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Aula sobre Unidades de medida: diferentes grandezas em textos científicos

Metodologia ativa — Design Thinking

Por que usar essa metodologia?

O Design Thinking pode ser utilizado como metodologia ativa de diversas formas, desde a ideia inicial até a construção do produto ou projeto final. Para isso é imporante seguir os passos básicos do design que são: descoberta, interpretação, ideação, prototipação, testes e reflexão.

Para realizar todas as etapas é preciso dedicação e tempo, que nem sempre é possível no curto período de aula. Desta forma, você pode utilizar partes deste processo de forma isolada para focar em uma determinada temática, que no futuro pode se juntar ao projeto completo.

As primeiras etapas do design thinking são a descoberta e interpretação, que consiste em identificar um problema, definir o público alvo e compreender as suas reais necessidades. Neste contexto, o mapa de empatia busca aprofundar as pesquisas e trazer mais eficiência ao processo de construção do projeto.

Ao trabalhar esta metodologia ativa é possível desenvolver habilidades como empatia, criatividade, colaboração, observação, resolução de problemas, escuta ativa, investigação e protagonismo.

Você sabia?

É possível utilizar essa metodologia em parceria com outras, como a aprendizagem baseada em problemas e/ou projetos. Essa metodologia pode ser utilizada como parte do processo na construção de soluções e desenvolvimento de protótipos.


As unidades de medida são fundamentais para a comunicação precisa em diversas áreas do conhecimento, especialmente em textos científicos que abordam diferentes grandezas, como comprimento, massa, tempo, temperatura, armazenamento de dados e velocidade de transferência. No cotidiano dos estudantes, essas unidades aparecem em notícias, artigos científicos, manuais tecnológicos e até em aplicativos que utilizam dados digitais. Nesta aula, utilizaremos a metodologia ativa Design Thinking para que os alunos criem um mapa de empatia, explorando as percepções e desafios relacionados ao uso das unidades de medida em textos científicos. Essa abordagem visa tornar o aprendizado mais significativo, promovendo a compreensão crítica e a aplicação prática das unidades de medida e suas conversões, especialmente aquelas ligadas aos avanços tecnológicos, como armazenamento e velocidade de dados.

Material de apoio 1 — Unidades de medida: diferentes grandezas em textos científicos

  1. Etapa 11. Introdução e Contextualização

    O professor inicia a aula apresentando a importância das unidades de medida em textos científicos e tecnológicos, destacando exemplos práticos do cotidiano, como a velocidade de internet, capacidade de armazenamento de dispositivos e medidas em artigos científicos. Em seguida, apresenta o mapa de empatia, explicando cada um dos seus campos: 'O que ele pensa e sente?', 'O que ele escuta?', 'O que ele fala e faz?', 'O que ele vê?', 'Dores' e 'Ganhos'. Essa etapa visa sensibilizar os alunos para o tema e a metodologia que será utilizada.


  2. Etapa 22. Formação dos Grupos e Distribuição do Material

    O professor organiza os alunos em pequenos grupos colaborativos, garantindo diversidade de perfis para enriquecer as discussões. Cada grupo recebe o mapa de empatia, que pode ser projetado no quadro ou disponibilizado em formato digital para consulta. O professor orienta os grupos sobre o objetivo da atividade: construir um mapa de empatia que represente as percepções e desafios de um leitor ao interpretar textos científicos com diferentes unidades de medida.


  3. Etapa 33. Análise de Textos Científicos com Unidades de Medida

    Os grupos recebem ou selecionam pequenos trechos de textos científicos ou divulgados pela mídia que contenham unidades de medida variadas, incluindo as relacionadas a avanços tecnológicos, como armazenamento de dados (bytes, megabytes) e velocidade de transferência (Mbps). Os alunos leem e discutem os textos, identificando as unidades presentes, suas grandezas e possíveis dificuldades na compreensão.


