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Aula sobre Terra sem lei?

Metodologia ativa — Cultura Maker

Por que usar essa metodologia?

A Cultura Maker favorece a relação entre a teoria e a prática. Através dela conseguimos responder perguntas como: “Professor(a), onde vou usar isso? Por que devo aprender isso?”.

A Cultura Maker não é um passo a passo, ou seja, não é uma receita de bolo que os alunos apenas replicam. Só é considerado cultura maker se houver espaços para criação, autonomia e dinamismo.

Essa metodologia enriquece o processo criativo, a aprendizagem por pares e as habilidades socioemocionais. Propicia caminhos para as atividades interdisciplinares, permitindo que o aprendizado seja mais realista e significativo, perpassando entre as diferentes áreas, competências e habilidades.

Você sabia?

A cultura maker foi expandida após o movimento DIY sigla em inglês para “do it yourself”, que significa “faça você mesmo”. Essa cultura inspira as pessoas a construírem coisas incríveis.


O tema "Terra sem lei?" aborda a reflexão sobre a presença e a importância das normas, leis e regras na organização da sociedade, especialmente no contexto dos direitos e deveres dos cidadãos. No cotidiano dos estudantes, situações como o respeito às regras escolares, o cumprimento das leis de trânsito, e o entendimento dos direitos humanos são exemplos práticos que ilustram a relevância desse tema. A metodologia Cultura Maker será aplicada por meio da utilização de um Diário de Bordo, no qual os estudantes, organizados em grupos, registrarão o problema identificado, as alternativas para solucioná-lo e a solução escolhida, promovendo uma aprendizagem ativa, colaborativa e reflexiva sobre o tema.

Material de apoio 1 — Terra sem lei?

  1. Etapa 1Apresentação do tema e contextualização

    O professor deverá apresentar o tema "Terra sem lei?" por meio de exemplos práticos do cotidiano dos estudantes, como o respeito às regras escolares e leis de trânsito. Em seguida, deverá explicar a importância das normas para a convivência social e introduzir o uso do Diário de Bordo como ferramenta para registrar as reflexões e propostas do grupo.


  2. Etapa 2Formação dos grupos e distribuição do Diário de Bordo

    O professor deverá organizar os estudantes em grupos heterogêneos e disponibilizar o template do Diário de Bordo para cada grupo. Deverá orientar sobre os campos a serem preenchidos: Problema, Geração de Alternativas e Solução, esclarecendo dúvidas quanto ao uso do material.


  3. Etapa 3Identificação do problema

    Os grupos deverão discutir e identificar um problema relacionado à ausência ou desrespeito das leis na sociedade, registrando-o de forma clara e objetiva no campo Problema do Diário de Bordo. O professor deverá circular entre os grupos para apoiar e estimular a reflexão crítica.


  4. Etapa 4Geração de alternativas

    Cada grupo deverá discutir e registrar no Diário de Bordo diversas alternativas para solucionar o problema identificado. O professor deverá incentivar a criatividade e a consideração de diferentes perspectivas durante essa etapa.


  5. Etapa 5Escolha e justificativa da solução

    Os grupos deverão selecionar a alternativa que considerarem mais adequada e registrar no campo Solução do Diário de Bordo, incluindo a justificativa para a escolha. O professor deverá orientar para que a justificativa seja fundamentada e coerente.


  6. Etapa 6Socialização das propostas

    Cada grupo deverá apresentar para a turma o conteúdo do seu Diário de Bordo, explicando o problema identificado, as alternativas consideradas e a solução escolhida. O professor deverá promover um ambiente de respeito e diálogo durante as apresentações.


  7. Etapa 7Reflexão final e registro individual

    Após as apresentações, o professor deverá conduzir uma reflexão coletiva sobre as aprendizagens e desafios do tema. Os estudantes deverão registrar, individualmente, no Diário de Bordo ou em outro recurso disponibilizado, suas percepções e aprendizados pessoais, consolidando o processo.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a capacidade dos estudantes de identificar problemas sociais relacionados à ausência ou ao desrespeito das leis.

  • Estimular o pensamento crítico e a reflexão ética sobre as consequências da falta de normas na sociedade.

  • Promover o trabalho colaborativo por meio da construção coletiva do Diário de Bordo.

  • Incentivar a comunicação e argumentação fundamentada na discussão de alternativas para resolução de problemas.

  • Desenvolver a habilidade de utilizar ferramentas digitais e analógicas para registrar e organizar informações de forma estruturada.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa e colaborativa durante as discussões em grupo.

  • Clareza e coerência na identificação do problema e na proposição de alternativas no Diário de Bordo.

  • Capacidade de argumentação e fundamentação das soluções apresentadas.

  • Organização e apresentação adequada das informações no Diário de Bordo.

Ações do professor

  • Disponibilizar o template do Diário de Bordo para os grupos de estudantes.

  • Orientar os estudantes sobre o preenchimento dos campos Problema, Geração de Alternativas e Solução.

  • Estimular a reflexão crítica por meio de perguntas que provoquem o debate sobre o tema.

  • Gerenciar o tempo das atividades para garantir o desenvolvimento completo das etapas.

  • Acompanhar e apoiar os grupos durante a elaboração do Diário de Bordo, esclarecendo dúvidas.

  • Promover a socialização das soluções propostas pelos grupos, incentivando o respeito às diferentes opiniões.

Ações do aluno

  • Organizar-se em grupos para discutir e identificar um problema relacionado ao tema "Terra sem lei?".

  • Preencher o campo Problema no Diário de Bordo com uma descrição clara e objetiva.

  • Discutir e registrar diversas alternativas para solucionar o problema identificado.

  • Selecionar e justificar a solução mais adequada para o problema proposto.

  • Apresentar o conteúdo do Diário de Bordo para a turma, explicando as escolhas feitas pelo grupo.

  • Ouvir e respeitar as contribuições dos demais grupos durante as apresentações.