Aula sobre Teoria das placas tectônicas - parte 2
Metodologia ativa — Rotação por estações
Por que usar essa metodologia?
Esta metodologia é muito necessária quando pensamos em personalização da aprendizagem. Através dela, podemos trabalhar com circuitos projetados, chamados de estações. Cada estação possui uma atividade com início, meio e fim, para que os alunos possam começar por qualquer uma delas sem que haja uma ordem fixa a seguir.
Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como autonomia, proatividade, comunicação, alfabetização digital, pensamento crítico, capacidade de trabalhar em equipe e gestão de tempo.
Você sabia?
É importante ressaltar que para ser caracterizada como rotação por estação é necessário ter ao menos uma estação no formato digital.
A Teoria das Placas Tectônicas é um dos principais conceitos da geologia moderna que explica a formação dos continentes e como eles se movem. É importante que os estudantes compreendam como essa teoria é aplicada no cotidiano, como na previsão de terremotos e vulcões. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa de Rotação por estações para aprofundar o conhecimento sobre a Teoria das Placas Tectônicas. Os estudantes serão divididos em três grupos, cada um responsável por uma atividade relacionada ao tema. O objetivo é desenvolver a habilidade dos alunos em justificar o formato das costas brasileira e africana com base na teoria da deriva dos continentes.
Rotação por estações

Etapa 1 — Apresentação do tema
Inicie a aula apresentando o conceito de Teoria das Placas Tectônicas e sua importância para a geologia. Serão apresentados exemplos práticos de como essa teoria é aplicada no cotidiano.
Etapa 2 — Divisão dos grupos
Os estudantes serão divididos em três grupos, cada um responsável por uma atividade relacionada ao tema.
Etapa 3 — Estação 1 - Modelagem de placas tectônicas
Os alunos desta estação utilizarão massinha de modelar para criar um modelo das placas tectônicas e simular o movimento de cada uma delas.
Etapa 4 — Estação 2 - Análise de imagens de satélite
Os alunos desta estação analisarão imagens de satélite das costas brasileira e africana. Eles identificarão as semelhanças e diferenças entre as duas costas e justificarão o formato delas com base na teoria da deriva dos continentes.
Etapa 5 — Estação 3 - Simulação de terremotos
Os alunos desta estação utilizarão um simulador de terremotos para entender como as placas tectônicas se movem e como isso pode causar terremotos.
Etapa 6 — Discussão em grupo
Os estudantes retornam para suas mesas e discutem em grupo o que aprenderam em cada estação. Fomente uma discussão entre os grupos atendendo as dúvidas que surgirem.
Etapa 7 — Conclusão
Encerre a aula reforçando os principais pontos abordados e sua importância para a geologia.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a habilidade dos alunos em justificar o formato das costas brasileira e africana com base na teoria da deriva dos continentes.
Estimular o trabalho em grupo e a cooperação entre os estudantes.
Proporcionar uma aula dinâmica e interativa que facilite o aprendizado dos alunos.
Critérios de avaliação
Participação ativa e construtiva em todas as atividades propostas.
Compreensão dos conceitos abordados na aula.
Habilidade em justificar o formato das costas brasileira e africana com base na teoria da deriva dos continentes.
Trabalho em equipe e cooperação com os colegas.
Utilização correta e segura dos materiais e equipamentos utilizados em cada estação.
Ações do professor
Orientar e monitorar as atividades de cada grupo.
Estimular a participação ativa e construtiva dos alunos.
Tirar dúvidas e auxiliar os estudantes em suas atividades.
Garantir a segurança dos alunos durante a realização das atividades.
Fazer uma avaliação formativa do processo de ensino-aprendizagem.
Ações do aluno
Participar ativamente de todas as atividades propostas.
Trabalhar em equipe e cooperar com os colegas.
Utilizar corretamente os materiais e equipamentos fornecidos.
Fazer perguntas e tirar dúvidas quando necessário.
Demonstrar habilidade em justificar o formato das costas brasileira e africana com base na teoria da deriva dos continentes.