  4. Etapa 44. Construção do Mapa de Empatia

    Com base na análise dos textos, os grupos preenchem o mapa de empatia, refletindo sobre o que um leitor típico desses textos pensa, sente, escuta, fala, vê, quais são suas dores (dificuldades) e ganhos (benefícios) ao lidar com as unidades de medida. O professor circula entre os grupos para apoiar e estimular o pensamento crítico, garantindo que todos participem.


  5. Etapa 55. Apresentação e Discussão dos Mapas

    Cada grupo apresenta seu mapa de empatia para a turma, explicando as escolhas feitas em cada campo e compartilhando as percepções sobre as dificuldades e facilidades encontradas na interpretação das unidades de medida. O professor modera a discussão, promovendo a troca de ideias e esclarecendo dúvidas que surgirem.


  6. Etapa 66. Reflexão e Conversão de Unidades

    O professor propõe exercícios práticos de conversão entre unidades de medida presentes nos textos analisados, incluindo unidades do Sistema Internacional e unidades tecnológicas. Os alunos realizam as conversões em grupo, aplicando o conhecimento adquirido e discutindo as estratégias utilizadas.


  7. Etapa 77. Síntese e Avaliação Formativa

    Para finalizar, o professor conduz uma síntese dos principais aprendizados da aula, destacando a importância da compreensão das unidades de medida em textos científicos e tecnológicos. Aplica uma avaliação formativa baseada nos critérios estabelecidos, podendo ser feita por meio de uma roda de conversa, autoavaliação ou feedback coletivo, reforçando os pontos fortes e as oportunidades de melhoria observadas durante a atividade.


Intencionalidades pedagógicas

  • Desenvolver a habilidade de interpretar e compreender textos científicos que utilizam diferentes unidades de medida.

  • Promover o entendimento das conversões entre unidades adotadas pelo Sistema Internacional (SI) e outras unidades tecnológicas.

  • Estimular o pensamento crítico e a empatia por meio da criação do mapa de empatia, facilitando a identificação de dificuldades e estratégias de aprendizagem.

  • Incentivar o trabalho colaborativo e a comunicação entre os alunos durante a construção do mapa de empatia.

  • Relacionar o conteúdo matemático com situações reais e tecnológicas do cotidiano dos estudantes.

Critérios de avaliação

  • Capacidade de identificar e interpretar corretamente as unidades de medida presentes em textos científicos.

  • Participação ativa na construção do mapa de empatia, demonstrando compreensão dos campos propostos.

  • Habilidade em realizar conversões entre diferentes unidades de medida, incluindo as tecnológicas.

  • Clareza e coerência na apresentação das ideias durante as discussões em grupo.

  • Aplicação do conhecimento em situações práticas e exemplos apresentados.

Ações do professor

  • Apresentar o tema e contextualizar a importância das unidades de medida em textos científicos e tecnológicos.

  • Disponibilizar o mapa de empatia impresso ou projetado para que os alunos possam visualizar os campos a serem preenchidos.

  • Orientar os alunos na formação de grupos para a construção colaborativa do mapa de empatia.

  • Medir o andamento das discussões, promovendo intervenções que estimulem o pensamento crítico e a reflexão.

  • Auxiliar na interpretação dos textos científicos selecionados, esclarecendo dúvidas sobre unidades e conversões.

  • Estimular a apresentação e discussão dos mapas de empatia elaborados pelos grupos.

  • Realizar a avaliação formativa com base nos critérios estabelecidos, fornecendo feedback construtivo.

Ações do aluno

  • Ler e interpretar textos científicos que contenham diferentes unidades de medida.

  • Participar ativamente das discussões em grupo para construir o mapa de empatia.

  • Preencher os campos do mapa de empatia considerando as percepções sobre o uso das unidades de medida.

  • Realizar conversões entre unidades de medida presentes nos textos analisados.

  • Apresentar as conclusões e reflexões do grupo para a turma.

  • Ouvir e considerar as contribuições dos colegas durante as apresentações.