Aula sobre Textura – Vincent Van Gogh
Metodologia ativa — Cultura Maker
Por que usar essa metodologia?
A Cultura Maker favorece a relação entre a teoria e a prática. Através dela conseguimos responder perguntas como: “Professor(a), onde vou usar isso? Por que devo aprender isso?”.
A Cultura Maker não é um passo a passo, ou seja, não é uma receita de bolo que os alunos apenas replicam. Só é considerado cultura maker se houver espaços para criação, autonomia e dinamismo.
Essa metodologia enriquece o processo criativo, a aprendizagem por pares e as habilidades socioemocionais. Propicia caminhos para as atividades interdisciplinares, permitindo que o aprendizado seja mais realista e significativo, perpassando entre as diferentes áreas, competências e habilidades.
Você sabia?
A cultura maker foi expandida após o movimento DIY sigla em inglês para “do it yourself”, que significa “faça você mesmo”. Essa cultura inspira as pessoas a construírem coisas incríveis.
Vincent Van Gogh foi um pintor pós-impressionista holandês que se destacou por suas pinceladas marcantes e texturas únicas. Nesta aula, os alunos serão apresentados ao conceito de textura na arte e irão explorar as obras de Van Gogh para entender como ele utilizava essa técnica em suas pinturas.

Etapa 1 — Apresentação do tema
Apresente o tema da aula e explique o que é textura na arte. Mostre exemplos de obras de arte que utilizam textura e como isso pode ser percebido pelos sentidos.
Etapa 2 — Introdução ao trabalho em grupo
Divida os alunos em grupos e os oriente a tarefa de criar um diário de bordo sobre o tema, contendo os campos de Problema, Geração de a__lternativas e Solução. Explique o que é um diário de bordo e como ele pode ser utilizado para organizar ideias e solucionar problemas.
Etapa 3 — Análise das obras de Van Gogh
Os alunos irão analisar algumas obras de Van Gogh e identificar as texturas presentes nelas. Serão discutidos os materiais utilizados pelo artista e como ele criava essas texturas em suas pinturas.
Etapa 4 — Geração de ideias
Os grupos irão discutir e gerar ideias para a criação do diário de bordo. Incentive os alunos a pensar em diferentes formas de representar a textura na arte e como isso pode ser aplicado em suas próprias produções.
Etapa 5 — Criação do diário de bordo
Os grupos irão criar o diário de bordo, utilizando materiais analógicos como papel, lápis, canetas coloridas, entre outros. Oriente os alunos a utilizar diferentes técnicas para representar a textura na arte.
Etapa 6 — Apresentação dos diários de bordo
Os grupos irão apresentar seus diários de bordo para a turma, explicando como chegaram às soluções apresentadas e como utilizaram as técnicas de textura na arte.
Etapa 7 — Reflexão e avaliação
Os alunos irão refletir sobre o processo de criação do diário de bordo e como isso contribuiu para o desenvolvimento de suas habilidades em análise dos elementos constitutivos das artes visuais. Avalie os alunos de acordo com critérios pré-estabelecidos.
Intencionalidades pedagógicas
Desenvolver a habilidade de análise dos elementos constitutivos das artes visuais.
Estimular a criatividade e a capacidade de solucionar problemas em grupo.
Desenvolver a habilidade de comunicação e apresentação em público.
Critérios de avaliação
Utilização adequada dos campos de Problema, Geração de a__lternativas e Solução no diário de bordo.
Utilização de diferentes técnicas de textura na arte.
Coerência entre as ideias apresentadas e a solução final.
Ações do professor
Apresentar o tema e orientar os alunos durante todo o processo.
Estimular a criatividade e a participação dos alunos.
Avaliar os diários de bordo e fornecer feedbacks construtivos.
Ações do aluno
Participar ativamente do processo de criação do diário de bordo.
Trabalhar em grupo e contribuir com ideias.
Apresentar o diário de bordo para a turma de forma clara e objetiva.