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Aula sobre The Phenomena of Languages

Metodologia ativa — Design Thinking

Por que usar essa metodologia?

O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.

Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.

As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.

Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.

Você sabia?

É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.


A linguagem é um fenômeno complexo e multifacetado que permeia todas as esferas da vida humana. Ela não se limita apenas à comunicação verbal, mas abrange diversas formas de expressão, como as linguagens artísticas, corporais e verbais. Na vida cotidiana dos estudantes, a linguagem está presente nas conversas com amigos, nas redes sociais, nas manifestações culturais e até mesmo na linguagem corporal durante uma apresentação. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa Design Thinking para explorar 'The Phenomena of Languages', incentivando os alunos a criar um mapa de empatia que os ajude a compreender as diferentes dimensões da linguagem, suas variações e impactos sociais, culturais e históricos. O mapa de empatia servirá como uma ferramenta para que os estudantes se coloquem no lugar dos usuários da linguagem, identificando percepções, sentimentos, dores e ganhos relacionados ao uso das diversas linguagens. Assim, a aula se torna mais envolvente e didática, promovendo a reflexão crítica e o protagonismo dos alunos.

Material de apoio 1 — The Phenomena of Languages

  1. Etapa 1Introdução e Contextualização

    O professor inicia a aula apresentando o tema 'The Phenomena of Languages', destacando sua relevância social, cultural e histórica. Exemplos práticos são dados, como a diversidade linguística nas redes sociais, a linguagem corporal em apresentações e as expressões artísticas como formas de comunicação. Em seguida, o professor explica a metodologia Design Thinking e introduz o mapa de empatia, projetando-o para que todos visualizem os campos: 'O que ele pensa e sente?', 'O que ele escuta?', 'O que ele fala e faz?', 'O que ele vê?', 'Dores' e 'Ganhos'.


  2. Etapa 2Formação dos Grupos e Definição do Usuário

    Os alunos são divididos em pequenos grupos e recebem a tarefa de escolher um 'usuário' para o qual irão criar o mapa de empatia. Esse usuário pode ser um estudante, um professor, um artista ou qualquer pessoa que utilize diferentes linguagens em seu cotidiano. O objetivo é que o grupo se coloque no lugar desse usuário para compreender suas experiências com a linguagem.


  3. Etapa 3Exploração e Pesquisa

    Cada grupo discute e pesquisa, com base em suas vivências e conhecimentos, o que o usuário escolhido pensa e sente sobre as linguagens, o que escuta, fala e faz, o que vê, além de identificar possíveis dores (dificuldades, desafios) e ganhos (benefícios, facilidades) relacionados ao uso das linguagens. O professor circula pela sala para orientar e estimular o pensamento crítico.


  4. Etapa 4Construção do Mapa de Empatia

    Utilizando o mapa de empatia projetado como referência, os grupos organizam suas ideias preenchendo cada campo com informações relevantes sobre o usuário. Como não há recursos para impressão, os alunos podem anotar em seus cadernos ou criar esquemas visuais com desenhos e palavras-chave, valorizando as linguagens artísticas e corporais na expressão das ideias.


  5. Etapa 5Apresentação dos Mapas

    Cada grupo apresenta seu mapa de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas em cada campo e destacando as dores e ganhos identificados. Essa etapa promove a comunicação verbal e corporal, além de incentivar a escuta ativa e o respeito às diferentes perspectivas.


  6. Etapa 6Discussão e Reflexão Coletiva

    Após as apresentações, o professor conduz uma discussão sobre as semelhanças e diferenças entre os mapas, ressaltando a diversidade e a complexidade das linguagens como fenômenos sociais e culturais. Os alunos são convidados a refletir sobre como as linguagens influenciam suas próprias vidas e contextos.


  7. Etapa 7Síntese e Aplicação

    Para finalizar, o professor propõe que os alunos, individualmente ou em grupo, criem uma pequena produção utilizando uma linguagem de sua escolha (artística, corporal ou verbal) que represente as aprendizagens da aula. Essa produção pode ser um poema, uma encenação, um desenho ou uma apresentação oral, valorizando a heterogeneidade e sensibilidade das linguagens.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a compreensão dos alunos sobre a linguagem como fenômeno social, cultural, histórico e variável.

  • Estimular a valorização das diversas linguagens (artísticas, corporais e verbais) em diferentes contextos.

  • Promover o uso da metodologia ativa Design Thinking para incentivar o protagonismo e a criatividade dos estudantes.

  • Aprimorar habilidades de empatia e análise crítica por meio da construção do mapa de empatia.

  • Incentivar o trabalho colaborativo e a comunicação entre os alunos durante as etapas da atividade.

Critérios de avaliação

  • Participação ativa e colaborativa na construção do mapa de empatia.

  • Capacidade de identificar e relacionar os diferentes aspectos da linguagem nos campos do mapa de empatia.

  • Demonstração de compreensão sobre a diversidade e complexidade das linguagens.

  • Clareza e criatividade na apresentação das ideias durante as etapas do Design Thinking.

  • Reflexão crítica sobre as dores e ganhos relacionados ao uso das linguagens em diferentes contextos.

Ações do professor

  • Apresentar o tema 'The Phenomena of Languages' contextualizando sua importância no cotidiano dos alunos.

  • Explicar a metodologia Design Thinking e o uso do mapa de empatia como ferramenta central da atividade.

  • Distribuir ou projetar o mapa de empatia para que os alunos possam visualizar os campos a serem preenchidos.

  • Orientar os alunos durante as etapas do plano, estimulando a reflexão, o diálogo e a colaboração.

  • Medir o tempo e adaptar as etapas conforme a dinâmica da turma, respeitando o ritmo dos estudantes.

  • Promover momentos de compartilhamento das produções dos grupos, incentivando o feedback construtivo.

  • Avaliar a participação e o desenvolvimento dos alunos com base nos critérios estabelecidos.

Ações do aluno

  • Participar ativamente das discussões e reflexões propostas pelo professor.

  • Colaborar com os colegas na construção do mapa de empatia, compartilhando ideias e percepções.

  • Analisar os diferentes aspectos da linguagem presentes nos campos do mapa de empatia.

  • Expressar suas opiniões e sentimentos sobre o tema, utilizando diferentes linguagens.

  • Apresentar o resultado do trabalho em grupo, explicando as escolhas feitas para cada campo do mapa.

  • Ouvir e considerar o feedback dos colegas e do professor para aprimorar sua compreensão.