Aula sobre Teorias de origem do universo e origem da vida
Metodologia ativa — Design Thinking
Por que usar essa metodologia?
O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.
Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.
As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.
Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.
Você sabia?
É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.
O tema "Teorias de origem do universo e origem da vida" é fundamental para compreender como diferentes culturas e épocas buscaram explicar a existência do cosmos e da vida na Terra. No cotidiano dos estudantes, essas ideias podem ser encontradas em histórias, mitologias, e até em debates atuais sobre ciência e religião. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa Design Thinking para que os alunos preencham um template do mapa de empatia, que os ajudará a se colocar no lugar de diferentes personagens históricos ou culturais que propuseram teorias sobre a origem do universo e da vida. Isso tornará o aprendizado mais envolvente e permitirá uma análise crítica e comparativa entre as explicações antigas e as teorias científicas atuais.

Etapa 1 — Introdução e contextualização do tema
O professor inicia a aula apresentando o tema "Teorias de origem do universo e origem da vida", destacando sua relevância histórica e científica. Exemplos práticos, como mitologias de diferentes culturas e descobertas científicas atuais, são apresentados para despertar o interesse dos alunos. Em seguida, o professor explica a metodologia Design Thinking e o objetivo de preencher um template do mapa de empatia para explorar as diferentes perspectivas sobre o tema.
Etapa 2 — Formação dos grupos e distribuição do material
Os alunos são divididos em grupos pequenos para facilitar a colaboração. Cada grupo recebe o material do mapa de empatia, que contém os campos "O que ele pensa e sente?", "O que ele escuta?", "O que ele fala e faz?", "O que ele vê?", "Dores" e "Ganhos". O professor orienta os alunos sobre como utilizar o mapa para se colocar no lugar de personagens históricos ou culturais que propuseram teorias sobre a origem do universo e da vida.
Etapa 3 — Pesquisa e análise das teorias
Os grupos realizam uma pesquisa, utilizando livros, anotações e discussões em sala, para identificar diferentes teorias sobre a origem do universo e da vida, como o Big Bang, a Teoria da Evolução, e explicações mitológicas. Eles discutem e selecionam as informações mais relevantes para preencher o mapa de empatia, considerando o ponto de vista dos personagens ou culturas escolhidas.
Etapa 4 — Preenchimento do mapa de empatia
Cada grupo preenche o mapa de empatia com base nas informações coletadas, refletindo sobre o que o personagem pensa e sente, o que escuta, o que fala e faz, o que vê, suas dores e ganhos. O professor circula pela sala, auxiliando e estimulando a reflexão crítica dos alunos para aprofundar a compreensão do tema.
Etapa 5 — Apresentação e discussão dos mapas
Os grupos apresentam seus mapas de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas e as perspectivas exploradas. Após cada apresentação, o professor promove uma discussão coletiva para comparar as diferentes teorias e destacar as contribuições e limitações de cada uma, relacionando-as com o conhecimento científico atual.
Etapa 6 — Reflexão crítica e síntese
Os alunos refletem sobre o processo de construção do mapa e as informações discutidas, identificando como as diferentes explicações sobre a origem do universo e da vida evoluíram ao longo do tempo. O professor conduz uma síntese, reforçando a importância do pensamento científico e da análise crítica para compreender o mundo.
Etapa 7 — Avaliação e feedback
O professor avalia os mapas de empatia, a participação dos alunos e as apresentações, considerando os critérios estabelecidos. Em seguida, fornece feedback construtivo para cada grupo, destacando pontos fortes e sugerindo melhorias para futuras atividades. Os alunos também são incentivados a compartilhar suas impressões sobre a metodologia e o aprendizado obtido.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a habilidade de analisar e discutir diferentes modelos, teorias e leis sobre a origem do universo e da vida.
Estimular o pensamento crítico e a empatia ao compreender perspectivas históricas e culturais distintas.
Promover o trabalho colaborativo e a comunicação entre os alunos durante a construção do mapa de empatia.
Relacionar conhecimentos científicos atuais com explicações históricas e culturais sobre a origem da vida e do universo.
Incentivar a criatividade e a reflexão por meio da metodologia Design Thinking aplicada ao tema.
Critérios de avaliação
Capacidade de identificar e descrever diferentes teorias sobre a origem do universo e da vida.
Qualidade e profundidade na construção do mapa de empatia, considerando todos os campos propostos.
Participação ativa e colaborativa durante as etapas da atividade.
Capacidade de comparar e relacionar as teorias históricas com as científicas atuais.
Clareza e coerência na apresentação das ideias e conclusões obtidas.
Ações do professor
Apresentar o tema e contextualizar sua importância para a compreensão da ciência e da cultura.
Explicar a metodologia Design Thinking e o uso do mapa de empatia para a atividade.
Dividir a turma em grupos e distribuir o material do mapa de empatia para cada grupo.
Orientar os grupos na construção do mapa, estimulando a reflexão sobre os campos "O que ele pensa e sente?", "O que ele escuta?", "O que ele fala e faz?", "O que ele vê?", "Dores" e "Ganhos".
Promover momentos de discussão e troca entre os grupos para ampliar a compreensão do tema.
Auxiliar na comparação entre as teorias antigas e as atuais, destacando avanços e limitações.
Avaliar os mapas de empatia e as apresentações, fornecendo feedback construtivo.
Ações do aluno
Participar ativamente das discussões e reflexões propostas pelo professor.
Colaborar com os colegas na construção do mapa de empatia, dividindo tarefas e ideias.
Pesquisar e analisar diferentes teorias sobre a origem do universo e da vida.
Preencher os campos do mapa de empatia considerando a perspectiva dos personagens ou culturas estudadas.
Apresentar e explicar o mapa de empatia para a turma, destacando os pontos principais.
Comparar as teorias históricas com as científicas atuais, identificando semelhanças e diferenças.
Refletir criticamente sobre o impacto dessas teorias na compreensão do mundo e da ciência.