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Aula sobre The meaning of shapes and curves

Metodologia ativa — Aprendizagem Entre Pares

Por que usar essa metodologia?

Através desta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como autonomia, proatividade, argumentação, liderança, autoestima, comunicação, pensamento crítico, colaboração e responsabilidade.

Você sabia?

A aprendizagem entre pares foi desenvolvida por um professor de física, Eric Mazur, em 1990 na Universidade de Harvard. O professor notou a necessidade de mudar a forma tradicional das suas aulas, buscando maior engajamento dos alunos. Resolveu então, pesquisar e criar uma nova forma de ensinar e aprender em dupla.


Nesta aula, abordaremos o tema "The meaning of shapes and curves" (O significado das formas e curvas), explorando como diferentes formas e curvas presentes em manifestações artísticas de diversas épocas e culturas carregam significados simbólicos, estéticos e culturais. Por exemplo, a curva sinuosa nas obras do Art Nouveau expressa movimento e naturalidade, enquanto formas geométricas rígidas no Cubismo representam múltiplas perspectivas. Os alunos serão convidados a investigar esses elementos visuais e seus significados, construindo coletivamente um mapa conceitual que organize essas ideias, promovendo a compreensão crítica e histórica do patrimônio artístico. A metodologia ativa de Aprendizagem Entre Pares será aplicada para estimular a colaboração, o diálogo e a construção conjunta do conhecimento, mesmo diante da limitação de recursos digitais e impossibilidade de impressão, utilizando o mapa conceitual disponibilizado em arquivo digital como apoio visual e guia para a atividade.

Material de apoio 1 — The meaning of shapes and curves

  1. Etapa 1Introdução ao tema e contextualização

    O professor inicia a aula apresentando o tema "The meaning of shapes and curves", explicando sua relevância para compreender manifestações artísticas de diferentes tempos e lugares. Exemplos práticos são mostrados, como imagens de obras que destacam formas e curvas significativas, para que os alunos percebam a diversidade e os significados simbólicos. O mapa conceitual modelo, disponível em arquivo digital, é exibido para que os estudantes conheçam a estrutura que irão preencher.


  2. Etapa 2Formação de duplas ou pequenos grupos

    O professor organiza os alunos em duplas ou pequenos grupos, favorecendo a troca de ideias e a colaboração. Cada grupo receberá a tarefa de preencher um mapa conceitual sobre o tema, utilizando o modelo apresentado, respeitando a ideia central e as oito sub-ideias com dois níveis de profundidade.


  3. Etapa 3Análise e discussão dos exemplos

    Os alunos, em grupos, analisam os exemplos apresentados pelo professor, discutindo os significados das formas e curvas nas obras. Eles relacionam essas observações com seus conhecimentos prévios e buscam identificar outras manifestações artísticas que possam enriquecer o mapa conceitual.


  4. Etapa 4Construção do mapa conceitual coletivo

    Utilizando o mapa conceitual, os grupos começam a organizar as ideias coletivamente, definindo a ideia central e as sub-ideias, estruturando os dois níveis de profundidade. O professor circula para orientar, mediar conflitos e estimular o pensamento crítico.


  5. Etapa 5Refinamento e organização das ideias

    Os grupos revisam e aprimoram o mapa conceitual, garantindo que as ideias estejam claras, coerentes e bem hierarquizadas. Eles discutem a diversidade das manifestações artísticas e os processos de legitimação social que envolvem as formas e curvas estudadas.


  6. Etapa 6Apresentação dos mapas conceituais

    Cada grupo apresenta seu mapa conceitual para a turma, explicando as escolhas feitas e os significados atribuídos às formas e curvas. Os colegas podem fazer perguntas e contribuir com comentários, promovendo a aprendizagem entre pares.


  7. Etapa 7Síntese e reflexão final

    O professor conduz uma reflexão final sobre o que foi aprendido, destacando a importância da diversidade cultural e histórica nas manifestações artísticas e como as formas e curvas comunicam significados.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a capacidade dos alunos de analisar e interpretar formas e curvas em manifestações artísticas de diferentes tempos e lugares.

  • Estimular a construção colaborativa do conhecimento por meio da metodologia de Aprendizagem Entre Pares.

  • Promover a compreensão crítica e histórica do patrimônio artístico, reconhecendo sua diversidade e processos de legitimação social.

  • Aprimorar habilidades de organização e síntese de informações por meio da elaboração de mapas conceituais.

  • Incentivar o diálogo, a argumentação e o respeito às diferentes opiniões entre os estudantes.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa e colaborativa na construção do mapa conceitual.

  • Capacidade de relacionar as formas e curvas a seus significados artísticos e culturais.

  • Clareza e organização das ideias apresentadas no mapa conceitual.

  • Demonstração de compreensão crítica e histórica do patrimônio artístico.

  • Respeito e cooperação durante as atividades em pares e grupos.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar sua importância no estudo das linguagens artísticas.

  • Exibir e explicar o mapa conceitual modelo disponível em arquivo digital, destacando a ideia central e as sub-ideias.

  • Organizar os alunos em duplas ou pequenos grupos para a construção do mapa conceitual coletivo.

  • Orientar e mediar as discussões, incentivando a argumentação e o respeito mútuo.

  • Auxiliar os alunos na identificação e hierarquização das ideias para o mapa conceitual.

  • Estimular a reflexão crítica sobre as manifestações artísticas e seus significados.

  • Realizar uma socialização final, promovendo a apresentação e discussão dos mapas conceituais produzidos.

Ações do aluno

  • Participar ativamente das discussões em duplas ou grupos.

  • Analisar exemplos de formas e curvas em manifestações artísticas apresentadas pelo professor.

  • Contribuir com ideias para a construção do mapa conceitual, organizando-as em níveis de profundidade.

  • Argumentar e dialogar respeitosamente com os colegas para construir o conhecimento coletivo.

  • Refletir sobre a diversidade e os processos de legitimação das manifestações artísticas.

  • Apresentar e explicar o mapa conceitual produzido para a turma.