cartesiano.

  • Clareza e coerência na criação de conjecturas e generalizações algébricas.

  • Reconhecimento correto de funções polinomiais de 1º grau nas representações.

  • Engajamento e participação ativa durante as etapas da metodologia Design Thinking.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar sua importância no cotidiano dos alunos.

  • Disponibilizar o mapa de empatia e explicar cada um de seus campos.

  • Orientar os alunos na investigação das tabelas e na representação dos dados no plano cartesiano.

  • Estimular a reflexão e discussão em grupos sobre as percepções registradas no mapa de empatia.

  • Acompanhar a criação das conjecturas e auxiliar na identificação das funções de 1º grau.

  • Promover a socialização dos resultados e conclusões das atividades.

  • Avaliar o desempenho dos alunos conforme os critérios estabelecidos.

Ações do aluno

  • Preencher o mapa de empatia com suas percepções e sentimentos sobre o tema.

  • Analisar tabelas fornecidas para identificar relações entre os números.

  • Representar os dados das tabelas no plano cartesiano.

  • Discutir em grupo as dificuldades, dúvidas e descobertas durante a atividade.

  • Criar conjecturas para generalizar os padrões observados.

  • Reconhecer e classificar funções polinomiais de 1º grau a partir das representações.

  • Apresentar e compartilhar suas conclusões com a turma.